Sobre a devoção ao Sagrado Coração de Jesus

****
Festa do Sagrado Coração de Jesus

“Sagrado Coração de Jesus,
tenho confiança em Vós.”
(300 dias de indulgência)
Que é a festa do Sagrado Coração?
Publicado em Mulher Católica.
O humano vem sendo substituído pelo artifício, e nem mesmo os sentimentos, as emoções estão fora de seu alcance. O mundo virtual está mudando, em sentido geral, a noção do que é viver em uma perspectiva ampla… A Ciência tem se mostrado em muitos campos, um bem para a Humanidade. Mas sabemos que, em geral, oculta conteúdos nefastos ao longo de seu desenvolvimento. Este blog é uma tentativa, e ao mesmo tempo, uma proposta de autopreservação tanto emocional quanto espiritual. Quanto aos visitantes do blog "Castelo Interior", penso que o legado de Santa Teresa, bem como as contribuições da cristandade podem propiciar este "cuidado interior". Aliás, um cuidado vital que envolve nossas mentes, nossas almas. O título do blog é uma reverência à vida e à obra de Santa Teresa de Jesus (Ávila). Suas leituras me inspiraram, e mais que isto, continuam me ensinando a viver neste tempo caótico, a interpretá-lo à luz da Fé. A partir do que compreendi de seus escritos "Castelo Interior" e "Livro da Vida", e os mais breves (estou no início de "Caminho da Perfeição"), me lancei à proposta de uma "mescla" entre Jornalismo, Literatura (suas Obras, por excelência, através da análise de estudiosos carmelitanos descalços, principalmente), com abertura para textos clássicos católicos, e artigos universais e relevantes, segundo a ótica da doutrina católica. Por fim, acredito que a produção de Santa Teresa de Ávila evidenciará o quanto sua produção nos insere em uma inevitável espiral de espiritualidade. Seu tempo, como o nosso, estava impregnado de perigos extremos – tanto para o corpo, quanto para a alma. Entretanto, esta Doutora da Igreja deixou-nos, em seus três principais escritos, a essência de seu pensamento: "Nada te turbe, nada te espante. Tudo se pasa. Dios no se muda. La paciencia todo lo alcanza. Quien a Dios tiene nada le falta. Sólo Dios basta!" (Santa Teresa de Jesus). Este blog foi criado em 2007 e não tem fins comerciais.

****

“Sagrado Coração de Jesus,
tenho confiança em Vós.”
(300 dias de indulgência)
Publicado em Mulher Católica.
Fonte: Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares (OCDS) – Província São José – Brasil
A SOLENIDADE DE HOJE, ECO DA CELEBRAÇÃO DA QUINTA-FEIRA SANTA, FAZ-NOS EXPERIMENTAR DE FORMA MÍSTICA E CONCRETA O MISTÉRIO DA ENTREGA DO SENHOR JESUS.

ESSA CELEBRAÇÃO FOI INSTITUÍDA NA IGREJA PELO DECRETO DO PAPA URBANO IV,EM 1264, NO QUAL AFIRMA QUE A DATA DEVERIA SER NUMA QUINTA-FEIRA, 60 DIAS APÓS A PÁSCOA CRISTÃ, DE MODO QUE FOSSE FEITA A MEMÓRIA DA INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA POR JESUS.
DESTA FORMA ,CORPUS CHRISTI TORNOU-SE UMA CELEBRAÇÃO DE CARÁTER DEVOCIONAL, UMA VEZ QUE A VERDADEIRA FESTA DA INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA NA IGREJA É AQUELA DA NOITE DA QUINTA- FEIRA SANTA.
COMO AFIRMA SANTO TOMÁS DE AQUINO: “NINGUÉM SERIA CAPAZ DE EXPRESSAR A SUAVIDADE DESSE SACRAMENTO (EUCARISTIA): NELE SE PODE SABOREAR A DOÇURA ESPIRITUAL EM SUA PRÓPRIA FONTE, E TORNA-SE PRESENTE A MEMÓRIA DAQUELE IMENSO E INEFÁVEL AMOR QUE CRISTO DEMONSTROU CONOSCO EM SUA PAIXÃO. ENFIM, PARA QUE A IMENSIDADE DESSE AMOR FICASSE MAIS PROFUNDAMENTE GRAVADA NOS CORAÇÕES DOS FIÉIS, CRISTO INSTITUIU ESSE SACRAMENTO DURANTE A ÚLTIMA CEIA, QUANDO, AO CELEBRAR A PÁSCOA COM SEUS DISCÍPULOS ESTAVA PRESTES A PASSAR DESTE MUNDO PARA O PAI. A EUCARISTIA É O MEMORIAL PERENE DA SUA PAIXÃO, O CUMPRIMENTO PERFEITO DAS FIGURAS DA ANTIGA ALIANÇA E O MAIOR DE TODOS OS MILAGRES QUE CRISTO REALIZOU…”.
O SENHOR ,QUE TRAZ A PAZ À SUA IGREJA ,NOS DÁ COMO ALIMENTO , A FLOR DO TRIGO.
(…)
Publicado em OCDS (por Maria Eduarda).
________________________________________________________________________________________________________________________________________
Fonte: Pastoral Vocacional Carmelitana
Publicado em Pastoral Vocacional Carmelitana.

Fonte: Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares – Província São José – Brasil
______________________________________________________________________________________________________________________________________
Fonte: Agência de Notícias Zenit – Roma
O fundador dos Frades Franciscanos da Imaculada explica a virtude mariana da prudência
Por Pe. Stefano M. Pio Manelli
ROMA, sábado, 05 de maio de 2012 (ZENIT.org) – Não é errado dizer que a primeira virtude demonstrada por Nossa Senhora na Anunciação foi a virtude cardeal da prudência. Na verdade, nas extraordinárias palavras de saudação do anjo Gabriel – “Ave, ó cheia de graça, o Senhor está contigo! (Lc 1, 28) – o evangelista São Lucas diz que a Virgem Maria ficou rapidamente amedrontada, tocada ou perturbada. Por quê? Por causa da intervenção da virtude da prudência!
Está na natureza da virtude da prudência, de fato, o dever de alertar a pessoa de toda precipitação ou juízo precipitado das coisas, ajudando a dar-se conta primeiramente do que escuta, do que vê e do que acontece. A estas palavras notáveis do Anjo, a virtude da prudência se fez presente e colocou em guarda a jovem virgem Maria, comprometendo-a a refletir para avaliar prudentemente o significado destas palavras angelicais, em vez de exaltar-se sem dar-se conta do seu real significado.
Literalmente, de fato, o evangelista São Lucas diz que às belas palavras de saudação do Anjo, a Virgem Maria, muito prudentemente, antes de exaltar-se, “pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação” (Lc 1, 29). Prudência e deliberação caminham lado a lado com estas palavras do evangelista, e muito mais, unem-se profundamente no comportamento da virgem Maria.
Junto com a perturbação inicial de Nossa Senhora, de fato, o Anjo Gabriel, em seguida, dá uma explicação, não menos extraordinária também: “Não tema, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo e o Senhor Deus lhe dará o rono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim” (Lc 1, 30-33 ).
Nas palavras do Anjo, portanto, continua a revelação de coisas realmente extraordinárias; coisas grandes, coisas enormes, coisas humanamente incríveis, que, querendo, podem ser resumidas nas palavras: Tu, Virgem Maria, serás mãe do mesmo Filho de Deus!
http://ocdsprovinciasaojose.blogspot.com.br/2009/12/liturgia-01-de-janeiro-santa-maria-mae.html
A estas palavras do Anjo, agora, poderíamos pensar que imediatamente, por parte da Virgem Maria, não havia mais nada a fazer, a não ser alegrar-se e exaltar-se até o sétimo céu, regozijando-se de uma alegria divina sem medida. Porém, isso não aconteceu. Por quê?
Maria, de fato, até mesmo depois das outras palavras do Anjo, apresenta-se com a sua prudência e circunspecção, não se exaltando para nada com as palavras tão sublimes que o Anjo Gabriel disse à ela e que diz respeito especificamente ao plano de Deus para ela.
É próprio da virtude da prudência, de fato, observar com cuidado cada coisa, para saber discernir o bem do mal, evitando assim, qualquer risco de dano a si ou aos outros. A este respeito, no entanto, surge uma pergunta: mas era possível que por parte do Anjo Maria recebesse algo de mal ou de inconveniente? Trata-se de um anjo enviado por Deus!
A resposta a esta razoável pergunta fica ainda no ar, porque Maria, refletindo prudentemente nas palavras do Anjo, capta um ponto problemático com relação à sua condição pessoal de virgem consagrada a Deus, e por isso ela pode imediatamente perguntar como acontecerá isso que o Anjo disse, tendo ela já consagrado a sua virgindade a Deus: “Como é possível? Eu não conheço homem”(Lc 1, 34). Isto é: como ela poderá se tornar Mãe do Filho de Deus sem trair a oferta da sua virgindade a Deus? O problema, portanto, era realmente grande para Maria, era crucial.
Se é verdade que ela deveria rapidamente exaltar-se com o projeto de uma tão sublime maternidade divina, como conciliá-lo, no entanto, com a já consagrada virgindade dela a Deus? De alguma forma ela pode tirar de Deus o que já lhe tinha doado e que pertence somente a Ele? Será que Ela pode não mais prestar atenção à sua virgindade dada a Deus? … São perguntas realmente delicadas e intrigantes!
Prudência e circunspecção respondem não. Neste caso, só Deus podia resolver o assunto, porque é sagrado dever da criatura salvaguardar sempre o direito de Deus ao qual pertencia a virgindade que Maria já lhe tinha oferecido.
E aqui estão as últimas palavras do Anjo à Virgem que tem se mostrado tão atenta e prudente: “O Espírito Santo virá sobre ti, e a potência do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Aquele que nascerá será, portanto, chamado Santo e Filho de Deus”(Lc 1, 35).
Neste ponto, a conclusão desta lição altíssima sobre a virtude cardeal da prudência foi a resposta final de Maria ao Anjo que agora pôde dizer-lhe com toda a sua alma: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra “(Lc 1, 38).
Que a “Virgo Prudens ” nos ensine também a preciosa virtude cardeal da prudência!
……
Publicado em Agência de Notícias Zenit – Roma.
Desejo a todos uma boa e santa Páscoa, em Cristo Jesus. Lembramos a Sua Paixão, no Calvário, e a Sua Ressurreição, para o perdão de nossas faltas e de toda a Humanidade – do passado, do presente e do futuro!
(Lúcia Barden Nunes)
_____________________________________________________________________________________________________________________________
Fonte: OCDS – Província São José – Brasil



Sexta-Feira Santa
06.04.2012
Minha profissão de Fé
Gostem ou não os ateístas, misoteístas, e outras tendências que negam o caráter transcendente da vida humana, creio em um resgate, em vida e após a morte. Ele veio através de Jesus Cristo.
Sou jornalista, e tenho pago o preço (e não reclamo!) de afirmar minha fé no Cristianismo. Hoje, Sexta Feira Santa – para muitos apenas um feriado – o mundo ocidental lembra a tragédia humana. Ela fica estampada no sacrifício deste homem fortíssimo, ma manso de coração há mais de dois mil anos no mundo ocidental. Mas gostem ou não, seu legado se afirma, com dificuldades, é verdade, por todo o Oriente (continentes árabe, asiático e africano). Por que temem tanto o que mesmo estes povos aceitam com alegria? Deixo a questão no ar.
Sob outro aspecto, somos capazes de tudo no intento de afirmarmos nossa existência, que, no máximo pode ultrapassar um século (pouco, e raramente). Jesus Cristo continua inspirando vidas no mundo inteiro, apesar das de nossas propensões ao Mal, ao que é destrutivo, ao egoísmo mortífero. Um Mal que pode aniquilar instantaneamente ou a longo prazo uma ou várias vidas, ou, a vida em si. Mas quem o propaga, a si próprio destroi, e de modo quase imperceptível com a passagem do tempo. Só vai lhe restando o vazio. Literalmente, para este, o inferno começa aqui…
A opção pelo relativismo enquanto cultura, no mundo ocidental, que, sob o manto da liberdade vem se impondo, já está dividindo a Humanidade em dois mundos: os que amam a si mesmo e nada mais, e os que amam o Bem e o Belo do espírito humano e da vida. Há muito decidi pela segunda opção e, que Deus me ajude, continuarei arcando com as consequências. Estou bem acompanhada, e por por muitos. Aliás, à revelia da “Babel” atual, sinto-me amparada por aquele que é sacrificado, mas ressuscita, vindo das trevas espirituais na morte física: Jesus Cristo. Ele não vive somente para uma grande parte dentro de todas as denominações o explorarem com venda de livros, cd’s, incitamento a grandes ofertas de dízimo – como numa chantagem para uma vida próspera, etc. Vive para nos resgatar da segunda morte: a do espírito em vida e após o seu término. Este espírito – a alma – vai reencontra a paz. A seu tempo, nossos corpos serão restituídos do sono eterno, e se unirão misteriosamente à alma que não perece – para o seu bem e, para o seu mal. Sua Ressurreição é a efetivação da esperança que alimentamos neste “vale de lágrimas”(*). (LBN)
* Termo da oração Salve Rainha.
_____________________________________________________________________________________________________________________________
Fonte: ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS SECULARES (OCDS ) – Província São José.
“A PAIXÃO DE CRISTO A PARTIR DOS OLHOS DE UMA MÃE”
Olá a todos! Amigos, amigas e visitantes!
Entramos na Semana Santa. Deixo, a princípio, uma reflexão do Pe. Antônio Sérgio P. de Magalhães, contida em uma publicação histórica e singela da Igreja Católica, no Brasil (Folhinha do Sagrado Coração de Jesus):
“Diante da cruz, sempre se descobre que Deus está presente, dando tudo: no Corpo e no Sangue, na vida de seu Filho, despojado, sem nada.”

Mensagem Bíblica
(Is 50, 6)
“Entreguei minhas costas aos que me batiam,
e minhas faces aos que me arrancavam a barba: não escondi o rosto,aos ultrajes e às cuspidas.”
Fonte/imagem: Paróquia São Lucas Evangelista – Servidores do Altar da Arquidiocese de Belém – Pará.
__________________________________________________________________________________________________________________________
Publicado em Reflexões Franciscanas.




Fonte/imagens: Papa Bento XVI em Cuba – 28.03.2012.
__________________________________________________________________________________________________________________________
Fonte: Da Mihi Animas


Fonte/imagem: Visita do Papa ao México – Fotos da passagem de Bento XVI no México, onde chegou no último sábado, 24
___________________________________________________________________________________________________________________________
VISITA AO MÉXICO
Fonte: Agência Zenit – O mundo visto de Roma
26.03.2012
Bento XVI se despede dos mexicanos, exortando a não acreditar na mentalidade utilitarista
Por Luca Marcolivio
GUANAJUATO, segunda-feira, 26 de março de 2012(ZENIT.org) – A visita pastoral de Bento XVI ao México foi concluída. Às 8 da manhã, o Santo Padre fez seu discurso de despedida no aeroporto internacional de Guanajuato, na presença do presidente mexicano, Felipe Calderón, e outras autoridades civis, políticas e eclesiásticas, e muitos fiéis.
O Papa definiu a sua visita breve mas intensa e a sua conclusão não é o fim do meu afeto e da minha proximidade a um país que levo no íntimo de mim mesmo. Agradeço a todos que a acolheram nestes três dias e que fizeram possível este evento; Bento XVI pediu ao Senhor para que tantos esforços não tenham sido em vão e que com sua ajuda produzam abundantes e duradouros frutos na vida de fé, esperança e caridade de León e Guanajuato, do México e dos países irmãos da América Latina e do Caribe.
Diante da fé em Jesus Cristo e da devoção afetuosa a Maria Santíssima, particularmente venerada no México, o Papa renovou o convite aos mexicanos para serem fiéis a si mesmos e não deixarem se intimidar pela força do mal, para serem corajosos e trabalharem a fim que a seiva de suas raízes cristãs façam florescer o presente e o futuro.
Quanto à problemática antiga e recente do país centro americano, o Santo Padre afirmou que compartilha seja a alegria, seja a dor dos irmãos mexicanos e que os coloca aos pés da Cruz, no coração de Cristo, do qual jorrou a água e o sangue redentor.
A exortação de Bento XVI aos fiéis mexicanos foi a de não ceder à mentalidade utilitarista, que termina sempre com o sacrifício dos mais fracos e indefesos, fazendo um esforço solidário que permita à sociedade, renovar suas bases para alcançar uma vida digna, justa e em paz para todos.
A contribuição ao bem comum, prosseguiu o Papa, é também uma exigência de dimensão essencial do Evangelho que é a promoção humana e uma altíssima expressão da caridade.
E por fim o Santo Padre dirigiu aos mexicanos seu Adios! No verdadeiro sentido da tradicional expressão hispânica: fiquem com Deus! Sempre no amor de Cristo, onde todos nos encontramos e nos encontraremos.
No momento de deixar o território mexicano, a bordo de um B777 da Alitalia, direto para o aeroporto de Santiago de Cuba, Bento XVI dirigiu um telegrama ao presidente Calderón, agradecendo a hospitalidade recebida durante os três dias da visita pastoral.
O Papa confiou os mexicanos e seus governantes à amorosa proteção de Nossa Senhora de Guadalupe, para que coerentemente com a vigorosa raiz cristã do país, prossigam cultivando por toda parte os valores morais e civis, para que se consolide a vida social por caminhos de paz, de concórdia e solidariedade.
(Tradução:MEM).
…..
Publicado em Agência Zenit.

Fonte: Temas Polêmicos da Igreja Católica: “Aborto Não!” – Artigo (subtítulos): Cultura de Vida e Aborto, Aborto e Estupro, Aborto de Anencéfalos, Aborto – Direito de Decidir?, As Consequências do Aborto, Complicações Tardias do Aborto, Consequência sobre a Criança Não Nascida, Consequências Psicológicas, Consequências Sociais, Mensagem para Reflexão. Home: (16.03.2012) http://temaspolemicosigreja.blogspot.com.br/2012/03/consolemos-nossa-mae.html
Links encartados na matéria:
http://www.providafamilia.org.br/site/secoes_detalhes.php?sc=52&id=362
http://www.providafamilia.org.br/site/secoes_detalhes.php?sc=50&id=382
http://temaspolemicosigreja.blogspot.com/2010/06/contra-o-sexo-antes-do-casamento.html)
http://www.providafamilia.org.br/site/secoes_detalhes.php?sc=33&id=70
Publicada por Taiana Froes em Junho 24, 2010.
____________________________________________________________________________________________________________________________
Línks relacionados (ao lado, no Blogroll do blog “Castelo Interior”, ao final da lista):
“Resources Medical” – Anti-Abortion (http://www.priestsforlife.org)
“This is a Suction Abortion” – Fr. Frank Pavone – “Priests for Life”.
_____________________________________________________________________________________________________________________________
Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo (SP)
De novo, em pauta a questão do aborto. Estamos num ano eleitoral, os partidos vão costurando suas alianças e, como não podia deixar de ser, na pauta dos ajustes também entram questões polêmicas, em discussão há mais tempo na opinião pública e também no Congresso Nacional.
Há quem gostaria que certos temas delicados não estivessem nos grandes debates político-eleitorais, talvez para não exigir uma tomada de posição clara perante os eleitores; prefere-se, então, qualificá-las como “questões religiosas”, das quais o Estado laico não se deveria ocupar, nem gastar tempo com elas na discussão política… Não penso assim. Decisões sobre a vida e a morte de outros seres humanos, sobre o modelo de casamento, família e educação, sobre justiça social e princípios éticos básicos para o convívio social são questões do mais alto interesse e relevância política. Dizer que são “temas religiosos” significa desqualificar a sua discussão pública, relegando-os à esfera da vida privada, ou ao ativismo de grupos voltados mais para interesses particulares que para o bem comum. Tirar da pauta política esses temas também poderia sugerir que pessoas sem religião não precisam estar vinculadas a valores e convicções éticas, o que é falso e até ofensivo.
Preocupo-me quando ouço que, no Brasil, a cada ano, são realizados mais de um milhão de abortos “clandestinos” e que, tantas mil mulheres (número bem expressivo!), morrem em consequência de abortos mal feitos! Há algo que não convence nesses números e afirmações. Sendo clandestinos, como pode alguém afirmar com tanta certeza dados tão impressionantes? Maior perplexidade ainda é suscitada, quando isso é afirmado por uma autoridade representativa do Estado, mostrando que tem, supostamente, conhecimento seguro de uma violação aberta e grave da lei e nada fazendo para que ela seja respeitada para preservar tantas vidas! De fato, continua valendo a lei que veta o aborto indiscriminado no Brasil.
Esses números assombrosos, ou estão prá lá de superdimensionados e manipulados para pressionar e atingir, de maneira desonesta, objetivos almejados; ou então, alguém está faltando para com seu dever de maneira consciente e irresponsável, deixando que a lei seja violada impunemente, em casos tão graves, onde vidas humanas inocentes e indefesas são ceifadas, às centenas de milhares, ou até na conta dos milhões!
É lamentável a morte de cada mulher, em conseqüência de um aborto clandestino e mal feito. Lamentável também é, e muito, a sorte trágica de cada ser humano, que tem sua vida tolhida antes mesmo de ter visto a luz. Se há um problema de saúde pública a ser encarado, a solução não deveria ser a instrumentalização dessa tragédia humana para promover a legalização do aborto.
Dar roupagem legal à tragédia curaria a dor e faria sossegar a consciência? Questão de saúde pública deve ser enfrentada com políticas voltadas para a melhoria da saúde e das condições de vida, e não para a promoção da morte seletiva. Uma campanha de conscientização sobre a ilegalidade das práticas abortistas protegeria melhor a mulher e o ser que ela está gerando; haveria muito a fazer para alertar contra os riscos do recurso às clínicas – nem tão clandestinas – de “interrupção da gravidez”. Alguém conhece alguma campanha do Governo, ou alguma política pública para desestimular práticas abortivas contrárias à lei e arriscadas para a saúde da mulher? Não seria o caso de fazer?
Está em curso a discussão sobre a reforma do Código Penal brasileiro; em muitas coisas, certamente, ele deverá ser revisto e adequado. No entanto, chama a atenção e merece uma reflexão atenta da sociedade a proposta relativa ao artigo 128, sobre novos casos de aborto “não puníveis”, além dos dois casos já previstos (risco de vida para a mãe e gravidez resultante de estupro; cf http:/migre.me/845Dp).
No inciso I do artigo 128, propõe-se que não haja crime “se houver risco de vida ou à saúde da gestante”. A alusão ao “risco à saúde da mulher” é absolutamente vaga e, por si só, já ofereceria base para a universalização do aborto legal. No inciso II propõe-se que não haja crime se a gravidez resultar de violação da dignidade sexual, ou do emprego de técnica não-consentida de reprodução assistida”. O que se pretende qualificar como “violação da dignidade sexual”? O delito, neste caso, não aparece configurado e poderia ser facilmente alegado, sem que ninguém fosse capaz de comprovar a real ocorrência dos fatos. Além disso, a “reprodução assistida” já está legalizada e regulamentada no Brasil?
No inciso III do mesmo artigo, propõe-se que não haja punibilidade quando, “comprovada a anencefalia, ou quando o feto padecer de graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente, em ambos os casos atestado pelo médico”. Além da anencefalia, já em discussão no STF, acrescentam-se outras “graves e incuráveis anomalias”, o que é preocupante, pois isso abriria as portas para uma inaceitável, do ponto de vista ético, “seleção pré-natal” dos indivíduos considerados “aptos” a viver e o descarte de outros, considerados “inviáveis”. É o controle de qualidade aplicado ao ser humano, já praticado em tempos passados por regimes condenados quase universalmente pelas suas práticas eugênicas. Vamos legalizar isso no Brasil agora?! No inciso IV, propõe-se que, “por vontade da gestante até a 12ª. semana de gestação, quando o médico constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade”, o aborto poderia ser praticado, sem penalidades. Passa-se ao médico o peso da decisão sobre a vida ou a morte de seres humanos. Acho isso absolutamente inadequado! É preciso refletir muito, para não legalizar a banalização da vida humana.
Publicado por CNBB em 12 de Março de 2012.
Fonte: Agência Ecclesia – Portugal
Clique no link abaixo:
Fonte: Ordem dos Padres Carmelitas Descalços – “Orar com os Místicos do Carmelo” – Portugal


_____________________________________________________________________________________________________________________________
Fonte: Agência Ecclesia – Portugal
Lisboa, 29 fev 2012 (Ecclesia) – Três responsáveis da diplomacia do Vaticano lançaram apelos ao fim imediato da violência na Síria que, segundo a ONU, provocou mais de 7500 mortos nos últimos meses.
Em declarações à Rádio Vaticano, o observador permanente da Santa Sé Conselho da ONU para os Direitos Humanos, D. Silvano Maria Tomasi, disse hoje que “nunca é demasiado tarde para pôr fim ao uso da violência”.
Para este responsável, não é “aceitável uma violação sistemática dos Direitos Humanos das pessoas, através da repressão violenta, do uso da força contra manifestantes e do assassinato de tantos civis, incluindo crianças”.
O arcebispo italiano destaca que a situação síria tem consequências nos “equilíbrios internos no Médio Oriente”, pedindo o “fim do uso da força”.
Os confrontos entre manifestantes e o regime do presidente Bashar al-Assad são particularmente visíveis na cidade de Homs, 160 km a norte de Damasco, sob bombardeamento das forças do Governo.
D. Silvano Maria Tomasi falou esta terça-feira, perante os membros do referido Conselho da ONU, lamentando os “dramáticos e crescentes episódios de violência na Síria que causaram tantas vítimas e grave sofrimento”.
O núncio apostólico (embaixador da Santa Sé) em Damasco, D. Mario Zenari, afirma, por seu lado, ter ficado “impressionado ao ver as crianças vítimas deste conflito”.
Segundo o diplomata, a situação é “grave” pela falta de alimentos ou medicamentos, sendo difícil “socorrer e curar os feridos, enterrar os mortos”.
D. Michael Fitzgerald, núncio apostólico no Egito e observador da Santa Sé na Liga Árabe, Dom, sublinha a necessidade de “permitir a entrada de médicos, medicamentos e alimentos para as pessoas”.
O prelado considera que a decisão de enviar Kofi Annan como enviado especial conjunto da ONU e da Liga Árabe “para ver se é possível negociar” na Síria é “muito importante”.
No último dia 12, Bento XVI lançou um “apelo urgente” pedindo o fim da violência e do “derramamento de sangue” na Síria.
“Sigo com muita apreensão os dramáticos e crescentes episódios de violência na Síria”, disse o Papa, após a recitação da oração do Angelus com milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, Vaticano.
Falando em “numerosas vítimas”, nas quais se incluem “algumas crianças”, Bento XVI lembrou ainda os feridos e “quantos sofrem as consequências de um conflito cada vez mais preocupante”.
OC
……….
Publicado em Agência Ecclesia – Portugal.
Publicado em Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares (OCDS) – Comunidade Santa Teresa – Província do Carmo – Sul – Brasil. Pesquisa/fotos: Carmelo Nossa Senhora da Assunção e São José – Comunidade das Irmãs Carmelitas Descalças – Monjas Contemplativas – Curitiba – Paraná.
……..


. Veja mais abaixo, como está atualmente o Carmelo Nossa Senhora da Assunção e São José – Comunidade das Irmãs Carmelitas Descalças – Monjas Contemplativas (fotos e texto publicados no site):

Como é bonito Senhor, cada manhã te agradecer.
Mais uma vez teu amor vem me chamar para viver.
Contigo Deus de Amor, eu quero caminhar e assim por onde eu for, irás me acompanhar.
Como é bonito Senhor, cada manhã, ter o meu pão e desejá-lo também a cada um dos meus irmãos.

Como é bonito Senhor, cada manhã recomeçar, tendo a certeza e a fé que tua mão vai me guiar.

……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………
Leia também o artigo:
Publicado em: Carmelo Nossa Senhora da Assunção e São José Comunidade das Irmãs Carmelitas Descalças – Monjas Contemplativas
Há uma passagem muito importante no livro Caminho de Perfeição que só agora podemos compreender perfeitamente à luz da teologia dos carismas. Diz assim:
“A princípio, quando se tratou da fundação deste mosteiro, não tive a intenção de estabelecer tanta aspereza no exterior (…). Nesta ocasião, tive notícias dos prejuízos e estragos que faziam os luteranos na França, e o quanto ia crescendo esta desventurada seita. Deu-me grande aflição, e, como se pudesse ou valesse alguma coisa, chorava com o Senhor, suplicando-lhe para remediar tanto mal. Parecia-me que mil vidas daria eu para salvação de uma só alma das muitas que ali se perdiam. Sendo mulher e ruim, senti-me incapaz de trabalhar como desejava para a glória de Deus. Tendo o Senhor tantos inimigos e tão poucos amigos, toda a minha ânsia era, e ainda é, que ao menos estes fossem bons. Determinei-me então a fazer este pouquinho a meu alcance, que é seguir os conselhos evangélicos com toda a perfeição possível e procurar que estas poucas irmãs aqui enclausuradas fizessem o mesmo. Confiava na grande bondade de Deus, que nunca falta a quem por ele se decide a tudo deixar. Sendo elas tais como eu as pintava em meus desejos, entre suas virtudes desapareceriam minhas faltas, e assim poderia eu de algum modo contentar ao Senhor. E, ocupadas todas em orações pelos defensores da Igreja, pregadores e letrados que a sustentam, ajudaríamos, no que estivesse a nosso alcance, a este meu Senhor, tão atribulado por aqueles a quem fizera tanto bem. Até parece que esses traidores pretendem crucificá-lo de novo, deixando-o sem ter onde reclinar a cabeça.” (C 1, 1-2).
Clique aqui para ler os livros: Caminho de Perfeição e Castelo Interior
Ao estabelecer esse gênero de vida, feito de oração, penitência, silêncio e solidão, o plano da Santa Madre foi formar amigos fortes e fiéis de Cristo, preparados para fazer por Ele muito mais do que os próprios teólogos e sacerdotes. Bem convencida disto, a Santa prossegue:
“Ó, minhas irmãs no Cristo! ajudai-me a suplicar isto ao Senhor, já que para este fim vos reuniu aqui. Esta é a nossa vocação. Estes hão de ser vossos negócios. Estes, vossos desejos. Aqui se empreguem vossas lágrimas. Sejam estes os vossos pedidos e não, irmãs, súplicas por negócios do mundo” (C 1, 5).
E para que não paire dúvida alguma, acrescenta esta declaração terminante:
“Se vossas orações e desejos, disciplinas e jejuns não se empregarem no que deixei indicado, ficai certas de que não realizais nem cumpris o fim para o qual o Senhor vos reuniu aqui.” (C 3, 10).
Há quem pense que o Carmelo Teresiano atual deixa bastante a desejar em relação à sua vocação específica, pois não produz o mesmo número de místicos que no passado. Mas quem pode afirmá-lo com certeza? À primeira vista, pareceria natural que, dado o número atual de membros da Ordem (13.000 religiosas e 3.000 religiosos, segundo o cálculo de 1979,[4] comparados com 200 e 300 respectivamente do tempo da Santa Teresa), florescessem mais almas místicas do que no passado. Mas, na verdade, estes são dons gratuitos de Deus e só Ele sabe o porquê.
Mais ainda: este modo tão limitado e humano de encarar nossa vocação não é só dos estranhos à Ordem, mas também de seus próprios membros. Na época atual – de tão ativo apostolado no campo social -, não é incomum ouvir queixas e preocupações dos que acreditam que o Carmelo Teresiano moderno não participa como deveria desse apostolado, nem do apostolado missionário e educacional em que a hierarquia da Igreja Católica parece tão empenhada. Também não faltam algumas irmãs nossas de clausura que se sentem um pouco frustradas e sentem suas vidas um pouco vazia se não puderem participar – mesmo em termos limitados – do campo do apostolado social da Igreja junto aos pobres. Da mesma forma muitos leigos tem dificuldade de entender o porquê de “disperdiçar” uma vida ficando “presa por grades” e “sem poder fazer nada de concreto para ajudar quem precisa”.
Como é verdade que não há nada de novo sob o sol! Essas mesmas objeções foram apresentadas à Madre Teresa por algumas irmãs de seu tempo, e a Santa deu-lhes uma resposta concludente:
“A outra objeção é a de que não podeis nem tendes meios de ganhar almas para Deus. De boa vontade o faríeis. Contudo, não vos cabendo ensinar nem pregar a exemplo dos apóstolos, não sabeis como agir. A isso já respondi por escrito mais de uma vez – talvez mesmo neste Castelo, não sei. Como, porém, creio que a dúvida vos passe pela mente, junto com os grandes desejos que o Senhor vos dá, não deixarei de repeti-lo aqui. Já vos disse em outra parte (3M 2, 13) que algumas vezes o demônio nos inspira desejos magnânimos, para deixarmos de lado ocasiões atuais de servir a Nosso Senhor em obras positivas e realizáveis. Ficamos desejando coisas impossíveis. Muito fareis com a vossa oração, não há dúvida. Contudo, já não falo nisso. Só vos digo uma coisa: não queirais ajudar a todo o mundo. Contentai-vos em ajudar aqueles que estão em vossa companhia. A vossa obrigação para com eles é maior. Desse modo, a vossa obra será tanto mais meritória. Julgais que é pouco lucro abrasá-los todos com o fogo de vossa grande humildade, mortificação, diligência em servir às irmãs, caridade sincera para com elas e amor de Deus? Ou se, com as demais virtudes, os encheis de estímulo? Não é pequeno, mas grandíssimo proveito – e muito agradável serviço prestado ao Senhor. Vendo que realizais as obras a vosso alcance, Sua Majestade entenderá que faríeis muito mais se pudésseis. Assim vos dará o prêmio como se lhe tivésseis ganho muitas almas.” (7M 4, 14).
Para evitar mal-entendidos e para que suas filhas não pensassem que se esquivava da questão, a Santa acrescenta com clareza: “Direis que não é converter almas, porque todas aqui são boas e virtuosas. Que tendes vós com isso? Que vos importa? Quanto melhores e mais perfeitas, tanto mais os seus louvores serão agradáveis ao Senhor. Na mesma proporção, tanto mais as suas orações serão de proveito para os próximos. Enfim, minhas irmãs, concluo com este pensamento: não construamos torres sem alicerces firmes. O Senhor não olha tanto a magnificência das obras. Olha mais o amor com que são feitas. Se realizarmos o que está ao nosso alcance, o que depende de nós, Sua Majestade fará com que o continuemos realizando cada dia mais e melhor. Não nos cansemos logo. No breve tempo desta vida – que talvez dure menos do que pensamos – ofereçamos interior e exteriormente ao Senhor o sacrifício que estiver em nossas mãos. Sua Majestade o juntará com a oblação que de si mesmo fez ao Pai na cruz, por todos nós. Assim lhe conferirá o valor merecido por nosso amor, nossa boa vontade, ainda que as obras sejam pequeninas” (7M 4, 15).
…………………..
Livros de Santa Teresa de Ávila disponibilizados no site Carmelo Nossa Senhora da Assunção e São José – Comunidade das Irmãs Carmelitas Descalças – Monjas Contemplativas – “Castelo Interior” e “Caminho de Perfeição“, no link Livros .
Este vídeo, de 2009, é apresentado do seguinte modo no YouTube: “Peça publicitária da Igreja Católica, veiculada em Tvs pelo mundo. (…) Categoria: Sem fins lucrativos/ativismo”.
Acredito que é válida a sua divulgação, já que na atualidade, há a publicização de vídeos também “non-profit”, em circuito global, de temas favoráveis sobre as “vantagens” que multinacionais, a maioria poluidoras, oferecem a países com desemprego, ou, igualmente prejudiciais, de extração de madeira em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, e pela mesma razão. Em seus países de origem as campanhas da população influenciam as decisões parlamentares pela não-instalação de seus parques industriais, em seu próprio solo. Outro exemplo é o da “indústria” do aborto, que através do ativismo pró-escolha (com representações na ONU), lutam por sua legalização em nível global. Têm também o suporte de “lobbies” nos Parlamentos, através de todos os tipos de organizações não-governamentais (ONGs). Em nome dos “direitos da mulher”, tentam persuadir a todos através de um “pacote” de idéias, teorias, pesquisas que têm como pano de fundo um novo conceito, o de “Gênero”. No entanto, há estudos que afirmam que a tese de “Gênero” é, na verdade, mais uma ideologia que vem sendo apresentada e propagandeada, principalmente nas áreas de educação e cultura. Inclusive, é trazido à tona que órgão de fomento mundial, atrelam a liberação de empréstimos a partir da publicização das idéias que compões o conceito de “Gênero”.
Ainda sobre a legalização do aborto, entre outras teorias relativistas, fundadas em concepções ditas pós-modernas, há a tentativa de convencimento de que estes sistemas de idéias poderiam vir a substituir a cultura judaico-cristã. O termo denominado “cultura” evidencia tanto uma racionalidade quanto uma subjetividade, que perdura há dois mil anos, por ter em essência, valores desde sempre reconhecidos como universais. Tal cultura, a judaico-cristã, firmou concepções sobre o que é um ser humano, uma pessoa, e seus direitos inalienáveis, sejam os de um não-nascido, uma criança, uma mulher ou um homem.
Em seu conjunto, devemos estar atentos para a tentativa atual de banimento do Cristianismo. Diante do “novíssimo” caldo cultural da pós-modernidade, a base conceitual da fé cristã está ultrapassada. Entretanto, vale lembrar, que desde a sua origem lançou as bases da constituição do que entendemos como “família”, aliás, vigentes sem contestação até o final do século XX. Estamos portanto diante de uma campanha mundial de instauração de uma “nova” bagagem de ideias e teorias sobre o que crianças devem “aprender” e adultos devem tomar como “verdade” enquanto seres humanos.. Adolf Hitler, mentor do nazismo também buscava “relativizar” a importância da cultura religiosa monoteísta do Judaísmo e do Cristianismo. Tinha em mente uma nova era para a Humanidade… (LBN)
…….
Apresento o blog abaixo como fonte publicadora da peça publicitária “pró-Cristianismo”, que também pode ser encontrada no YouTube:

Fonte: www.expresso.pt
13:00 Terça feira, 24 de janeiro de 2012
É dia de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas. E Bento XVI aproveita a oportunidade para lembrar como “o silêncio é precioso”.
Rosa Pedroso Lima

Bento XVI: «É necessário criar um ambiente propício,
quase uma espécie de ‘ecossistema’ capaz de equilibrar
silêncio, palavra, imagem e sons»
Pier Paolo Cito/AP
Como já vem sendo habitual, Bento XVI volta a supreender com um discurso que está bem longe do main stream. Aproveitando o dia de São Francisco Sales – que a Igreja designou como padoreiro dos jornalistas – o Papa apresentou a sua mensagem ao Dia Mundial das Comunicações Sociais, que este ano se celebrará a 20 de Maio.
“Silêncio e palavra: caminho de evangelização” é o título dado à mensagem papal. E, retomando a antiga tradição – aliás patente em várias religiões – que destaca o papel do silêncio na comunicação humana, Bento XVI apela a que se encontre um equilíbrio entre os momentos de palavra e os momentos de silêncio. Trata-se, segundo o Papa, de “dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas”.
“O silêncio é parte integrante da comunicação”, afirma, sublinhando que é na parte não dita da Comunicação que se “abre um espaço de escuta recíproca e se torna possível uma relação humana mais plena”. Para além, claro, de ser no silêncio que “escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos”.
Depois de já ter sublinhado a importância das novas tecnologias no desenvolvimento das comunicações e de ter ‘aberto’ o Vaticano às novas tecnologias – como o Twitter ou as páginas online – o Papa defende uma espécie de nova ordem da comunicação. “O homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidade que não sente”, esclarece o Papa. “É necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de ‘ecossistema’ capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagem e sons”, conclui.
Publicado em http://www.expresso.pt/.
___________________________________________________________________________________________________________________________

Fonte/imagem: Salesianos de Dom Bosco
____________________________________________________________________________________________________________________________
Fonte: http://oblatosamlat.cybermeme.net/
A VIDA DE SÃO FRANCISCO DE SALES
Os anos convulsionados na França, depois da Reforma Protestante, formaram o pano de fundo da vida de Francisco de Sales. Ele nasceu no dia 21 de agosto de 1567 de uma família nobre, no reino da Sabóia, situado entre a França, Itália e Suíça. Ele estudou no Colégio de Clermont dos Jesuítas, em Paris, e na Universidade de Pádua, onde se doutorou no Direito Canônico e Civil.
Sendo estudante em Paris, teve que enfrentar a tempestade de uma severa crise espiritual, ao sofrer a tentação de desespero referente à predestinação.
Para o seu pai, foi uma grande decepção que Francisco não aceitou uma carreira esplêndida no mundo, mas preferiu o sacerdócio. Depois da ordenação, o seu bispo oenviou como jovem missionário para Chablais, distrito da Sabóia, por quatro anos. Lá ficou famoso por seus folhetos em defesa da fé e, mal e mal, se escapou de um atentado contra sua vida. Os seus escritos dessa época foram publicados com o título
Controvérsias e a Defesa do Estandarte da Santa Cruz. Ao finalizar o seu apostolado de missionário, ele tinha persuadido cerca de 72.000 Calvinistas a voltar para a Igreja Católica.
Foi ordenado bispo de Genebra em 1602, mas residia em Annecy (agora situada na França), já que Genebra estava sob o domínio dos Calvinistas e ficou fechada para ele.
Sua diocese tornou-se muito conhecida na Europa por motivo de sua organização eficiente, seu clero zeloso e os leigos bem esclarecidos — uma realização monumental naquela época. A sua fama como diretor espiritual e escritor aumentava.
Convenceram-no que reunisse, organizasse e expandisse suas muitas cartas sobre assuntos espirituais e as publicasse. É o que ele fez em 1609, com o título Introdução à Vida Devota. Essa se tornou a sua obra mais famosa e, ainda hoje, é uma obra clássica que se encontra nas livrarias no mundo inteiro. Mas o seu projeto especial foi o escrito do Tratado do Amor de Deus, fruto de anos de oração e trabalho. Este também continua sendo publicado hoje. Ele queria escrever também uma obra paralela ao Tratado, ou seja, sobre o amor ao próximo, mas a sua morte no dia 28 de dezembro de 1622, aos 55 anos de idade, o impossibilitou. Além das obras mencionadas acima, suas cartas, pregações e palestras ocupam cerca de 30 volumes. O valor permanente e a popularidade dos seus escritos levou a Igreja a conceder-lhe o título de Padroeirode Escritores Católicos.
Francisco aceitou em sua casa um jovem com dificuldade de audição e criou uma linguagem de símbolos para possibilitar a comunicação. Essa obra de caridade conduziu a Igreja a dar-lhe um outro título, ou seja, o de Padroeiro dos de Difícil Audição.
Ele colaborou com Santa Francisca de Chantal na fundação da ordem religiosa das Irmãs da Visitação de Santa Maria, conhecidas pela simplicidade da sua regra e tradições e por sua abertura especial a viúvas. Foi através da persistência de uma destas irmãs, uns 250 anos mais tarde, a Madre Maria de Sales Chappuis, que um sacerdote de Troyes, na França, Luís Brisson, fundou os Oblatos de São Francisco de Sales, uma comunidade de sacerdotes e irmãos, dedicados à vida e divulgação do espírito e dos ensinamentos de São Francisco de Sales. Padre Brisson fundou também uma comunidade de irmãs com o mesmo nome, Oblatas de São Francisco de Sales.
O espírito e a fama de Francisco e a influência dos seus escritos se estenderam rapidamente depois de sua morte. A Igreja o declarou santo formalmente em 1665 e lhe deu o título excepcional de Doutor da Igreja em 1867 – um título outorgado só a uns 30 santos na história da Igreja que são famosos por seus escritos. A sua festa a Igreja celebra no dia 24 de janeiro.
Diferente de muitos santos,cujas vidas,repletas de acontecimentos maravilhosos, parecem estar fora do alcance de cristãos comuns, a vida de Francisco de Sales não apresenta nada de sensacional. Os seus ideais de moderação e caridade, de gentileza e humildade, de alegria e entrega à vontade de Deus são expressos com uma sensatez que anima os fracos e alimenta os fortes, ocasionando-lhe o reputação como o Santo Cavalheiro.
(…)
O ESPÍRITO DE SÃO FRANCISCO DE SALES
(extraído dos seus escritos)
Publicado em http://oblatosamlat.cybermeme.net/ .