Relógio da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo – Sexta-Feira Santa (2026)

Acompanhe conosco as 24 horas da Paixão de Nosso Senhor com as meditações do  livro “Vida e Paixão do Cordeiro de Deus” da Bem-Aventurada Anna Catarina Emmerich.

O Relógio da Paixão de Cristo é uma reconstituição dos acontecimentos da nossa Salvação desde o fim da tarde [da Quinta-Feira Santa] até o sepultamento de Jesus.

Em cada hora da sua Paixão, o próprio Cristo nos convida a fazer-Lhe companhia e a consola-Lo com nosso amor!

O “Relógio da Paixão” não pretende ser uma “descrição minuciosa” da Paixão — com os horários exatos em que se deram os últimos acontecimentos da vida de Cristo. Baseia-se, antes, em estimativas colhidas dos próprios Evangelhos canônicos.

A finalidade dessa prática de piedade não é senão fornecer matéria para que cresçamos no amor a Jesus crucificado.

Acompanhe e medite conosco as 24 horas da Paixão de Cristo:

19hs – Jesus Lava os Pés de Seus Discípulos

“Jesus, ensinando sobre o lava pés, disse que era uma purificação das faltas quotidianas, porque os pés, caminhando descuidadamente na terra, se sujavam continuamente. Esse banho dos pés era espiritual e uma espécie de absolvição. Pedro, porém, viu nele apenas uma humilhação muito grande para o Mestre; não sabia que Jesus, para salvá-lo e aos outros homens, se humilharia na manhã seguinte até a morte de cruz.”

20hs – Jesus na última Ceia – Institui a Santíssima Eucaristia

“Não me lembro de ter visto o Senhor comer as espécies consagradas, a não ser que eu não reparasse. Dando o Santíssimo Sacramento, deu-se de modo que parecia sair de si mesmo e derramar-se nos Apóstolos, em uma efusão amor misericordioso.”

21hs – Jesus Reza no Horto das Oliveiras

“Quando Jesus se afastou dos discípulos, vi em redor dele um largo círculo de imagens horríveis, o qual se apertava mais e mais. Cresceu-lhe a tristeza e a tribulação e retirou-se tremendo para dentro da gruta, semelhante ao homem que, fugindo de uma repentina tempestade, procura abrigo para rezar; vi, porém, que as imagens assustadores o perseguiram lá dentro da gruta, tornando-se cada vez mais distintas. A estreita caverna parecia encerrar o horrível espetáculo de todos os pecados cometidos, desde a primeira queda do homem até ao fim dos séculos, como também todos os castigos.”

22hs – Jesus Entra em Agonia e Sua Sangue

“A princípio estava Jesus de joelhos, rezando tranquilamente; mais tarde, porém, se lhe assustou a alma, à vista da atrocidade dos inumeráveis crimes e da ingratidão dos homens para com Deus; assaltaram-no na angústia e dor tão veementes, que suplicou tremendo: ‘Meu pai, se for possível: passe este cálice longe de mim. Meu Pai, tudo vos é possível: afastai este cálice de mim’. Depois sossegou e disse: ‘Não faça, porém, a minha vontade, mas a vossa’. A sua vontade e a do Pai eram uma só, mas entregue à fragilidade da natureza humana, por amor, Jesus tremia à vista da morte.”

23hs – Jesus Recebe o Beijo de Judas, o traidor

“Judas aproximou-se então de Jesus, abraçou e beijou-o dizendo: ‘Deus te salve, Mestre’. E Jesus disse: ‘Judas, é com um beijo que atraiçoas o Filho do Homem?’. Então os soldados cercaram Jesus e os oficiais, avançando, puseram as mãos em Nosso Senhor.”

0hs – Jesus é Preso e conduzido

“Amarraram Jesus de uma maneira cruel, com as mãos sobre o peito, prendendo sem compaixão o pulso da mão direita por baixo do cotovelo do braço direito, com cordas novas e duras, que lhe cortavam a carne. Passaram-lhe em volta do corpo um cinturão largo, no qual havia pontas de ferro e argolas de fibra ou vime, nas quais amarram-lhe uma espécie de colar, no qual havia pontas e outros corpos pontiagudos para ferir; desse colar saíam, como uma estola, duas correias cruzadas sobre o peito até o cinturão, ao qual foram fortemente apertadas e ligadas. Fixaram ainda, em diversos pontos do cinturão, quatro cordas compridas, pelas quais podiam arrastar Jesus para lá e para cá, conforme lhes ditava a maldade. Todas essas correias eram novas e parecias preparadas de propósito desde que começaram a pensar em prender Jesus.”

1h – Jesus é Conduzido a Anás

“Jesus estava em pé diante de Anás, calado, de cabeça baixa, pálido, cansado, com as vestes molhadas e enlameadas, as mãos amarradas, seguro com cordas pelos oficiais. Anás, velho malvado, magro, com pouca barba, cheio de impertinência e de orgulho farisaico, sorria hipocritamente, como se não soubesse de nada e se admirasse de ser Jesus o preso que lhe haviam anunciado. A arenga com que recebeu Jesus, não sei repeti-la com as mesmas palavras, mas era mais ou menos a seguinte: ‘Olá! Jesus de Nazaré! És tu? Onde estão então seus discípulos, os teus numerosos adeptos? Onde está teu reino? Parece que tudo saiu muito diferente do que pensavas! Acabaram agora as injúrias; esperávamos pacientemente até que estivesse cheia a medida das tuas blasfêmias, dos teus insultos aos sacerdotes e violações do Sábado. Quem são os teus discípulos? Onde estão? Agora te calas? Fala, agitador e sedutor do povo! Já comeste o cordeiro pascal de modo insólito, à hora e em lugar fora de costume. Queres introduzir uma nova doutrina? Quem te deu o direito de ensinar? Onde estudaste, fala! Qual é a tua doutrina?”.

2hs – Jesus é Entregue a Caifás

“Caifás, furioso pelos depoimentos contraditórios e a confusão das duas últimas testemunhas, levantou-se do assento, desceu alguns degraus até estava Jesus, e disse: ‘Não responder nada a esta acusação?’. Indignou-se, porém, de Jesus não o olhar; os oficiais puxaram então, pelos cabelos, a cabeça de Nosso Senhor, para trás e bateram-lhe com os punhos por baixo do queixo. Mas o Senhor não levantou os olhos. Caifás, porém, estendeu com veemência as mãos e disse em tom furioso: ‘Conjuro-te pelo Deus vivo, que nos digas se és o Cristo, o Messias, o Filho de Deus Bendito!’.”

3hs – Jesus é Negado por Pedro

“Fatigado pelas angústias e o medo, tinha-se esquecido da promessa presunçosa de querer antes morrer do que negar o aviso profético de Jesus; mas à vista do Mestre, esmagou-o a lembrança do crime que acabava de cometer. Tinha pecado; pecado contra o Salvador, tão cruelmente tratado, condenado inocente, sofrendo tão resignado toda a horrível tortura. Como desvairado de contrição, saiu apressadamente pelo pátio exterior, a cabeça velada e chorando amargamente; não temia mais ser interrogado; teria então dito a todos quem era e que pecado se pesava na consciência. ⠀

Quem se atreveria a dizer que em tais perigos, angústias, em tal pavor e confusão, numa tal luta entre amor e medo, cansado, insone, prestes a perder a razão pela dor de tantos e tão tristes acontecimentos dessa noite horrível, com uma natureza tão simples como ardente, quem se atreveria a dizer que, em iguais condições teria sido mais forte do que Pedro?”

4hs – Jesus é condenado a Morte pelo Sinédrio

“Levantaram-se todos, cobrindo Jesus de escárnio e insultos, chamando-o de vagabundo, miserável, de obscuro nascimento, que queria ser o Messias e sentar-se à direita de Deus. Deram ordem aos oficiais de amarrá-lo de novo, pôr lhe uma cadeia de ferro em redor do pescoço, como aos condenados à morte, para assim levá-lo ao tribunal de Pilatos.”

5hs – Jesus é Conduzido a Pilatos

“Pilatos olhou para Jesus com assombro e disse-lhe: ‘És então o rei dos judeus?’. Jesus respondeu: ‘Dizeis isso de ti mesmo ou foram outros que te disseram isto de mim?’. Pilatos, indignado de ver Jesus julgá-lo tolo a ponto de perguntar espontaneamente a um homem tão pobre e miserável se era rei, disse em tom desdenhoso: ‘Por acaso sou judeu, para me interessar por tais misérias? Teu povo e seus sacerdotes entregaram-te a mim, para condenar-te como réu de crime capital; dize-me, pois, o que fizeste?’. Respondeu-lhe Jesus em tom solene: ‘O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, eu teria servidores, que combateriam por mim, para não me deixar cair nas mãos dos judeus; mas meu reino não é deste mundo’. Pilatos estremeceu ao ouvir essas graves palavras de Jesus e disse pensativo: ‘Então és mesmo rei?’. Jesus respondeu: ‘É como dizes, sou rei. Nasci e vim a este mundo para dar testemunho da verdade e todo aquele que é da verdade atende à minha voz’.

6hs – Jesus é Desprezado por Herodes

“Proferiram acusações tumultuosamente, logo ao entrarem; Herodes, porém, olhou com curiosidade para Jesus e quando o viu tão desfigurado e maltratado, o cabelo desgrenhado, o rosto lacerado e coberto de sangue e imundícies, a túnica toda suja de lama, esse rei mole e voluptuoso sentiu dó e nojo. Virou o rosto, com um gesto de nojo, e disse aos sacerdotes: ‘Levai-o daqui, limpai-o; como podeis trazer à minha presença um homem tão sujo e maltratado?’. Os oficiais levaram então Jesus ao átrio; trouxeram água numa bacia e um esfregão e limparam-no cruelmente; pois o rosto estava ferido e passavam o esfregão com brutalidade.”

7hs – Jesus é devolvido a Pilatos

“Cada vez mais enfurecidos, tornaram os príncipes dos sacerdotes e os inimigos de Jesus a trazê-lo de novo de Herodes a Pilatos. Estavam envergonhados de não lhe ter conseguido a condenação e ter de voltar novamente para aquele que já o tinha declarado inocente. Por isso tomaram na volta outro caminho, cerca de duas vezes mais longo, para mostrá-lo naquela humilhação em outra parte da cidade, para poder maltratá-lo tanto mais pelo caminho e dar tempo aos agentes de instigaram o povo a agir conforme as maquinações tramadas.”

8hs – Jesus é Flagelado

“Nosso Senhor e Salvador, o Filho de Deus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, contraía-se e torcia-se, como um verme, sob os açoites dos celerados; ouviam-se os Seus gemidos e lamentos, doces e claros, como uma prece afetuosa no meio de dores dilacerantes, entre o sibilar e estalar dos açoites carrascos (…) Os violentos golpes rasgaram todas as contusões do santo corpo de Jesus; o sangue regou o chão, em redor da coluna, e salpicou os braços dos carrascos. Jesus gemia, rezava, torcia-se de dor.”

9hs – Jesus é Coroado de Espinhos

“Arrancaram de novo toda a roupa do corpo ferido de Jesus e impuseram-lhe um manto de soldado, curto, vermelho, velho e já roto, que nem lhe chegava até os joelhos. Pendiam dele ainda alguns restos de borlas amarelas; jaziam em um canto do quarto dos verdugos, que costumavam impô-los aos que tinham açoitado, seja para enxugar lhes o sangue, seja para escarnecê-lo. Arrastaram a Jesus para a coluna e empurraram-no brutalmente, com o corpo despido e ferido, sobre o escabelo coberto de pedras e cacos. Depois lhe puseram a coroa de espinhos na cabeça. Essa tinha dois palmos de altura, era muito espessa e trançada com arte; em cima tinha uma borda um pouco saliente. Puseram-lhe com muita força, de modo que formavam uma coroa ou um chapéu.”

10hs – Jesus, Posposto a Barrabás, é Condenado a Morte

“Jesus, ainda vestido do rubro manto irônico, com a coroa de espinhos na cabeça, as mãos ligadas, foi então conduzido pelos oficiais e soldados que o cercavam, entre os assobios do povo, para o tribunal, onde o colocaram entre os dois ladrões. Pilatos, sentado no tribunal, disse mais uma vez, em voz alta, aos inimigos de Jesus: ‘Eis aí o vosso rei!’. Eles, porém, gritaram: ‘Fora! Morra! Crucifica-o!’. Pilatos disse: ‘Devo então crucificar o vosso rei?’. Mas os príncipes dos sacerdotes gritaram: ‘Não temos outro rei senão o César’. Então Pilatos não disse mais palavra em favor de Jesus, nem mais lhe falou, mas começou a pronunciar a sentença: ‘Por isso condeno Jesus Nazareno, rei dos judeus, a ser pregado na cruz!’.”

11hs – Jesus Recebe a Cruz e a Abraça por Nós

“Quando jogaram a cruz no chão, aos pés de Jesus, ele se ajoelhou junto à mesma e, abraçando-a, beijou-a três vezes, dirigindo ao Pai Celestial, em voz baixa, uma oração comovente de ação de graças pela redenção do gênero humano, a qual ia realizar. Como os sacerdotes, entre os pagãos, abraçam um altar novo, assim abraçou Jesus a cruz, o eterno altar do sacrifício cruento da expiação. Os carrascos, porém, com um arranco nas cordas, fizeram Jesus ficar ereto, de joelhos, obrigando-o a carregar penosamente o pesado madeiro ao ombro direito e com o braço direito segurá-lo, com pouco e cruel auxílio dos carrascos. Vi anjos ajudando-o invisivelmente, pois sozinho não teria conseguido suspendê-l; ajoelhava-se, curvado sob o pesado fardo.”

12hs – Jesus é Despojado das Vestes e Crucificado

“Jesus, imagem viva da dor, foi estendido pelos carrascos sobre a cruz; ele próprio se sentou sobre ela e eles brutalmente o deitaram de costas. Colocaram-lhe a mão direito sobre o orifício do prego, no braço direito da cruz, e aí lhe amarraram o braço. Um deles se ajoelhou sobre o Seu santo peito, enquanto outro lhe segurava a mão, que estava se contraindo, e um terceiro colocou o cravo grosso e comprido, com a ponta limada, sobre essa mão cheia de benção, e cravou-a nela, com violentas pancadas de um martelo de ferreiro. Doces e claros gemidos ouviram-se da boca do Senhor; o sangue sagrado salpicou os braços dos carrascos; rasgaram-lhe os tendões da mão, os quais foram arrastados, com o prego triangular, para dentro do estreito orifício. Contei as marteladas, mas esqueci, na minha dor, esse número. A Santíssima Virgem gemia baixinho e parecia estar sem sentidos exteriormente; Madalena estava desvairada.”

13hs – Jesus perdoa o bom ladrão

Dimas diz ao outro ladrão “Nem sequer temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplício? Quanto a nós, fez-se justiça

pois recebemos o castigo que as nossas ações mereciam,

mas Ele nada praticou de condenável”.

E acrescentou: “Jesus, lembra-Te de mim quando estiveres no teu reino”.

Ele respondeu-lhe: “Em verdade te digo: Hoje estarás Comigo no Paraíso”.

14hs – Jesus nos Deixa Maria por Mãe

“Assim não é de admirar que Jesus, dirigindo-se à Santíssima Virgem, não dissesse ‘Mãe’, mas ‘mulher’; pois que ela ali estava na sua dignidade de mulher que devia esmagar a cabeça da serpente, naquela hora em que aquela promessa se realizava, pelo sacrifício do Filho do Homem, seu próprio filho. Não era de admirar lá que Jesus desse João por filho àquela a quem o Anjo saudava: ‘Ave Maria, cheia de graça’, porque o nome de João significa ‘graça’, pois todos são o que os respectivos nomes significam e João tornara-se filho de Deus e Jesus Cristo vivia nele. Percebia-se que Jesus, naquele momento, dava com aquela palavras uma mãe, Maria, a todos que, como João, o recebem e, crendo nele, se tornam filhos de Deus, que não foram nascidos do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas do próprio Deus.”

15hs – Jesus Morre na Cruz

“Tendo chegado a hora da agonia, Nosso Senhor lutou com a morte e um suor frio cobriu-lhe os membros. João estava sob a cruz e enxugou lhe os pés com o sudário. Madalena, esmagada pela dor, encostava-se à cruz no lado de trás. A Santíssima Virgem estava entre a cruz do bom ladrão e a de Jesus, amparada pelos braços de Maria de Cléofas e Salomé, olhando para o Filho, que lutava com a morte. Então disse Jesus: ‘Tudo está consumado!’ e, levantando a cabeça, exclamou em alta voz: ‘Meu Pai, em vossas mãos entrego o meu espírito”. Foi um grito doce e forte, que penetrou o Céu e a terra; depois inclinou a cabeça e expirou.”

16hs – Jesus é Transpassado Pela Lança

“A Santíssima Virgem e os outros, cujos olhos estavam sempre fixos no Salvador, viram a súbita ação do oficial com grande angústia e acompanharam o golpe da lança com um grito de dor, precipitando-se para a cruz. Maria caiu nos braços das amigas, como se a lança lhe tivesse atravessado o próprio coração e sentisse o ferro cortante atravessá-lo de lado a lado.”

17hs – Jesus é Descido da Cruz

“(…) Foi, pois, e tirou o corpo de Jesus. Acompanhou-o Nicodemos (aquele que anteriormente fora de noite ter com Jesus), levando umas cem libras de uma mistura de mirra e aloés. Tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no em panos com os aromas, como os judeus costumam sepultar.” (Jo 19, 38-40)

18hs – Jesus é Sepultado

“No lugar em que ele foi crucificado havia um jardim, e no jardim um sepulcro novo, em que ninguém ainda fora depositado. Foi ali que depositaram Jesus por causa da Preparação dos judeus e da proximidade do túmulo.” (Jo 19, 41-42)

Fonte:  Livro “Vida e Paixão do Cordeiro de Deus” – Beata Anna Catarina Emmerich.

Publicado em Devoção e Fé – Blog Católico.

CARNAVAL – PADRE JOSÉ AUGUSTO SOLTA O VERBO! CULTURA OU TR4IÇÃ0 A CRISTO?

O Carnaval é apenas cultura popular ou existe algo espiritualmente mais grave por trás dessa explosão anual de permissividade? A pergunta não é emocional — é teológica. O padre José Augusto soltou o verbo e revelou o que está por trás dessa festa que atrai até os que se dizem católicos!

São Paulo escreve em Primeira Carta aos Coríntios: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém.” Aqui está o critério ignorado por muitos cristãos: não basta que algo não seja explicitamente proibido; é preciso perguntar se aproxima ou afasta da santidade. E quando aplicamos esse princípio ao Carnaval, o cenário muda drasticamente.

O corpo, diz o Apóstolo, foi comprado por preço de sangue. Logo, não é neutro submetê-lo a ambientes marcados por sensualidade, escândalo e dissolução moral. A questão deixa de ser “posso participar?” e passa a ser “isso glorifica a Deus?”

Ao longo dos séculos, santos de diferentes épocas foram surpreendentemente unânimes. De São Vicente Ferrer a Santa Faustina Kowalska, passando por Santo Afonso Maria de Ligório e Santa Teresa dos Andes, a linguagem não era branda: falavam de perigo espiritual real, tristeza no Céu e perda de almas. Não se tratava de opinião cultural, mas de discernimento místico e pastoral.

No próprio Catecismo da Igreja Católica (2523), a pureza é vinculada ao pudor — recusa de expor o que deve permanecer oculto. Compare esse princípio com a lógica carnavalesca e a tensão é evidente.

Mas há algo ainda mais inquietante que raramente é dito — e que muda completamente a forma de enxergar esse período. Não é apenas sobre excessos externos. É sobre responsabilidade espiritual, omissão e escolhas que parecem pequenas, mas têm peso eterno. Antes de decidir o que fará neste Carnaval, talvez valha a pena confrontar a pergunta que os santos fariam: isso me conduz à santidade… ou me distancia silenciosamente dela?

Publicado em Alertando Católicos.

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Salve Maria Imaculada! Viva Cristo Rei!

Lúcia Barden Nunes (Jornalista Católica – Blog “Castelo INterior – Moradas))

Fonte: Centro Dom Bosco @centrodombosco (Descrição: Assista ao vídeo na íntegra “Cardeal Orani: bênção ou conivência com a imoralidade do carnaval?”, já disponível no YouTube).

Cardeal interventor institui seminaristas dos Arautos do Evangelho nos ministérios como leitores e acólitos

Cardeal Raymundo Damasceno é recebido com alegria pelos membros dos Arautos em missa que instituiu 69 seminaristas da Associação nos ministérios do leitorato e acolitato, em 20 de dezembro | Instagram/Arautos do Evangelho

O arcebispo emérito de Aparecida, cardeal Raymundo Damasceno Assis instituiu 69 seminaristas dos Arautos do Evangelho nos ministérios do leitorato e acolitato em uma missa no sábado, 20 de dezembro, na basílica Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em Caieiras (SP). Esse é primeiro passo para a ordenação diaconal dos seminaristas.

Os Arautos do Evangelho, associação de fiéis de direito pontifício, estão sob intervenção do Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica na organização desde 2017, ano em que o papa Francisco ordenou uma visita apostólica para investigar suspeitas de irregularidades tanto na Associação Arautos do Evangelho como nas duas sociedades de vida apostólica.

Dom Raymundo foi nomeado Comissário Pontifício dos Arautos do Evangelho pelo papa Francisco em 28 de setembro de 2019.

Esperança no futuro

“Caríssimos irmãos e irmãs, neste momento em que estamos reunidos nesta celebração Eucarística, com o nosso olhar alegremente dirigido à celebração do Natal do Senhor, desejo manifestar-lhes que resolvemos conferir, nesta celebração eucarística, os ministérios instituídos de leitor e acólito aos 69 jovens, membros da Sociedade Apostólica Virgo Flos Carmeli, tendo cumprido o que se exige para a admissão a esses ministérios, o que se exige por parte da Igreja”, disse o cardeal Raymundo Damasceno em sua homilia. “Anuncio-lhes também que tenho esperança de que num futuro próximo poderemos conferir as ordens sacras aos que estão devidamente preparados, sempre respeitando o que é exigido dos candidatos para recebê-las”.

A Sociedade Apostólica Virgo Flos Carmeli “é uma sociedade clerical de vida apostólica” criada pelo fundador dos Arautos do Evangelho monsenhor João Scognamiglio Clá Dias [1939-2023) e recebeu a aprovação pontifícia pela Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica em 21 de abril de 2009, segundo o site os Arautos do Evangelho. Ela é “composta por membros que, após longa experiência de vida comunitária, receberam o chamado ao sacerdócio com o fim de melhor empreender a atividade evangelizadora”, diz o Arautos.

No início da celebração, o reitor da basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, padre Alex Brito, membro capitular da Sociedade Clerical Virgo Flos Carmeli (Virgem Flor do Carmelo) disse a dom Damasceno que a presença dele era “uma grande alegria” para os Arautos. Segundo ele, dessa vez “é diferente de todas as outras, porque mais do que nunca, a sua visita neste final de 2025 é uma verdadeira visita de um mensageiro da paz”.

Continuando sua homilia, o cardeal lembrou aos membros dos Arautos que “dentro de alguns dias” as “portas santas jubilares serão novamente fechadas”. “Mas as portas da esperança em Deus deverão continuar abertas em nossos corações. Direi que deverão permanecer ainda mais abertas”.

“Entre as antífonas do Ó, a de hoje, tem uma alusão indireta, mas especial à esperança: Ó, chave de Davi, que abra as portas do reino eterno. Ó, vinde livrai do cárcere o preso, sentado nas trevas”, disse o arcebispo. “Que a esperança em Deus ilumine os momentos de escuridão que muitas vezes há em nossa vida e em nosso mundo. Que essa mesma esperança nos reerga, não nos deixe sentados ou desanimados. Desejo-lhes a todos um feliz e santo Natal e um abençoado novo ano de 2026. Salve Maria!”.

Ao final da celebração, padre Alex Brito disse que o papa Leão XIV recebeu o cardeal Damasceno “cheio de afeto” em “uma audiência longa de 40 minutos” no dia 4 de dezembro e ressaltou que o papa  “não só lhe confirma na missão, mas lhe dá uma missão nova: a de ser o embaixador da paz, de ser aquele que vai dar continuidade” ao “ trabalho e conclusão da situação toda pela qual” o Arautos passou “de Comissariado”.

“E hoje, ele quis fazer esse gesto concreto, instituindo leitores e acólitos”, disse o sacerdote que agradeceu dom Raymundo: “Em nome de todos arautos do Evangelho, seus filhos, dizemos: Muito obrigado!”.

Monasa Narjara é jornalista da ACI Digital desde 2022 e foi jornalista na Arquidiocese de Brasília entre 2014 a 2015.

Publicado em ACI Digital.

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Morre monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, fundador do Arautos do Evangelho

Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, fundador do Arautos do Evangelho, morreu hoje (1º), aos 85 anos | Facebook/monsenhor Clá Dias

Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, fundador do Arautos do Evangelho, morreu hoje (1º), “por volta das 2h30 da madrugada”, em São Paulo (SP) aos 85 anos, depois de 14 anos de sofrimentos “decorrentes de um acidente vascular cerebral (AVC)”, segundo comunicado da associação.

“Como fundador dos Arautos do Evangelho, deixa um legado de santidade de vida a milhões de católicos vinculados à instituição nos cinco continentes”, dizem os Arautos do Evangelho em nota.

(…)

João Scognamiglio Clá Dias nasceu no dia 15 de agosto de 1939, em São Paulo. Em 7 de julho de 1956 conheceu Plínio Corrêa de Oliveira, fundador da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP) e, segundo os Arautos, “se tornou ardoroso discípulo e fi­el intérprete” do pensamento e da obra dele. Em 1958, serviu o Exército Brasileiro e foi condecorado com a medalha Marechal Hermes, a mais distinta honraria militar no âmbito da formação.  Cursou Direito na Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, e depois fez doutorado em Teologia e Direito Canônico. Fundou o Instituto Filosó­fico Aristotélico-Tomista e o Instituto Teológico São Tomás de Aquino, além da revista científica Lumen Veritatis e a revista de cultura católica Arautos do Evangelho.

Neste período, escreveu 27 obras, várias delas foram traduzidas em sete idiomas e algumas com tiragem superior a dois milhões de exemplares, como: “Fátima, aurora do terceiro milênio”; “Maria Santíssima! O Paraíso de Deus revelado aos homens”; “São José, quem o conhece?”; “O inédito sobre os Evangelhos”; “Dona Lucilia” e “O dom de sabedoria na mente, vida e obra de Plinio Corrêa de Oliveira”. Ele também incentivou a construção de igrejas no Brasil e em outros países da América, Europa e África.

Em 1970, baseado nos anseios de Plínio, desejou constituir uma associação de caráter religioso, aprovada pela Igreja e a seu serviço. Fez uma experiência de vida comunitária em um antigo imóvel beneditino em São Paulo. Em 1995, depois da morte Plinio, criou três entidades de direito pontifício: a Associação Privada Internacional de Fiéis Arautos do Evangelho, aprovada em 2001 pelo papa são João Paulo II, a Sociedade Clerical de Vida Apostólica Virgo Flos Carmeli e a Sociedade Feminina de Vida Apostólica Regina Virginum, ambas aprovadas em 2009, pelo papa Bento XVI.

Além disso, fundou mais de 50 coros e orquestras e incentivou a edi­ficação de quase 30 igrejas e oratórios no Brasil e em diversos continentes da América, Europa e África. Segundo os Arautos, João Clá Dias também dirigiu pessoalmente as instituições por ele fundadas, e atualmente, elas realizam suas atividades em mais de 70 países, com o auxílio de milhões de membros e seguidores, entre eles, sacerdotes, irmãos e irmãs associados, cooperadores ou participantes solidários. Ele ainda propagou a devoção a Nossa Senhora por meio de cerimônias de consagração a Nossa Senhora, segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort, alcançando de modo remoto quase três milhões de ­fiéis, em 178 países. Também instituiu e incentivou a Adoração Perpétua ao Santíssimo Sacramento nas principais casas das instituições por ele fundadas.

Em 15 de junho de 2005, foi ordenado padre aos 65 anos. Em 2008, foi nomeado protonotário apostólico e cônego honorário da basílica papal de Santa Maria Maior, em Roma, pelo papa Bento XVI. Em 15 de agosto de 2009, recebeu a medalha Pro Ecclesia et Ponti­ce, pelo zelo em prol da Igreja e do papa. No mesmo ano, publicou um livro por ocasião do Ano Sacerdotal, escrito por solicitação do então prefeito da Congregação para o Clero, cardeal Cláudio Hummes. Em 2010, publicou o livro “A Igreja é imaculada e indefectível”, no qual denuncia as causas profundas dos abusos cometidos contra menores ou vulneráveis.

Em 2017, o monsenhor Clá Dias renunciou ao cargo de presidente da associação internacional Arautos do Evangelho, depois de denúncias à associação por meio de um vídeo, no qual mostra uma reunião entre o fundador do Arautos e um grupo de padres que leem um suposto diálogo que um padre da associação havia tido com um suposto demônio durante um “exorcismo”. Em 2019, a associação sofreu várias denúncias de que crianças e adolescentes em internatos do Arautos sofriam humilhações, tortura, assédio e estupro por membros da associação, dentro da sede do Arautos, em Caieiras (SP). Em 23 de julho de 2024, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) encerrou o processo, dando ganho de causa aos Arautos do Evangelho.

Na nota de morte do monsenhor, os Arautos relatam que, “desde 2017” a associação “têm sido alvo de falsas denúncias por parte de inimigos da Igreja e do bem” e que, “restabelecendo a verdade, monsenhor João atravessou incólume essas ondas de difamação, seja aceitando com benevolência retratações judiciais dos acusadores, seja amealhando inúmeras vitórias processuais, consignadas em sentenças e em arquivamento de inquéritos”.

“Assim, convictos de que as biografias dos varões providenciais não se encerram nesta terra, seus ­filhos espirituais continuarão sua obra sob a proteção de Maria Santíssima, a ­fim de cumprir a missão de ser um elo entre a Santa Igreja e a sociedade civil”, escreveu a associação em nota.

Pesar e solidariedade do cardeal Odilo Scherer

O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer, em nome de sua arquidiocese escreveu hoje (1º), uma nota de pesar pela morte do monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, fundador dos Arautos do Evangelho. Expressando sua “solidariedade e conforto aos membros dos Arautos do Evangelho”.

Ele também disse que a arquidiocese de São Paulo “oferece suas orações e súplicas” por monsenhor João Clá Dias e “roga a Deus que o acolha e recompense na eternidade por seu testemunho de fé e seu serviço à missão da Igreja”.

Monasa Narjara é jornalista da ACI Digital desde 2022 e foi jornalista na Arquidiocese de Brasília entre 2014 a 2015.

Publicado em ACI Digital (1 de nov de 2024 às 12:37).


80.404 visualizações 24 de nov. de 2025 A verdade OCULTA no Comissariado dos Arautos do Evangelho. Tudo sobre o Comissariado dos Arautos do Evangelho. Vamos fazer um podcast, mostrando tudo sobre o Comissariado dos Arautos do Evangelho.

Neste Podcast, com 12 episódios (última atualização em 6 de dez. de 2025), é apresentado TUDO o que aconteceu no Comissariado dos Arautos do Evangelho durante oito (8) anos, quando esteve à frente de um Processo Canônico o cardeal brasileiro BRAZ DE AVIZ, instaurado em 2017. É apresentado o livro: “O Comissariado dos Arautos do Evangelho – Crônica dos fatos 2017-2025: Punidos sem diálogo, sem provas, sem defesa“, de autoria do Dr. José Manuel e Ir. Dra. Juliane Vasconcelos”. Este processo, que se mostrou tão somente persecutório, teve por base depoimentos de ex-membros da Associação dos Arautos do Evangelho, que foram investigados por inquéritos policiais, os quais provaram serem FALSAS/FORJADAS TODAS as acusações atribuídas aos ARAUTOS DO EVANGELHO. (lbn)

*Atualização de minha parte, com base em matéria acima postada, pela ACI Digital, na qual o arcebispo emérito de Aparecida, cardeal Raymundo Damasceno Assis instituiu 69 seminaristas dos Arautos do Evangelho nos ministérios do leitorato e acolitato em uma missa no sábado, 20 de dezembro, na basílica Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em Caieiras (SP). Esse é primeiro passo para a ordenação diaconal dos seminaristas.(lbn)

A CALÚNIA É UM PECADO GRAVE!

Hoje a Igreja celebra a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus

Entretanto, no século V, o herege Nestório se atreveu a dizer que Maria não era Mãe de Deus, afirmando: “Então Deus tem uma mãe? Pois então não condenemos a mitologia grega, que atribui uma mãe aos deuses”.

Nestório havia caído em um engano devido a sua dificuldade para admitir a unidade da pessoa de Cristo e sua interpretação errônea da distinção entre as duas naturezas – divina e humana – presentes Nele.

Os bispos, por sua parte, reunidos no Concílio de Éfeso (ano 431), afirmaram a subsistência da natureza divina e da natureza humana na única pessoa do Filho. Por sua vez, declararam: “A Virgem Maria sim é Mãe de Deus porque seu Filho, Cristo, é Deus”.

Logo, acompanhados pelo povo e levando tochas acesas, fizeram uma grande procissão cantando: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores agora e na hora de nossa morte. Amém”.

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São João Paulo II, em novembro de 1996, refletiu sobre as objeções expostas por Nestório para que se compreenda melhor o título “Maria, Mãe de Deus”.

A expressão Theotokos, que literalmente significa ‘aquela que gerou Deus’, à primeira vista pode resultar surpreendente; suscita, com efeito, a questão sobre como é possível que uma criatura humana gere Deus. A resposta da fé da Igreja é clara: a maternidade divina de Maria refere-se só a geração humana do Filho de Deus e não, ao contrário, à sua geração divina”, disse o papa.

O Filho de Deus foi desde sempre gerado por Deus Pai e é-Lhe consubstancial. Nesta geração eterna Maria não desempenha, evidentemente, nenhum papel. O Filho de Deus, porém, há dois mil anos, assumiu a nossa natureza humana e foi então concebido e dado à luz por Maria”, acrescentou.

Do mesmo modo, afirmou que a maternidade da Marianão se refere a toda a Trindade, mas unicamente à segunda Pessoa, ao Filho que, ao encarnar-se, assumiu dela a natureza humana”. Além disso, “uma mãe não é Mãe apenas do corpo ou da criatura física saída do seu seio, mas da pessoa que ela gera”, disse são João Paulo II.

Por fim, é importante recordar que Maria não é só Mãe de Deus, mas também nossa porque assim quis Jesus Cristo na cruz, quando a confiou a São João. Por isso, ao começar o novo ano, peçamos a Maria que nos ajude a ser cada vez mais como seu Filho e iniciemos o ano saudando a Virgem Maria.

Saudação à Mãe de Deus

Salve, ó Senhora santa, Rainha santíssima,
Mãe de Deus, ó Maria, que sois Virgem feita igreja,
eleita pelo santíssimo Pai celestial,
que vos consagrou por seu santíssimo
e dileto Filho e o Espírito Santo Paráclito!
Em vós residiu e reside toda a plenitude
da graça e todo o bem!
Salve, ó palácio do Senhor! Salve,
ó tabernáculo do Senhor!
Salve, ó morada do Senhor!
Salve, ó manto do Senhor!
Salve, ó serva do Senhor!
Salve, ó Mãe do Senhor,
e salve vós todas, ó santas virtudes
derramadas, pela graça e iluminação
do Espírito Santo,
nos corações dos fiéis
transformando-os de infiéis
em servos fiéis de Deus.

Publicado em ACI Digital(*).

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