Fonte: http://www.youtube.com/user/catholichomeschool
Categoria: Sagrada Família
Ecumenismo será tema do encontro do Papa com seus ex-alunos – Rádio Vaticano (Roma – 30.08.2012)
Fonte: Rádio Vaticano – Roma
29/08/2012
Ecumenismo será tema do encontro do Papa com seus ex-alunos
Castel Gandolfo (RV) – A partir de quinta-feira, 30, até segunda, 3, os ex-alunos do Prof. Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, se reunirão para o tradicional encontro anual de verão, em Castel Gandolfo. O grupo é formado por docentes religiosos e leigos que discutiram teses nos anos em que Bento XVI foi professor.
A 36ª edição do encontro terá a presença, dentre outros, dos Cardeais Christoph Schoenborn, Presidente da Conferência Episcopal Austríaca, e Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Ecumênico. Também estará lá o bispo evangélico Ulrich Wilckens, que traduziu e comentou o Novo Testamento e cujas obras têm grande importância para o ecumenismo.
O encontro deste ano terá como título “Resultados ecumênicos e questões de diálogo com o Luteranismo e o Anglicanismo”, e será inspirado no livro do Cardeal Walter Kasper, Presidente emérito do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.
Os participantes serão acolhidos na manhã de sábado pelo Papa, que participará do dia de trabalhos. Domingo, 2, o grupo estará no pátio da residência, para a oração do Angelus. O encontro se encerrará oficialmente segunda, 3, depois da celebração da missa.
O primeiro encontro do Prof. Ratzinger com seus doutorandos foi depois de sua nomeação como arcebispo de Munique e Frisinga, em 1977. Desde então, o evento se repete a cada ano, centrado em um tema escolhido pelo Pontífice dentre uma terna de propostas.
(CM)
Sagrado Coração de Jesus – Santo Afonso Maria de Ligório – Solenidade – 15 de junho (Sobre a Devoção e Festa do Sagrado Coração)
Sobre a devoção ao Sagrado Coração de Jesus
Por Santo Afonso Maria de Ligório

Ignem veni mittere in terram: et quid volo, nisi ut accendatur? ― «Eu vim trazer fogo à terra, e que quero senão que ele se acenda?» (Lc 12, 49)
Sumário. A devoção entre todas as devoções, a mais perfeita, é o amor a Jesus Cristo, com a recordação frequente do amor que nos dedicou e ainda sempre dedica. Exatamente para se fazer amar é que o Verbo Eterno quis que nestes últimos tempos se instituísse e propagasse a devoção ao seu Coração, com a promessa das graças mais assinaladas aos que a praticassem. Felizes se estivermos do número destes devotos. Podemos estar certos de que o divino Coração nos abençoará em tudo o que empreendermos, e em todas as ocorrências será o nosso seguro abrigo.
I. A devoção das devoções é o amor a Jesus Cristo, com a recordação freqüente do amor que nos dedicou e ainda dedica o nosso amável Redentor. Com razão se queixa um devoto autor de que muitas pessoas praticam diversas devoções e se descuidam desta, ao passo que o amor de Jesus Cristo deve ser a principal, para não dizer a única, devoção do cristão. ― Este descuido é causa do pouco progresso que as almas fazem nas virtudes, da contínua languidez nos mesmos defeitos e das freqüentes recaídas em culpas graves. Pouco se aplicam, e raras vezes são exortadas a adquirirem o amor a Jesus Cristo, sendo todavia o amor o laço que une e liga as almas a Deus.
Foi exatamente para se fazer amar que o Verbo Eterno quis que se instituísse e propagasse na Igreja a devoção a seu Sacratíssimo Coração. Lemos na vida de Santa Margarida Maria Alacoque, que, quando esta devota virgem estava um dia em oração diante do Santíssimo Sacramento, Jesus Cristo lhe mostrou o seu Coração num trono de chamas, cercado de espinhos e encimado por uma cruz. «Eis aqui», disse ele, «o Coração que tanto amou os homens, e nada poupou até se esgotar e consumir para lhes testemunhar o seu amor; e em reconhecimento, não recebe da maior parte senão ingratidões e irreverências neste Sacramento de amor. Mas, o que ainda mais sinto, é serem corações a mim consagrados que assim praticam».
Ordenou-lhe em seguida, que se empregasse em fazer celebrar, na primeira sexta-feira depois da oitava da festa do Corpo de Deus, uma festa particular em honra do seu divino Coração, e isto para três fins: O primeiro, para que os fiéis lhe dêem ações de graças pelo grande dom que lhes fez na adorável Eucaristia. O segundo, para que as almas fervorosas reparem, pela sua afetuosa devoção, as irreverências e os desprezos que ele recebeu e recebe neste Sacramento da parte dos pecadores. O terceiro, enfim, para que lhe ofereçam compensação pela honra e culto que os homens deixam de lhe dar em muitas igrejas. Assim, a devoção ao Coração de Jesus não é senão um exercício de amor para com este amável Senhor.
II. Para compreendermos os bens imensos que nos provêm da devoção ao Coração de Jesus, basta que nos lembremos das promessas feitas por Jesus Cristo aos que a praticarem.
«Eu» ― assim disse o Senhor a Santa Margarida ― «darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessárias para o cumprimento dos deveres do seu estado; farei reinar a paz nas suas famílias; eu os consolarei nas suas aflições e lhes serei um refúgio na vida e na morte; lançarei abundantes bênçãos sobre todas as suas empresas, e o que no passado não puderam realizar com as suas diligências repetidas e perseverantes, obtê-lo-ão por meio desta devoção salutar»[1].
Se nós também queremos ter parte nestas promessas, avivemos a devoção ao Sagrado Coração, especialmente neste mês que lhe é consagrado. Guardemo-nos, por amor dele, das faltas deliberadas; pratiquemos alguma mortificação interna e externa; visitemos a miúde o Santíssimo Sacramento e preparemo-nos para a festa do Sagrado Coração por meio de uma devota novena. Cada manhã unamos as nossas ações do dia com as do divino Coração de Jesus, e façamos o oferecimento delas, dizendo:
† «Meu Senhor Jesus Cristo, em união com a divina intenção coma qual destes, na terra, louvor a Deus por vosso Sacratíssimo Coração, e lh’o continuais a dar agora sem interrupção até a consumação dos séculos, por todo o universo, no sacramento da Eucaristia, eu também, durante todo este dia, sem excetuar a mínima parte dele, à imitação do santíssimo Coração da Bem-Aventurada Virgem Maria Imaculada, Vos ofereço com alegria todas as minhas intenções e pensamentos, todas as minhas afeições e desejos, todas as minhas obras e palavras. † Amado seja por toda a parte o Sagrado Coração de Jesus. † Louvado, adorado, amado e agradecido seja a todo o instante o Coração Eucarístico de Jesus em todos os tabernáculos do mundo, até à consumação dos séculos. Assim seja»[2]. (*II 409.)
[1] Acrescentaremos aqui mais algumas promessas de Jesus Cristo: «Eu abençoarei as casas onde se achar exposta e venerada a imagem do meu sagrado Coração; os pecadores acharão no meu Coração a fonte e o oceano infinito de misericórdia; as almas tíbias se tornarão fervorosas; os religiosos se elevarão a uma alta perfeição; darei aos sacerdotes o talento de tocar os corações mais empedernidos; as pessoas que propagarem esta devoção terão para sempre o seu nome inscrito no meu Coração».
[2] Cada uma destas orações tem 100 dias de indulgências.
Nota: Quem durante o mês de junho honrar, privada ou publicamente, o Sagrado Coração de Jesus, ganha cada dia uma indulgência de 7 anos, e uma plenária uma vez no dia da própria escolha, debaixo das condições da confissão, comunhão e oração segundo a intenção do Santo Padre.
LIGÓRIO, Afonso Maria de. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo Segundo: Desde o Domingo da Páscoa até a Undécima Semana depois de Pentecostes inclusive. Friburgo: Herder & Cia, 1921, p. 338-341.
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Festa do Sagrado Coração de Jesus

“Sagrado Coração de Jesus,
tenho confiança em Vós.”
(300 dias de indulgência)
Que é a festa do Sagrado Coração?
É uma solenidade instituída para honrar a um tempo o Coração de Jesus, que lhe animou a vida e deu o sangue salvador do mundo, e o amor infinito de Cristo para com os homens, amor cujo órgão e foco tem sido o Sagrado Coração.
A pessoa inteira de Nosso Senhor era digna de adoração; sua carne, seu sangue, e sobretudo, seu Coração, hipostaticamente unidos à sua natureza divina, mereciam as adorações: assim crê e ensina a Igreja. Ora, o coração, universalmente considerado entre os homens como órgão mais nobre, deve especialmente participar das nossas homenagens. Mas o coração, considerado como centro e foco de amor divino, merece respeito e amor agradecido: dali a devoção ao Sagrado Coração. Entretanto, a festa destinada a lembrar essas verdades foi instituída somente no século XVIII. Segundo a sua própria palavra, Nosso Senhor quis guardar essa devoção para nossos dias, afim de reanimar o fervor amortecido da sociedade.
Para os fins do século XVII, uma santa religiosa da Visitação, chamada Margarida Maria, foi o instrumento que Deus empregou para dar a conhecer o desejo que nutria Nosso Senhor de ver mais amado e melhor glorificado o seu Sagrado Coração.
Em 1765, o clero da França adotou essa devoção. Clemente XIII aprovou com a festa um Ofício do Sagrado Coração. A festa, segundo o pedido feito à santa Margarida Maria, celebra-se na sexta-feira imediata à oitava do santíssimo Sacramento.
Quais são os sentimentos do verdadeiro cristão ao festejar o Sagrado Coração?
Para o bom cristão, a festa do Sagrado Coração há de ser um dia de desagravo pelos ultrajes que Jesus recebe na Eucaristia.
De acordo com os desejos do próprio Nosso Senhor, a festa do Sagrado Coração deve ser festa de reparação. Queixou-se da ingratidão, do desprezo, da frieza, dos sacrilégios que muitas vezes sofre, na Eucaristia, por parte de pessoas que se julgam piedosas. Pediu comunhões fervorosas e reparadoras, atos de desagravo, e especialmente, uma festa de reparação.
Mais ainda do que a festa do Corpo de Deus, a festa do Sagrado Coração servirá, pois, a manifestar a Jesus Cristo o nosso amor e a nossa gratidão; nossa presença nos ofícios e na procissão que se faz também nesse dia, será um desagravo pelos ultrajes que recebe no sacramento do seu amor, por nossa frieza e irreverência para com a Eucaristia.
Monsenhor CAULY. Curso de Instrução Religiosa: Tomo I – Catecismo explicado: Dogma, Moral, Sacramentos, Culto. São Paulo: Livraria Francisco Alves, 1924, p.576-578.
Publicado em Mulher Católica.
“Não é errado dizer que a primeira virtude demonstrada por Nossa Senhora na Anunciação foi a virtude cardeal da prudência.” – Artigo – Mês Mariano – Pe. Stefano M. Pio Manelli – Fundador da Ordem dos Fadres Franciscanos da Imaculada (Agência de Notícias Zenit – Roma – 05.05.2012)

Fonte: Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares – Província São José – Brasil
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Fonte: Agência de Notícias Zenit – Roma
A Virgo Prudens
O fundador dos Frades Franciscanos da Imaculada explica a virtude mariana da prudência
Por Pe. Stefano M. Pio Manelli
ROMA, sábado, 05 de maio de 2012 (ZENIT.org) – Não é errado dizer que a primeira virtude demonstrada por Nossa Senhora na Anunciação foi a virtude cardeal da prudência. Na verdade, nas extraordinárias palavras de saudação do anjo Gabriel – “Ave, ó cheia de graça, o Senhor está contigo! (Lc 1, 28) – o evangelista São Lucas diz que a Virgem Maria ficou rapidamente amedrontada, tocada ou perturbada. Por quê? Por causa da intervenção da virtude da prudência!
Está na natureza da virtude da prudência, de fato, o dever de alertar a pessoa de toda precipitação ou juízo precipitado das coisas, ajudando a dar-se conta primeiramente do que escuta, do que vê e do que acontece. A estas palavras notáveis do Anjo, a virtude da prudência se fez presente e colocou em guarda a jovem virgem Maria, comprometendo-a a refletir para avaliar prudentemente o significado destas palavras angelicais, em vez de exaltar-se sem dar-se conta do seu real significado.
Literalmente, de fato, o evangelista São Lucas diz que às belas palavras de saudação do Anjo, a Virgem Maria, muito prudentemente, antes de exaltar-se, “pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação” (Lc 1, 29). Prudência e deliberação caminham lado a lado com estas palavras do evangelista, e muito mais, unem-se profundamente no comportamento da virgem Maria.
Junto com a perturbação inicial de Nossa Senhora, de fato, o Anjo Gabriel, em seguida, dá uma explicação, não menos extraordinária também: “Não tema, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo e o Senhor Deus lhe dará o rono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim” (Lc 1, 30-33 ).
Nas palavras do Anjo, portanto, continua a revelação de coisas realmente extraordinárias; coisas grandes, coisas enormes, coisas humanamente incríveis, que, querendo, podem ser resumidas nas palavras: Tu, Virgem Maria, serás mãe do mesmo Filho de Deus!
http://ocdsprovinciasaojose.blogspot.com.br/2009/12/liturgia-01-de-janeiro-santa-maria-mae.html
A estas palavras do Anjo, agora, poderíamos pensar que imediatamente, por parte da Virgem Maria, não havia mais nada a fazer, a não ser alegrar-se e exaltar-se até o sétimo céu, regozijando-se de uma alegria divina sem medida. Porém, isso não aconteceu. Por quê?
Maria, de fato, até mesmo depois das outras palavras do Anjo, apresenta-se com a sua prudência e circunspecção, não se exaltando para nada com as palavras tão sublimes que o Anjo Gabriel disse à ela e que diz respeito especificamente ao plano de Deus para ela.
É próprio da virtude da prudência, de fato, observar com cuidado cada coisa, para saber discernir o bem do mal, evitando assim, qualquer risco de dano a si ou aos outros. A este respeito, no entanto, surge uma pergunta: mas era possível que por parte do Anjo Maria recebesse algo de mal ou de inconveniente? Trata-se de um anjo enviado por Deus!
A resposta a esta razoável pergunta fica ainda no ar, porque Maria, refletindo prudentemente nas palavras do Anjo, capta um ponto problemático com relação à sua condição pessoal de virgem consagrada a Deus, e por isso ela pode imediatamente perguntar como acontecerá isso que o Anjo disse, tendo ela já consagrado a sua virgindade a Deus: “Como é possível? Eu não conheço homem”(Lc 1, 34). Isto é: como ela poderá se tornar Mãe do Filho de Deus sem trair a oferta da sua virgindade a Deus? O problema, portanto, era realmente grande para Maria, era crucial.
Se é verdade que ela deveria rapidamente exaltar-se com o projeto de uma tão sublime maternidade divina, como conciliá-lo, no entanto, com a já consagrada virgindade dela a Deus? De alguma forma ela pode tirar de Deus o que já lhe tinha doado e que pertence somente a Ele? Será que Ela pode não mais prestar atenção à sua virgindade dada a Deus? … São perguntas realmente delicadas e intrigantes!
Prudência e circunspecção respondem não. Neste caso, só Deus podia resolver o assunto, porque é sagrado dever da criatura salvaguardar sempre o direito de Deus ao qual pertencia a virgindade que Maria já lhe tinha oferecido.
E aqui estão as últimas palavras do Anjo à Virgem que tem se mostrado tão atenta e prudente: “O Espírito Santo virá sobre ti, e a potência do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Aquele que nascerá será, portanto, chamado Santo e Filho de Deus”(Lc 1, 35).
Neste ponto, a conclusão desta lição altíssima sobre a virtude cardeal da prudência foi a resposta final de Maria ao Anjo que agora pôde dizer-lhe com toda a sua alma: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra “(Lc 1, 38).
Que a “Virgo Prudens ” nos ensine também a preciosa virtude cardeal da prudência!
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Publicado em Agência de Notícias Zenit – Roma.
“SE CRISTO NÃO RESSUSCITOU ,VÃ É NOSSA FÉ”(I COR 15,14.17) – Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares (OCDS) – Província São José – Brasil.
Desejo a todos uma boa e santa Páscoa, em Cristo Jesus. Lembramos a Sua Paixão, no Calvário, e a Sua Ressurreição, para o perdão de nossas faltas e de toda a Humanidade – do passado, do presente e do futuro!
(Lúcia Barden Nunes)
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Fonte: OCDS – Província São José – Brasil

JESUS CRISTO NOSSA PÁSCOA E NOSSA RESSURREIÇÃO, GARANTIA DE NOSSA UNIÃO DEFINITIVA COM DEUS.

UM TÚMULO ESTÁ VAZIO!!!ALELUIA!!!

NOSSA VIDA É REGIDA PELA VITÓRIA DE JESUS!!!!
“A paixão de Cristo a partir dos olhos de uma mãe” – OCDS – Província São José – Brasil (YouTube)
Sexta-Feira Santa
06.04.2012
Minha profissão de Fé
Gostem ou não os ateístas, misoteístas, e outras tendências que negam o caráter transcendente da vida humana, creio em um resgate, em vida e após a morte. Ele veio através de Jesus Cristo.
Sou jornalista, e tenho pago o preço (e não reclamo!) de afirmar minha fé no Cristianismo. Hoje, Sexta Feira Santa – para muitos apenas um feriado – o mundo ocidental lembra a tragédia humana. Ela fica estampada no sacrifício deste homem fortíssimo, ma manso de coração há mais de dois mil anos no mundo ocidental. Mas gostem ou não, seu legado se afirma, com dificuldades, é verdade, por todo o Oriente (continentes árabe, asiático e africano). Por que temem tanto o que mesmo estes povos aceitam com alegria? Deixo a questão no ar.
Sob outro aspecto, somos capazes de tudo no intento de afirmarmos nossa existência, que, no máximo pode ultrapassar um século (pouco, e raramente). Jesus Cristo continua inspirando vidas no mundo inteiro, apesar das de nossas propensões ao Mal, ao que é destrutivo, ao egoísmo mortífero. Um Mal que pode aniquilar instantaneamente ou a longo prazo uma ou várias vidas, ou, a vida em si. Mas quem o propaga, a si próprio destroi, e de modo quase imperceptível com a passagem do tempo. Só vai lhe restando o vazio. Literalmente, para este, o inferno começa aqui…
A opção pelo relativismo enquanto cultura, no mundo ocidental, que, sob o manto da liberdade vem se impondo, já está dividindo a Humanidade em dois mundos: os que amam a si mesmo e nada mais, e os que amam o Bem e o Belo do espírito humano e da vida. Há muito decidi pela segunda opção e, que Deus me ajude, continuarei arcando com as consequências. Estou bem acompanhada, e por por muitos. Aliás, à revelia da “Babel” atual, sinto-me amparada por aquele que é sacrificado, mas ressuscita, vindo das trevas espirituais na morte física: Jesus Cristo. Ele não vive somente para uma grande parte dentro de todas as denominações o explorarem com venda de livros, cd’s, incitamento a grandes ofertas de dízimo – como numa chantagem para uma vida próspera, etc. Vive para nos resgatar da segunda morte: a do espírito em vida e após o seu término. Este espírito – a alma – vai reencontra a paz. A seu tempo, nossos corpos serão restituídos do sono eterno, e se unirão misteriosamente à alma que não perece – para o seu bem e, para o seu mal. Sua Ressurreição é a efetivação da esperança que alimentamos neste “vale de lágrimas”(*). (LBN)
* Termo da oração Salve Rainha.
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Fonte: ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS SECULARES (OCDS ) – Província São José.
“A PAIXÃO DE CRISTO A PARTIR DOS OLHOS DE UMA MÃE”