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Vamos defender a vida – Vídeo publicado em 30 de maio de 2014 (Padre Paulo Ricardo)

A prática do aborto em hospitais públicos e clínicas particulares do Brasil não vai trazer avanço social algum à vida dos seus habitantes, sejam mulheres, homens e crianças, ricos ou pobres. Esta campanha [a da sua legalização ou descriminalização] vem se desenvolvendo  em nível planetário, com ênfase na América Latina. Obviamente, teve início em regiões desenvolvidas, como Estados Unidos e Europa, com alto índice de adesão no início da década de 70.

Há, no entanto, recuos após quatro décadas de implementação do aborto legal (em clínicas particulares ou públicas) nestes dois continentes, na forma de campanhas pró-vida, que visam a revogação da lei federal, admitida  em vários estados norte-americanos ou então, através da mudança no ordenamento jurídico de países que atualmente permitem sua prática legal, tais como a Itália, Portugal, Espanha ou no Reino Unido.

Leia a matéria publicada em https://padrepauloricardo.org/blog/vamos-defender-a-vida e saiba com detalhes como podemos deter no Congresso Nacional o avanço dos segmentos de pressão “pró-escolha” (grupos que defendem junto ao Congresso Nacional, a interrupção da gestação pela mulher, por suposto direito sobre o corpo). Tais segmentos (grandes laboratórios e empresas a eles associadas),  buscam  a implementação do aborto legal através de projeto de lei que já tramita, e que possibilitaria a sanção para sua prática nos setores público e privado de saúde em nosso País. (LBN)

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Fonte: https://padrepauloricardo.org/blog/vamos-defender-a-vida30/05/2014 15:44 |

Vamos defender a vida

Descubra como você pode ajudar a derrubar a Lei Cavalo de Troia e afugentar o aborto do Brasil

Este é um momento importantíssimo de nossa luta em defesa da vida, contra a legalização do aborto no Brasil. No ano passado, a Lei n. 12.845/2013, que aparentemente dispunha “sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”, foi sancionada pela Presidente da República. Olhando para a linguagem do texto legal, alertamos que esta lei abriria uma brecha para a possibilidade de se fazer o aborto em nosso país. Com razão o então projeto foi apelidado de “Cavalo de Troia”.

O argumento do governo – e até de algumas pessoas do movimento pró-vida – era o de que esta lei se referia tão somente à proteção da mulher e que não tinha nada que ver com o Poder Executivo – ainda que fosse o próprio Ministério da Saúde a propor o projeto de lei.

Acontece que, na última semana, o mesmo Ministério da Saúde, por meio da Portaria n. 415 de 2014, regulamentou a Lei Cavalo de Troia, incluindo na tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde a “interrupção da gestação/antecipação terapêutica do parto”, fixando o preço do abortamento em R$ 443,40. O mesmo preço de um parto. (Aparentemente, para essas pessoas, a morte e a vida são a mesma coisa.)

Diante da notoriedade que ganhou a portaria, o Ministério da Saúde acabou por revogá-la esta semana (pela Portaria n. 437), sem apresentar nenhuma justificativa. No entanto, a verdade já havia sido revelada: realmente, a Lei Cavalo de Troia foi concebida para disseminar a prática do aborto no Brasil.

Se a portaria foi felizmente revogada, a Lei Cavalo de Troia, no entanto, continua vigente. Só poderemos cantar um canto de verdadeira vitória quando este texto for totalmente retirado de nosso ordenamento jurídico.

Para isso, é preciso que ajamos, entrando em contato com os parlamentares da Câmara dos Deputados. Há um projeto de lei no Congresso Nacional, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que “revoga a Lei n.º 12.845, de 1º de agosto de 2013”: trata-se do Projeto de Lei n. 6033/2013. É importante que todos os brasileiros, independentemente da religião que professam, telefonem e enviem e-mails aos nossos parlamentares, pedindo que aprovem com urgência o PL 6033/13, a fim de varrer do mapa do Brasil a perfídia do aborto e da cultura da morte.

Segue abaixo a lista com os telefones e e-mails de contato das lideranças dos partidos e dos parlamentares de cada estado:

Liderança do Governo
Henrique Fontana (PT-RS) / 0 xx (61) 3215-9001;
lid.govcamara@camara.leg.br

Liderança da Minoria
Domingos Sávio / 0 xx (61) 3215-9820;
lid.min@camara.leg.br

PT Partido dos Trabalhadores
Vicentinho / 0 xx (61) 3215-9102
lid.pt@camara.leg.br

PMDB Partido do Movimento Democrático Brasileiro
Eduardo Cunha / 0 xx (61) 3215-9181 / 80
lid.pmdb@camara.leg.br

PSD Partido Social Democrático
Moreira Mendes / 0 xx (61) 3215-9060 / 9070
lid.psd@camara.leg.br

PSDB Partido da Social Democracia Brasileira
Antonio Imbassahy / 0 xx (61) 3215-9345 / 9346
lid.psdb@camara.leg.br

PP Partido Progressista
Eduardo da Fonte / 0 xx (61) 3215-9421
lid.pp@camara.leg.br

PR Partido da República
Bernardo Santana de Vasconcellos / 0 xx (61) 3215-9550
lid.pr@camara.leg.br

DEM Democratas
Mendonça Filho / 0 xx (61) 3215-9265 / 9281
lid.dem@camara.leg.br

PSB Partido Socialista Brasileiro
Beto Albuquerque / 0 xx (61) 3215-9650
lid.psb@camara.leg.br

SD Solidariedade
Fernando Francischini / 0 xx (61) 3215-5265
lid.solidariedade@camara.leg.br

PROS Partido Republicano da Ordem Social
Givaldo Carimbão / 0 xx (61) 3215-9990
lid.pros@camara.leg.br

PDT Partido Democrata Trabalhista
Vieira da Cunha / 0 xx (61) 3215-9700 / 9701 / 9703
lid.pdt@camara.leg.br

PTB Partido Trabalhista Brasileiro
Jovair Arantes / 0 xx (61) 3215-9502 / 9503
lid.ptb@camara.leg.br

PSC Partido Social Cristão
Andre Moura / 0 xx (61) 3215-9762 / 9771 / 9761
lid.psc@camara.leg.br

PRB Partido Republicano Brasileiro
George Hilton / 0 xx (61) 3215-9880 / 9882 / 9884
lid.prb@camara.leg.br

PV Partido Verde
Sarnye Filho / 0 xx (61) 3215-9790 / Fax: 0 xx (61) 3215-9794
lid.pv@camara.leg.br

E-mails dos Gabinetes das Lideranças …

(clique aqui para acessar links no site https://padrepauloricardo.org/blog/vamos-defender-a-vida

Publicado em padrepauloricardo.org .

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“A compaixão é a misericórdia que se inclina sobre a miséria e mostra a grandeza da alma.” – Pe. Antônio Francisco Bohn (Quinta-Feira Santa – 2014)

William-Adolphe Bouguereau(1825-1905) – “Compassion” (1897)

A indiferença e o individualismo como fontes da falta de compaixão

Lúcia Barden Nunes

Nosso tempo é marcado por duas características: a indiferença e o individualismo. Ambos já permeiam até mesmo o convívio familiar. Falas ou mensagens rápidas pelo celular; e-mails raros e telegráficos – cartas, nem pensar, e visitas – bem, a agenda está cheia para a maioria. Não devia ser assim porque o tempo deve ser vivido por nós e não o contrário – ele nos apressar, até quando não é necessário. Vivemos em uma sociedade superficial e volúvel. Não devíamos abrir mão de nossos afetos por uma suposta falta de tempo. Quando nosso coração está partido, ou enfrentamos todo tipo de dificuldades que podem surpreender-nos ao longo da vida,  podemos “estranhamente” receber a mesma falta de tempo

Acredito que não é uma regra, mas a pressa, a superficialidade estão pautando os relacionamentos. Fica um vazio que nada preenche, simplesmente porque nada pode preencher o lugar do amor. As cidades estão cheias de pessoas vazias por sua própria conta, enquanto outras se encontram esvaziadas de amor…

Padre Antônio Francisco Bohn, em um pequeno texto na Folhinha do Sagrado Coração, afirma o seguinte:

“A compaixão é que torna o coração verdadeiramente humano. Ela é uma virtude. (….) Inicie suas atividades com o pensamento voltado para o Sagrado Coração de Jesus. Você é a beleza da vida, obra-prima do Criador, a síntese de seu amor. Jesus deve estar em seu pensamento e no seu caminho. Nele você deve confiar todos os seus atos em cada minuto deste dia. Só um espírito bom pode ser compassivo. Quem se compadece dos outros, de si próprio se lembra. A compaixão se manifesta por atos e nela é essencial a bondade. Quando a pessoa tem compaixão das demais, Jesus tem compaixão dela. A compaixão é a misericórdia que se inclina sobre a miséria e mostra a grandeza da alma.”

Tenho pensado que a compaixão parece que deixou de ser um valor universal, e lamentavelmente, a razão pode se dever ao fato, entre outros, de nos permitirmos viver com um um mínimo de afetividade. Vamos ficando cada vez mais vez mais áridos, vazios.

Talvez precisemos retomar o “trabalho da formiguinha”: cada um de nós pode não ter mais influência na cultura de falta de compaixão, indiferença já instaladas, mas, é certo que podemos fazer a nossa parte…  Podemos nos dar uma chance de termos compaixão quando a circunstância se apresenta à nossa frente. Podemos ter a certeza de que nosso peito se aquecerá neste gesto…

Que Deus tenha sempre compaixão de nós. Amém.

LBN

Fonte/imagem: http://www.territorioscuola.com/wikipedia/pt.wikipedia (termo “Compaixão)

 

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Natal de Jesus: um menino que nasce – envolto em mistério – para ensinar a força do perdão e do amor

Entraremos na semana do Natal dentro de poucos dias, quando todo o mundo ocidental-cristão, tradicionalmente, comemora um acontecimento ocorrido há dois mil anos: o nascimento de uma criança, de um menino – Jesus. Ainda que o sentido da festa esteja comprometido em razão do apelo comercial excessivo, o significado da vinda do Jesus – “Homem”, continua sendo muito significativo em todas as partes do mundo.

Por pensar deste modo, apresento a vocês uma composição visual que, admito, produzi, com certa dificuldade. É fruto da manipulação de algumas imagens muito belas que encontrei no site que refiro mais abaixo, com o fito de representar uma cruz. Posso dizer que pelo resultado final, senti muita satisfação interior. Acredito ser óbvio o motivo (pelo menos, para mim o é): fala em essência da Cristandade.  Em seu conjunto, podemos concluir que estamos diante da obra maravilhosa de Jesus, após sua vinda em carne a este mundo, que se deu através do “sim” corajoso e total da Virgem Maria.

Assim, ao estarmos diante de qualquer Cruz, somos levados também a pensar que Jesus Cristo foi Crucificado por nossas faltas, e, é o primeiro Ressuscitado para toda a Eternidade, para nossa redenção. Ele é a nossa esperança! Em Seu divino, puro e profundo amor por cada um de nós, criaturas de Deus (preocupado com Sua partida), tranquilizou-nos, homens e mulheres de todos os tempos:  “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida“.

Preparemo-nos interiormente para o verdadeiro sentido do Natal. (LBN)

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Crédito/imagens:

http://www.turnbacktogod.com/jesus

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“O Evangelho de Jesus, acolhido com fé verdadeira, traz alegria incontida e precisa ser partilhado com outras pessoas.” – Dom Odilo Pedro Scherer Arcebispo de São Paulo – SP (CNBB – 27.11.2013)

“JESUS MISERICORDIOSO – Eu confio em Vós”: Impressão poligráfica, replicada a partir da pintura revelada por Jesus a Santa Faustina Kowalska (1931), em visão mística (e, oficialmente aprovada pela Igreja Católica). Pintura restaurada em 2005.

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Com a recém anunciada Exortação Apostólica – Evangelii Gaudium, o Papa Francisco traz o que no mundo católico é tido como uma verdadeira boa nova.  Ela vem para conquistar as consciências de homens e mulheres que se lançam à evangelização em tempos voláteis, relativistas. Esta é a “Nova Evangelização” há muito aguardada por leigos e consagrados, e vem com um tom surpreendentemente positivo numa época permeada pelo que os especialistas chamam de “cultura da morte”. Evangelii Gaudium fala de alegria no anúncio do Evangelho.

Poderia não ter tido esta ênfase, mas o Papa quer trazer uma visão positiva da vida no mundo, justamente para resgatá-lo de suas obscuridades. Certamente, quer alcançar os jovens e os que se afastaram até mesmo da vida cristã  devido às pressões de uma cultura voltada à busca de satisfações  imediatas (consumo desenfreado) ou, então, estão alijados porque perdidos no emaranhado de caminhos que sugerem facilidades, mas que na verdade, confundem as mentes com  sugestões de auto-aniquilamento (em nome de uma suposta mudança de paradigma).

Também não ficam fora do foco da Exortação Apostólica – Evangelii Gaudium – os indivíduos que não estão sendo alcançados pela evangelização porque se encontram em situações de pobreza crônica. O desperdício em nossas sociedades, que anda ao lado da indigência ou linha da miséria o deixa escandalizado. Papa Francisco, nesse sentido, não admite o esquecimento de nenhuma ovelha perdida; quer trazer todas de volta o aprisco. Assim, todos somos convocados a buscá-las e encontrando-as, não ter outra atitude que não a do acolhimento irrestrito em nome  Igreja – o corpo de Cristo, que é a cabeça. E, mais, é católica porque sua vocação é a acolhida, já que  o termo  katholikos traz o significado de “geral” ou “universal”. (LBN)

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Fonte: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

A alegria do Evangelho

27 de novembro de 2013

Dom Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo (SP)

No Domingo de Cristo Rei, 24 de novembro, o papa Francisco brindou a Igreja com uma bela Exortação Apostólica sobre a evangelização, chamada: Evangelii gaudium – “A Alegria do Evangelho”. É um presente feito à Igreja no encerramento do Ano da Fé, ao longo do qual ela procurou, em todas as suas comunidades, recobrar o fervor da fé.

A Exortação Apostólica traz as contribuições e impulsos da assembleia do Sínodo dos Bispos de outubro de 2012, sobre o tema da “nova evangelização para a transmissão da fé cristã”. Mas também representa uma palavra pessoal do Papa Francisco e retrata sua experiência pessoal de “nova evangelização” na América Latina, especialmente, aquela do Documento de Aparecida.

O Evangelho de Jesus, acolhido com fé verdadeira, traz alegria incontida e precisa ser partilhado com outras pessoas. Quem encontrou Jesus, o Salvador e Senhor, fica de tal modo marcado e fascinado, que não pode segurar só para si essa boa experiência da fé; como os pastores da noite do nascimento de Jesus, em Belém (cf Lc 2,8-20), ou como os apóstolos, no início da pregação do Evangelho (cf At 4,20), também a Igreja sente-se impulsionada a comunicar também aos outros “o que viu e ouviu”.

Assim aconteceu no tempo de Jesus e dos Apóstolos e continuou a acontecer, ao longo da História, em tantas ocasiões e com uma multidão de pessoas. E acontece ainda hoje que homens e mulheres que acolhem com fé e alegria o Evangelho de Cristo, orientando suas vidas para Ele. Muitas pessoas batizadas fazem a experiência de sentir-se amadas por Deus e despertam para um generoso compromisso missionário e evangelizador.

O Evangelho é boa notícia para o nosso mundo e assim deve ser anunciado.  A alegria da fé, nascida do Evangelho, continua a levar a Igreja a anunciar e a compartilhar com outros o dom recebido, mesmo a custo de muitos sacrifícios e cruzes.

No encerramento do Ano da Fé, somos todos novamente enviados em missão, como “discípulos do Reino de Deus”. Anunciar o Evangelho e testemunhar a força e a eficácia de sua ação transformadora não deveria ser uma obrigação pesada, mas uma necessidade que brota do coração agradecido de quem encontrou as razões para crer: “ai de mim, se eu não pregar o Evangelho!” (1Cor, 9,16).

No Brasil, a solenidade de Cristo Rei e, neste ano, o encerramento do Ano da Fé, coincidiram com o início da Campanha Nacional para a Evangelização. Durante três semanas, somos convidados a refletir sobre a realidade da evangelização no Brasil, a rezar e a nos empenhar para que ela aconteça em todos os cantos de nosso País; no terceiro Domingo do Advento, faz-se a coleta em favor da evangelização, como gesto concreto de apoio a esta obra prioritária da Igreja.

Nada mais justo e acertado: o encontro renovado com Cristo Senhor aprofunda os laços da nossa fé; e esta leva-nos a anunciar a alegria do Evangelho, para ajudar outras pessoas a também se aproximarem de Deus. A evangelização é missão deve envolver a todos os batizados; todos eles têm parte na missão de anunciar o Evangelho, de muitas maneiras. A transmissão da fé e a iniciação à vida cristã são desafios urgentes, que todos os membros da Igreja precisam assumir de forma renovada.

A Exortação Apostólica Evangelii Gaudium – “A Alegria do Evangelho” – vem em boa hora para estimular e orientar a todos!

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Publicado em Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

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Solenidade de Cristo Rei do Universo – 24 de novembro – Santuário Nacional – Palavra de Dom Damasceno – Arcebispo de Aparecida

REX PACIFICUS – ÉPIPHANIE CHRISTO ROI

Solenidade de Cristo Rei – Santuário Nacional

Arcebispo de Aparecida – Dom Damasceno

Já estamos celebrando nesta Eucaristia a liturgia da Solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo. A liturgia da festa  Cristo Rei nos convida a contemplar o mistério de Cristo, Senhor da História, Juiz e Salvador da humanidade.
O texto do Apocalipse que escutamos apresenta Jesus como a testemunha fiel que nos revelou e nos revela que Deus é amor, Deus é Pai  e nós somos seus filhos pelo Espirito Santo derramado em nossos corações, que clama no nosso íntimo:  Abbá – isto é – Pai.  Jesus Cristo é o primeiro que ressuscitou dos mortos, venceu a morte, o pecado, o demônio e elevado aos céus à direita do Pai, Ele nos precedeu na glória dos céus, como prometeu aos seus discípulos: “quando eu for e vos tiver preparado um lugar,  voltarei para levar-vos comigo, para que estejais onde eu estou” (Jo 14, 2-3)
No evangelho, diante de Pilatos, representante na Judeia, de Cesar, imperador romano, Jesus não nega que é rei, mas afirma que seu reino não é deste mundo. Seu reino não tem origem na terra. Seu poder não se apoia na força, nem no poder deste mundo. Sua realeza vem do céu, é espiritual;  “é o poder divino de dar a vida eterna, de libertar do mal, de derrotar o domínio da morte” (Bento XVI).  Seu reinado se manifesta no amor, “amai-vos uns aos outros como  eu vos amei”; “não há prova maior de amor do que dar a vida pelos seus amigos.”  Seu reinado se  manifesta no serviço: “eu não vim para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate de muitos.” Seu reino é um reino de paz: “felizes os que constroem a paz.”
Quem se tornou discípulo de Jesus, quem fez dele a opção de sua vida, deve assumir as mesmas atitudes de Jesus: testemunhar a verdade, a justiça,  a solidariedade, o amor e a  paz.  “Escolher Cristo não garante o sucesso segundo os critérios do mundo (poder, dinheiro, fama, prestígio), mas assegura aquela paz e alegria que só Ele pode dar.” (Bento XVI).
Peçamos a Maria, Rainha do Céu e da Terra, que nos ajude  a seguir Jesus, nosso Rei, como Ela o fez e a dar testemunho Dele com toda a nossa existência. (…)
Publicado por Dom Damasceno  (26 de novembro de 2012).

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“Preconceito e Homofobia [A Armadilha do “Preconceito e da “Homofobia”] – O vocabulário que quer a inversão do que é racional – Artigo (Scutum Fidei – 28.04.2013)

  • Fonte: Frates in Unum

    «A verdadeira liberdade consiste em conformar-se com Cristo, e não em fazer o que se quer»

    Bento XVI, audiência geral de 1º de outubro de 2.008.

    ….

Quando o sacerdote celebra a Santa Missa…
  • Honra a Deus, alegra os anjos, edifica a Igreja, ajuda os vivos, proporciona descanso aos defuntos e faz-se participante de todos os bens. (Imitação de Cristo, Livro IV, Cap. V)

….
O conteúdo abaixo foi publicado por Lucia Nunes  em Notas-Facebook –  em Segunda, 29 de abril de 2013 às 20:43:
  • Entrevista coletiva de Padre Beto: “Eu não tenho do que me redimir, e, muito menos a quem ou do que pedir perdão.

        Link (áudio)

  • Padre Beto abandona ministério sacerdotal e espera que Igreja volte a ser a mesma das décadas de 60 a 80.

Declaração de Padre Beto em seu perfil no Facebook.

  • Diocese de Bauru declara a excomunhão de Padre Beto: incorreu de livre vontade no gravíssimo delito de heresia e cisma. Padre Beto está excomungado por heresia e cisma: traiu o compromisso de fidelidade à Igreja em nome da “liberdade de expressão”.

Fonte: Frates in Unum

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Fonte: Frates in Unum

 Conteúdo relacionado:

A Armadilha do “Preconceito” e da “Homofobia” – O vocabulário que quer a inversão do que é racional (na íntegra, logo abaixo)

19 de abril de 2013. Publicado no original em http://www.montfort.org.br/a-armadilha-do-preconceito-e-da-homofobia-o-vocabulario-que-quer-a-inversao-do-que-e-racional/

e

http://scutumfidei.org/2013/04/19/a-armadilha-do-preconceito-e-da-homofobia-o-vocabulario-que-quer-a-inversao-do-que-e-racional/

Scutum Fidei – 28 de abril de 2013 – Queremos tratar neste breve artigo, todavia, de dois termos muito empregados atualmente pelo politicamente correto e pelo lobby homossexual para a promoção de comportamentos que se opõem francamente à natureza. São esses termos: preconceito e homofobia. … Autor: Padre Daniel Pinheiro

ARTIGO

A Armadilha do “Preconceito” e da “Homofobia” – O

vocabulário que quer a inversão do que é racional

Autor: Padre Daniel Pinheiro Scutum Fidei

Os slogans, as frases feitas e o vocabulário pronto são extremamente corriqueiros. O programa de destruição do cristianismo, quer dizer, da santa Igreja Católica é mestre em bravejar slogans aparentemente inofensivos, mas que tem por objetivo último a completa mudança das mentalidades. Seguindo esse modus operandi, o aborto torna-se interrupção da gestação, por exemplo. A contracepção pode se tornar planejamento familiar. Queremos tratar neste breve artigo, todavia, de dois termos muito empregados atualmente pelo politicamente correto e pelo lobby homossexual para a promoção de comportamentos que se opõem francamente à natureza. São esses termos: preconceito e homofobia. Esses termos são utilizados por eles exatamente porque invertem completamente a realidade da questão.Preconceito e homofobia são expressões muito precisas e que significam algo muito mais sério e profundo do que parece à primeira vista. A intenção com o uso desses termos e pelo próprio sentido deles é afirmar que se opor ao homossexualismo é algo contrário à razão. Convém, para explicitar melhor isso, considerar algumas noções filosóficas.

As três operações do intelecto humano

O conceito é o fruto da primeira operação do intelecto, que se denomina simplex apprehensio (simples apreensão). O conceito é o entendimento pelo intelecto da essência de um dado ser. O conceito é, então, o primeiro fruto da racionalidade humana, se assim podemos dizer. É somente com a segunda operação do intelecto, denominada compositio et divisio(composição e divisão) que se faz um julgamento, fruto dessa segunda operação. Depois de abstrair a essência dos seres materiais o intelecto é capaz de julgar associando (compositio) ou separando (divisio) conceitos, afirmando ou negando o predicado de um sujeito. Assim, depois de abstrair a essência de homem (animal racional) e a essência de justo (aquele que dá a cada um aquilo que lhe é devido), eu posso dizer que um homem é justo ou injusto, por exemplo. Finalmente, com a terceira operação do intelecto e seu fruto que se chamam ambos raciocínio (ratiocinatio) o homem pode progredir no conhecimento, chegando ao conhecimento de algo novo a partir daquilo que já é conhecido por ele: i) todo homem tem um corpo; ii) Ora, Cristo é verdadeiro Homem; iii) Cristo tem, então, um corpo. Eis as três operações do intelecto humano.

Opor-se à prática homossexual é um preconceito?

Depois dessa breve análise das operações do intelecto e de seus frutos, podemos compreender aonde se pretende chegar quando se diz que se opor ao homossexualismo é um preconceito. O preconceito consiste, como o próprio nome indica, em uma maneira de agir que é anterior ao conceito. É uma ação sem qualquer indício de racionalidade, pois o preconceituoso se opõe a algo antes de conhecer a essência daquilo a que se opõe. Assim, aquele que é preconceituoso em relação ao homossexualismo agiria sem pensar, quer dizer, antes de saber exatamente o que significa o homossexualismo. Isso significaria, então, que aqueles que se opõem ao homossexualismo não agem segundo a razão, mas como animais, julgando simplesmente segundo sentimentos, paixões[1]. Ou ainda, aqueles que se opõem ao homossexualismo agem de maneira irracional porque agem movidos por razões religiosas. Como a religião é, para os modernos, inconciliável com a razão, aquele que julga por motivos religiosos julga sem ter conceitos racionais formados[2]. O que eles pretendem fazer, então, é informar essas pessoas consideradas por eles como preconceituosas e ignorantes, dizendo a elas o que é verdadeiramente o homossexualismo, para que elas tenham um conceito dele e possam julgá-lo a partir disso. Eles dizem, então, que se trata de “uma expressão legítima de amor”, “algo que faz parte da evolução humana”, “algo que leva certas pessoas à felicidade”, etc. Ao informar as pessoas não dão, então, o conceito correto de homossexualismo – comportamento contra a lei natural[3] e, portanto, irracional, portanto contra a virtude e conducente, como tal, à tristeza. Dão uma definição falsa que apela, sobretudo, aos sentimentos, às paixões. Com essa noção falsa as pessoas passarão a julgar falsamente a homossexualidade, aceitando-a e alguns até mesmo incentivando-a.

Notemos que há, assim, uma inversão completa da realidade, pois, na verdade,  os que se opõem ao homossexualismo o fazem justamente porque possuem o conhecimento exato da essência do homossexualismo, têm um conhecimento exato de seu conceito, e julgam seguindo a razão, baseada sempre na natureza das coisas. Assim, são contrários ao homossexualismo por que tal conduta, opondo-se à natureza, opõe-se à razão, e opondo-se à razão opõe-se ao bem do próprio homem e da sociedade. Assim, pela simples acusação de preconceito, aqueles que defendem a lei natural – participação da lei eterna em Deus e que pode ser e é conhecida pela razão – tornam-se os irracionais. Por outro lado, aqueles que defendem o homossexualismo, opõem-se, na verdade, à lei natural – sobre a qual deve ser fundada a razão que opera retamente. São os defensores desse comportamento que julgam segundo as paixões e, portanto, de forma irracional, mas, ao acusar os outros de “preconceito” pretendem ser os racionais e os razoáveis. A inversão foi feita com uma só palavra. Com um simples termo – preconceito – a virtude passou a ser o vício e o vício passou a ser virtude. O vício tornou-se um bem e uma condição para a felicidade.

O que significa homofobia?

Algo semelhante ocorre com o termo homofobia. O termo fobia significa geralmente uma aversão[4] (ou medo) exagerada, desproporcional, enfim irracional, em relação a algo que é considerado como um mal. A essa aversão se segue, em geral, um ódio com relação àquilo que é considerado um mal. Assim, a paixão do apetite concupiscível ou irascível seria tal que a razão deixaria de exercer seu domínio sobre as faculdades inferiores. Vemos claramente isso quando falamos de claustrofobia, que é a aversão irracional a lugares fechados ou agorafobia que é o medo irracional de lugares abertos ou públicos. Em todo o caso, a fobia é uma aversão (ou medo) irracional, que precede qualquer julgamento ou que advém de um julgamento falso: todo lugar fechado é perigoso ou todo lugar público é perigoso e deve ser evitado. Assim, quando se fala de homofobia o que se quer dizer é que existe uma aversão (ou medo) irracional em relação ao homossexualismo devido às paixões que suprimem o uso da razão ou devido ao falso juízo que se faz sobre o homossexualismo, que é, por sua vez, consequência do falso conceito que se tem dele. Voltamos ao mesmo ponto: é preciso informar os homofóbicos da “verdadeira” natureza do homossexualismo. Mais uma vez, com uma só palavra, a inversão completa da realidade foi operada. Aqueles que se opõem ao homossexualismo teriam uma aversão (ou medo) irracional, baseada em paixões que não estão de acordo com a razão. Aqueles que em realidade ordenam suas paixões segundo a razão, sempre com base, portanto, na lei natural, tornam-se os irracionais, enquanto aqueles que agem contra as leis mais básicas e evidentes da natureza e seguem as paixões desordenadas (contrárias à razão), tornam-se os grandes racionais e razoáveis.

Revolução operada

Vemos, então, como duas palavras aparentemente inofensivas operam uma verdadeira revolução. O racional torna-se irracional. O irracional torna-se racional. A virtude, que consiste justamente em uma disposição bem enraizada e dificilmente removível na alma de agir segundo a razão, torna-se vício. O vício, disposição idêntica à outra, mas contrária à razão, torna-se virtude. Não deixemos que esse vocabulário mais do que tendencioso nos seja imposto, enganando-nos. Aquele que se opõe ao homossexualismo não é preconceituoso nem homofóbico. Ele tem aversão a um mal que reconhece, baseado na realidade das coisas, como profundamente contrário à natureza. Um mal que corrompe a moralidade com a mesma gravidade que a negação dos princípios especulativos (princípio de não contradição, por exemplo) corrompe a razão.

O homossexualismo não pode, ademais, levar à felicidade. Ora, o bem de um ser – que é, claro, a sua felicidade – consiste em operar segundo a sua natureza. A natureza do homem é racional. Portanto, a felicidade do homem consiste em agir segundo a razão, conhecendo a verdade, agindo segundo a verdade e deleitando-se nela. Tal felicidade será plena quando atingirmos a Verdade pela visão beatífica e a amarmos em consequência desse conhecimento. Para chegar lá, porém, é preciso desde já agir segundo a razão. A razão nos mostra, por um lado, que o homossexualismo é intrinsecamente mau. Por outro lado, ela nos mostra que devemos aderir plenamente a Deus que se revela – o que pode ser conhecido pelos milagres e profecias, critérios de credibilidade. Ora, o Deus que se revela condenou igualmente o homossexualismo, querendo, porém, a conversão do pecador. É preciso amar as pessoas que possuem a tendência homossexual não para confortá-las em suas tendências, modos ou práticas, mas para desejar-lhes e fazer-lhes o bem, que é viver segundo a lei natural e segundo a lei divina.

Conclusão

Nosso Senhor falou que se conhece a árvore pelos frutos. Ora, os frutos naturais do homossexualismo não existem, ou se existem são frutos que se rebaixam à pura alegria sentimental e passageira, advinda da satisfação das paixões. Os frutos do casamento, do verdadeiro e único casamento possível, entre um homem e uma mulher, são inúmeros, desde que se evite a contracepção e a mentalidade da contracepção. Aqui a alegria é real, pois se age segundo a natureza humana, segundo a razão.

Notas – Padre Daniel Pinheiro

[1] De fato, quem age por preconceito age de maneira irracional. Assim, julgar moralmente alguém simplesmente pela cor da pele é um verdadeiro preconceito, algo irracional e, portanto, um pecado. Neste caso, faz-se um juízo antes de ter um conceito preciso do que é cor de pele (acidente do tipo qualidade) e antes de estabelecer a relação da cor da pele com a moralidade (acidente do tipo qualidade que não tem nenhuma influência na vida moral).

[2] É evidente que a religião não é algo irracional, não é uma superstição nem um salto no escuro, como pretendem muitos. O católico não crê porque é absurdo. Ao contrário, o católico crê porque é razoável crer, porque ele reconhece que Deus existe, reconhece que Deus pode falar e reconhece que Deus falou em virtude dos milagres e profecias, que só podem ter sua origem em Deus e que são, por isso, motivos de credibilidade. A fé é algo em conformidade com a razão, superando-a, mas nunca a contradizendo. Uma religião que contraria a razão é necessariamente uma falsa religião, pois, nesse caso, haveria contradição em Deus, que é o autor tanto da razão quanto da religião.

[3] A lei natural é a lei conhecida pela razão em virtude da própria natureza das coisas, tais como elas existem. Ela não pode evoluir nem mudar, pois a natureza das coisas não muda. Querer mudar a lei natural seria, em última instância, querer mudar Deus, pois a natureza das coisas é um reflexo da natureza divina, que não muda. É evidente que a própria natureza do homem mostra que a finalidade primária da união sexual é a procriação e que se o homem possui um apetite com relação a esse hábito é justamente para garantir a conservação da espécie, como lhe foi dado um apetite para se alimentar, a fim de conservar o indivíduo.

[4] Estritamente falando, fobia significa medo. Todavia, fobia parece aqui ser usado em sentido mais amplo, abrangendo tanto o medo quanto a aversão. O medo é a paixão (do apetite irascível) face ao mal árduo quando tememos sucumbir, enquanto a aversão ou fuga é simplesmente o desejo de afastar-se de um mal. Quando se trata dessas fobias, pode haver as duas paixões e mesmo a ira, que combate o mal presente.

Fonte: http://www.montfort.org.br/a-armadilha-do-preconceito-e-da-homofobia-o-vocabulario-que-quer-a-inversao-do-que-e-racional/ (texto integral).

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CELEBRAR A PÁSCOA É FESTEJAR A AÇÃO LIBERTADORA DE DEUS NA VIDA,PAIXÃO,MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS E CONTEMPLAR ESTA FORÇA DO AMOR MATERNAL DE DEUS ATUANDO EM NÓS E EM TODO UNIVERSO, RECRIANDO-O COM UMA NOVA CRIAÇÃO, RENOVADA PELA RESSURREIÇÃO DE JESUS – Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares (OCDS) – Província São José – Brasil.

Desejo a todos uma boa e Santa Páscoa! Viva Jesus!

Lembramos nesta semana, a Sua Paixão, no Calvário, e damos graças pela Sua Ressurreição! Damos graças, portanto, por nos mostrar Seu Amor Infinito no sofrimento da Cruz, para o perdão de nossos pecados e de toda a Humanidade – do passado, do presente e do futuro!

Lúcia Barden Nunes

“Viva Jesus”: Expressão cunhada por São Francisco de Sales – Patrono da Imprensa Católica.

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Fonte: OCDS – Província São José – Brasil

Sábado, 30 de março de 2013

JESUS RESSUSCITOU!!! ALELUIA!!! ESTÁ VIVO!!!

RELEMBREMOS A EXPERIÊNCIA DAS MULHERES QUE FORAM DE MADRUGADA AO SEPULCRO E ENCONTRARAM O TÚMULO VAZIO E OS ANJOS DIZENDO :
“ELE NÃO ESTÁ MAIS AQUI.RESSUSCITOU !”
UMA DAS EXPRESSÕES MAIS FORTES NESTES DIAS É O “ALELUIA”,PALAVRA HEBRAICA QUE SIGNIFICA SIMPLESMENTE “LOUVOR A DEUS”.

NOSSA VIDA É REGIDA PELA VITÓRIA DE JESUS!!!!

NOSSA PÁSCOA E NOSSA RESSURREIÇÃO, GARANTIA DE NOSSA UNIÃO

DEFINITIVA COM DEUS.

Publicado em OCDS – Província São José – Brasil.

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