“À recitação do Rosário é que a igreja atribui os seus maiores triunfos (…)” – Memória – 07 de outubro – Nossa Senhora do Rosário (Página Oriente)

Fonte: Página Oriente (Nossa Senhora do Rosário – Site Católico Apostólico Romano)

NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

Tudo o que no Pai Nosso pedimos, é muito reto, muito bem ordenado e conforme a fé, esperança e caridade cristã, e já por isto tem o especial agrado da SS. Virgem. Além disto, ouvindo-nos rezar, Ela reconhece em nossa voz  o timbre da voz de seu Filho, que nos deu e ensinou à viva voz esta oração e nô-la impôs dizendo: Assim deveis rezar.  Maria, vendo-nos assim com o Rosário, cumprindo fielmente a ordem recebida, com tanto mais amor e solicitude nos atenderá. “As místicas coroas que lhe oferecemos, são-lhe sumamente agradáveis e penhores de graça para nós” (Leão XIII). A própria Rainha do Céu fez-se quase fiadora da  eficácia desta excelente oração.

A origem da devoção à Nossa Senhora do Rosário é muito antiga, mas sua propagação tomou impulso com São Domingos de Gusmão.  Foi  por sua inspiração que São Domingos fez do Rosário  sua poderosa arma para combater a heresia dos albingenses, isto no início do século XIII, onde a tal heresia crescia vertiginosamente na França.  Fundou a ordem dominicana e por sua intensa propagação e devoção, a Igreja lhe conferiu o título de “Apóstolo do Santo Rosário”.  Existem, inclusive, certas versões históricas que afirmam ter Nossa Senhora aparecido a São Domingos segurando o Menino Jesus no colo e oferecendo-lhe o santo Rosário, e cuja propagação e divulgação teria tomado impulso por pedido pessoal de Maria Santíssima.

À recitação do  Rosário é que a igreja atribui os seus maiores triunfos, e grata atesta, pela boca dos Sumos Pontífices que, “pelo Rosário todos os dias desce uma chuva de bênçãos sobre o povo cristão”(Urbano IV);  “que é a oração oportuna para honrar a Deus e a Virgem, como afastar bem longe os iminentes perigos do mundo” (Sixto IV);  “propagando-se esta devoção, os cristãos  entregues à meditação dos mistérios inflamados por esta oração, começarão a  transformar-se em outros homens, as trevas das heresias dissipar-se-ão e  difundir-se-á a luz da fé católica” (São Pio V);  “desejamos ver sempre mais largamente propagada esta piedosa prática e tornar-se devoção verdadeiramente popular de todos os  lugares, de todos os  dias” (Leão XIII).

Nos mistérios do Rosário, contemplamos todas as fases do Evangelho:

Os mistérios gozosos retratam as meditações da anunciação do Anjo a Nossa Senhora, visitação de Maria à Santa Isabel, nascimento triunfante de Jesus,  sua apresentação no templo e Jesus, entre os doutores da lei.

Nos mistérios dolorosos contemplamos a agonia de Jesus no horto,  flagelação de Jesus, a coroação de espinhos,  o calvário, a crucificação e morte de Jesus.

Nos mistérios gloriosos, a Ressurreição de Jesus, a sua Ascensão aos céus,  a vinda do Espírito Santo sobre Maria e os Apóstolos,  a Sua Assunção  e gloriosa  Coroação.

E,  sob inspiração maternal de Nossa Senhora, no dia 16/10/2002,  pela carta apostólica Rosarium Virginis Mariae, que Sua Santidade o Papa João Paulo II acrescentou ao Rosário os Mistérios Luminosos,  que retratam a  vida pública de Jesus,  desde o seu batismo no Jordão,  o primeiro milagre nas Bodas de Caná,   proclamação do reino, transfiguração e  instituição da Eucaristia.  Estes mistérios foram inseridos entre os mistérios  gozosos e os dolorosos, formando um perfeito complemento da meditação da Bíblia.

A santa devoção atravessou os séculos sempre com o empenho da Santa Igreja de difundi-lo. Tem a virtude de excitar e nutrir em nós o recolhimento, pondo-nos em contato com os mistérios da nossa religião. É a oração do sábio e do ignorante, pois, como nenhuma outra, se adapta à capacidade de todos.

Peçamos a Maria Santíssima a graça de sermos não só fiéis propagadores, mas principalmente perseverantes na prática de sua recitação, e que tenhamos sempre o desejo inflamado de rezá-lo sempre com muito entusiasmo e alegria.  E que tenhamos a convicção de que o Rosário une o tempo à eternidade, a cidade terrena à cidade de Deus.

Aprendendo a Rezar o Santo Rosário

Ir para a Página Oriente

Publicado em Página Oriente.

Confira também: Movimento Rosário Perpétuo


PT assume legalização do aborto e o seu reconhecimento como direito no Brasil, denunciam Bispos do Regional Sul 1 (Reportagem – ACI Digital – 28.09.2010)

Fonte/imagem: http://www.harmoniadomundo.net/O_Mundo_da_Crianca.htm

Artigo”A Flauta Mágica”, de Mozart – Ópera para crianças –

Teatro Nacional de São Carlos -Portugal

****

ELEIÇÕES BRASIL

___________________________________________________________________________________________________

Fonte: ACI Digital

PT assume legalização do aborto e o seu reconhecimento como direito no Brasil, denunciam Bispos do Regional Sul 1

SÃO PAULO, 28 Set. 10 / 05:25 pm (ACI).- O Presidente da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB e bispo diocesano de Assis (SP), Dom José Benedito Simão,divulgou uma séria denúncia sobre o envolvimento do PT com a promoção do aborto no Brasil. “Estamos alertando nosso povo para uma situação totalmente inédita e sem precedentes: é a primeira vez na história do Brasil que um partido político assume como compromisso de governo a legalização de um crime e o seu reconhecimento como direito”, afirmou o prelado. Os bispos deste regional assumem assim o dever de denunciar “este gravíssimo desvio pelo qual se pretende introduzir a cultura da morte em nosso país”.

“Em 2005 nosso atual governo, sem nenhuma consulta prévia ao povo brasileiro, reconheceu junto à ONU o aborto como um direito humano. Logo em seguida, no mesmo ano, o atual governo enviou ao congresso nacional um projeto de lei que tornaria o aborto totalmente livre, desde a concepção até o momento do parto. Deixem-me repetir, pois é disto mesmo que se trata: o aborto deixaria de ser um delito em qualquer circunstância, tornando-se totalmente livre, durante todos os nove meses de gravidez”, enfatizou Dom Simão.

Seguidamente o Bispo afirma que “tal como havia sido previamente acordado junto à ONU, o projeto reconhecia, em seu primeiro artigo, o aborto como um direito e, em seu último artigo, revogava todos os dispositivos do Código Penal que tipificavam o aborto como crime, tornando-o, por isso mesmo, completamente livre, por qualquer motivo, em todos os estágios da gravidez, o que foi reconhecido, publicamente, pelos mais eminentes juristas, durante as audiências realizadas para debater o assunto dentro da Câmara. A oposição ao projeto cresceu a tal ponto, dentro do próprio Congresso, que o Partido dos Trabalhadores assumiu, em seu Terceiro Congresso Nacional, a completa legalização do aborto como programa de governo e o impôs como obrigatório a todos os seus membros”.

Dom Simão denunciou também que “como consequência desta resolução, os deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, ambos do PT, foram processados, julgados e condenados pelo partido dos trabalhadores, acusados de terem cometido infrações graves à ética partidária, por haverem militado contra a legalização do aborto, segundo ficou declarado no texto da sentença. Ambos os deputados haviam coordenado a oposição ao projeto do governo pelo qual o aborto se tornaria completamente livre durante toda a gestação e haviam pedido a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar quem estaria financiando a promoção do aborto no Brasil”.

“Estamos alertando nosso povo para uma situação totalmente inédita e sem precedentes: é a primeira vez na história do Brasil que um partido político assume como compromisso de governo a legalização de um crime e o seu reconhecimento como direito, que torna este compromisso obrigatório para todos os seus membros e que pune os que exercem o direito à objeção de consciência como culpados de infrações graves contra a ética partidária, ao mesmo tempo em que nega insistentemente, diante do público, que tenha feito, ou que pretenda fazer, qualquer uma destas coisas”, conclui a denúncia do Presidente da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1.

No final do pronunciamento, Dom Simão recorda o texto “A Contextualização da Defesa da Vida no Brasil” e faz uma leitura do documento “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”, que pode ser baixado aqui. (…)

(ACIDigital)

“Aborto, ‘matrimônio’ e adoção gays são contrários à ordem natural e à democracia”, diz Cardeal mexicano (ACI Digital – 27.09.2010)

ELEIÇÕES – BRASIL

____________________________________________________________________________________________________

Fonte: ACI Digital

Cardeal Juan Sandoval Íñiguez, Arcebispo de GuadalajaraAmérica

AMÉRICA

Aborto, “matrimônio” e adoção gays são contrários à ordem natural e à democracia, diz Cardeal mexicano

GUADALAJARA, 27 Set. 10 / 12:32 pm (ACI).- O Arcebispo de Guadalajara, no México, Cardeal Juan Sandoval Íñiguez assinalou que as leis que se aprovaram no Distrito Federal com o aval da Suprema Corte de Justiça da Nação que permitem o aborto até as 12 semanas, a pílula do dia seguinte, as uniões homossexuais equiparadas ao matrimônio e a possibilidade de que estes adotem, são contrárias à ordem natural e à democracia.

No artigo publicado pelo “Semanário” da Arquidiocese de Guadalajara, o Cardeal explica que estas leis são “imorais, muito prejudiciais para o país” e “se forem postas em prática, danificarão sobremaneira a vida desta Nação e a instituição do matrimônio”.

O Arcebispo disse que estas normas são contrárias à ordem natural, “à Lei Natural que todos levamos impressa no coração, e que está inscrita na Natureza. Esta nos ensina que os seres vivos corporais são sexuados; as plantas, os animais e o homem são sexuados: sexo masculino e feminino, sexos que são complementares e, além disso, que contribuem com vida, que são fecundos”.

Em segundo lugar, prosseguiu, com estas leis “danifica-se ou se contradiz à Sagrada Escritura, à fé cristã compartilhada pela maioria do povo do México. portanto, dá como resultado (e isto é o terceiro), que essas leis vão contra a opinião da maioria; inclusive, houve pesquisas referentes, por exemplo, sobre a adoção de crianças por casais de homossexuais, e a maioria das pessoas disse estar em desacordo”.

Por isso, precisou, estas “leis são ditatoriais, são contrárias à democracia, denigrem a representatividade dos governantes e dos legisladores, que não têm poder absoluto, senão aquele que lhes dá o povo que eles representam, e não podem legislar nem contra a Lei Natural nem contra a vontade do povo”.

Depois de denunciar que no Distrito Federal já se realizaram 40 mil abortos como produto da decisão da Corte Suprema, o Cardeal questionou: “como é possível que uns quantos indivíduos legislem para 110 milhões de mexicanos sem tomá-los em conta, sem requerer a opinião da maioria?”

Finalmente expressou seu desejo de que “as leis injustas se revertam; que pudéssemos refletir e colocar marcha atrás nessas normas, como digo, ditatoriais, e que um povo que quer a democracia não deve permitir”. (ACIDigital)

“Por isso, nós que somos os discípulos de Jesus, os cristãos, temos uma grande missão, sermos sal num mundo corrompido pela podridão do pecado, das injustiças, do egoísmo, da ambição, riqueza, poder…” – Pregação – Mês da Bíblia – Padre Ademir V. Borges – Setembro – 2010

Fonte/imagem: Arquidiocese de Brasília – Artigo “Mês da Bíblia”

__________________________________________________________________________________________________

Eu e meu esposo assistimos o filme “A Estrada”. Este filme propõe uma visão de absoluta derrocada da vida na terra, por intermédio de uma explosão nuclear, onde o que é vivo foi dizimado, enquanto que materiais inorgânicos não são destruídos. O cenário é apocalíptico, e dá a ideia de que uma nuvem nuclear atingiu o mundo inteiro com maior ou menor intensidade, tal como um tornado. No entanto, alguns seres humanos restaram, talvez pela razão de estarem mais distantes do epicentro da explosão. Aliás, o roteiro permite que imaginemos que podem ter ocorrido várias explosões. A comida é rara; não há animais, e entre os que estão vivos, alguns, agrupados em gangues ou armados individualmente, se tornaram canibais… Provavelmente a bomba atômica é a de nêutrons, que já foi testada. Esta, criada há cinco ou seis décadas, tem a característica particularmente hedionda de manter intactos os bens materiais do inimigo, enquanto dizima tudo que respira…

Não foi fácil acompanhar o desenvolvimento da história, que está centrada na luta solitária e desesperada de um pai e um filho para sobreviver em meio à hecatombe nuclear, sem, no entanto, conceber o recurso a matarem seres humanos e deles se alimentarem. Há uma afirmação central no filme: naquela situação os seres humanos estão divididos, sem meio-termo, entre bons e maus, e o que os diferencia, tal como o pai do menino afirma é que os bons possuem um “fogo interior”. Achei que esta definição, diferenciação foi lapidar, apropriada em hora tão cruel, mas fruto de escolhas humanas que chegaram a um ponto que foi possível tal término da vida  sobre a face da terra. Na verdade, entre os que estão vivos, que perambulam pelas estradas, e sobrevivem como é possível, afora carne humana, do que é comestível, há a perspectiva do aniquilamento porque estão contaminados em algum grau com a radiação. O pai do menino morre de um doença que lhe afetou os pulmões, que em dias normais poderia ser tuberculose.

O que nos resta pensar é que se as agressões ao meio-ambiente continuam, e a propostas do governantes mundiais não são unânimes quanto ao Protocolo de Kioto, por exemplo, renegado pelos Estados Unidos, e a fabricação de armas de extermínio em massa continuam a ser admitidas, temos um quadro propício para uma reação em cadeia em meio a conflitos entre nações. O Paquistão, país preponderantemente islâmico, mas que não protege a população de opção religiosa não muçulmana, preocupa, tal como a Índia que também possui em seu arsenal, armamento atômico. É preocupante também para o mundo ocidental que, aliás,  iniciou a fabricação de bombas atômicas, mas que tem atualmente a proposta de recuo na estratégia de possíveis guerras, os avanços e recuos do Irã no sentido de utilização não-pacífica de urânio e outros componentes para fabricação de uma bomba atômica.

A propósito deste assunto, desta realidade assustadora, ou seja, do que fazemos enquanto avança este quadro de conflitos, ou invasões em busca de petróleo entre as nações, trago a pregação do Padre Ademir V. Borges, de Santa Catarina. Ela ilumina nossa conduta em meio a todas essas possibilidade, com base nos ensinamentos de Jesus Cristo.

________________________________________________________________________________________________

SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO

Estamos no mês de setembro, dedicado à Palavra de Deus , Palavra que alimenta nossa alma e orienta nossa vida, nos aproximando dos valores do Reino de Deus. Como nos lembra o Salmista “Tua Palavra é lâmpada para oa meus pés, e Luz para o meu caminho” (Sl 119, 105).

O evangelista Mateus, no Capítulo cinco , depois de Jesus proclamar as bem-aventuranças, o caminho da felicidade, mostra que Nosso Senhor Jesus olha cada um de seus discípulos que estão à sua volta e diz: “Vos sóis o sal da terra. Vós sois a luz do mundo” (Mt 5,13-14). estas palavras são muito importantes porque nos ensinam que elas não foram entregues para a nossa vida, mas para a de todo mundo. Por isso, nós que somos os discípulos de Jesus, os cristãos, temos uma grande missão, sermos sal num mundo corrompido pela podridão do pecado, das injustiças, do egoísmo, da ambição, riqueza, poder… Assim como Jesus, temos de dar sabor à nossa vida e à vida de tantos irmãos e irmãs que estão perdendo suas vidas. como podemos ser sal? Tendo as mesmas atitudes de Jesus para com as pessoas: atitudes de amor, misericórdia, bondade, justiça, esperança… Porque, “se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Para nada mais serve , senão para para ser lançado fora e pisado pelos homens”. Isso exige de nós perseverança, luta constante, fé diante das tentações, e perseguições do mundo, para não perdermos o sabor, a alegria, a coragem de testemunhar a Palavra e a Salvação que vem do Senhor, senão também nos perderemos e não serviremos para nada!

“Vós sois a luz do mundo”. O mundo não é uma nação só de vinte cidades, mas de milhares e milhares, e também de povos e nações. Por isso nossa luz que é Jesus vivo e ressuscitado tem que estar sempre acesa e no alto para que todos possam ver e ser atraídos por ela. “Não se acende uma lâmpada para colocá-la debaixo da mesa, mas na luminária”. Nesse sentido, ser luz no mundo e ser sinal vivo da presença do amor de Jesus diante das trevas e escuridão criadas pelas pessoas que escolheram o caminho do mal. Que nossa luz brilhe forte e alto no esforço de cada dia para não desistirmos do amor, de ter esperança, de lutar, e acreditando na força do bem, que outro modelo de mundo é possível, sem guerra, violência, ganância e injustiças. “Brilhe vossa luz diante dos homens, para que vendo vossas boas obras, eles glorifiquem vosso Pai que está nos céus.

alimentados pela Palavra de Deus e a Eucaristia procuremos ser no mundo e na vida das pessoas como o sal que dá sabor e conserva os alimentos e como a luz que ilumina a escuridão e aquece os corações frios e sedentos do amor de Jesus!

Com minha bênção e oração.

Pe. Ademir V. Borges

****

A Coroa de Nossa Senhora das Dores teve início na Itália em 1617, por iniciativa da Ordem dos Servos de Maria, assim como a Missa de Nossa Senhora das Dores, que hoje é celebrada em toda a Igreja no dia 15 de setembro. (Movimento Rosário Permanente)

Para refletirmos juntos: o que pode ser mais digno de nossa compaixão e ação, se somos filhos e filhas de Cristo Jesus, que a dor sem mitigação de crianças doentes com HIV, AIDS, ou câncer? Infelizmente, esta é uma realidade no Quênia. Neste país, as autoridades públicas deixam sem a apropriada assistência quase 80% das crianças que se encontram no estágio de agonia… Ou seja, não recebem os devidos cuidados paliativos para dor e, além disso, não são providenciados para todas as infectadas, os anti-retrovirais para o combate ao HIV em seus frágeis organismos.

__________________________________________________________________________________________________

Fonte: Movimento do Rosário Permanente

Nossa Senhora das Dores

Festa: 15 de setembro

A Coroa de Nossa Senhora das Dores teve início na Itália em 1617, por iniciativa da Ordem dos Servos de Maria, assim como a Missa de Nossa Senhora das Dores, que hoje é celebrada em toda a Igreja no dia 15 de setembro.
A Coroa é um dos frutos do carisma mariano da Ordem, cultivado desde 1233, ano de sua fundação.
A Coroa surgiu inicialmente como alimento da piedade mariana dos leigos reunidos em grupos chamados Ordem Terceira.
A Coroa das Dores teve sempre a aprovação dos Papas.

Introdução
D- Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
R- Amém!
D- Nós vos louvamos, Senhor, e vos bendizemos!
R- Porque associastes a Virgem Maria à obra da salvação.
D- Nós contemplamos vossas Dores, ó mãe de Deus!
R- E vos seguimos no caminho da fé!

Primeira Dor – Profecia de Simeão
Simeão os abençoou e disse a Maria, sua mãe: Eis que este menino está destinado a ser ocasião de queda e elevação de muitos em Israel e sinal de contradição. Quanto a ti, uma espada te transpassará a alma (Lc 2,34-35).

1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

Segunda Dor – Fuga para o Egito
O anjo do Senhor apareceu em sonho a José e disse: Levanta, toma o menino e a mãe, foge para o Egito e fica lá até que te avise. Pois Herodes vai procurar o menino para matá-lo. Levantando-se, José tomou o menino e a mãe, e partiu para o Egito (Mt 2,13-14).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

Terceira Dor – Maria procura Jesus em Jerusalém
Acabados os dias da festa da Páscoa, quando voltaram, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que os pais o percebessem. Pensando que estivesse na caravana, andaram o caminho de um dia e o procuraram entre parentes e conhecidos. E, não o achando, voltaram a Jerusalém à procura dele (Lc 2,43b-45).

1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

Quarta Dor – Jesus encontra a Sua Mãe no caminho do Calvário
Ao conduzir Jesus, lançaram mão de um certo Simão de Cirene, que vinha do campo, e o encarregaram de levar a cruz atrás de Jesus. Seguia-o grande multidão de povo e de mulheres que batiam no peito e o lamentavam (Lc 23,26-27).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

Quinta Dor – Maria ao pé da Cruz de Jesus
Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Vendo a Mãe e, perto dela, o discípulo a quem amava, disse Jesus para a mãe: Mulher, eis aí o teu filho! Depois disse para o discípulo: Eis aí a tua Mãe! (Jo 19,15-27a).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

Sexta Dor – Maria recebe Jesus descido da Cruz
Chegada a tarde, porque era o dia da Preparação, isto é, a véspera de sábado, veio José de Arimatéia, entrou decidido na casa de Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Pilatos, então, deu o cadáver a José, que retirou o corpo da cruz (Mc 15,42).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

Sétima Dor – Maria deposita Jesus no Sepulcro
Os discípulos tiraram o corpo de Jesus e envolveram em faixas de linho com aromas, conforme é o costume de sepultar dos judeus. Havia perto do local, onde fora crucificado, um jardim, e no jardim um sepulcro novo onde ninguém ainda fora depositado. Foi ali que puseram Jesus (Jo 19,40-42a).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

Oração
Ó Deus, por vosso admirável desígnio, dispusestes prolongar a Paixão do vosso Filho, também nas infinitas cruzes da humanidade.
Nós Vos pedimos: assim com oquisestes que ao pé da Cruz do Vosso Filho, estivesse Sua Mãe, da mesma forma, à imitação da Virgem Maria, possamos estar sempre ao lado dos nossos irmãos que sofrem, levando amor e consolo.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Ladainha de Nossa Senhora das Dores

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.

(…)

“(…) É dever do Estado cuidar da família e ajudá-la a realizar bem sua missão.” – Artigo – Cardeal Dom Odilo P. Scherer – Arcebispo de São Paulo – (Blog dos Casais Carmelitas)

Fonte: Missionários e Missionárias da Consolata:

“Vamos amar e cuidar de nossas crianças” – Exploração Sexual Infantil

Fonte/imagem: Novena – 9º dia Dia – Missionários e Missionárias da Consolata – Missões

__________________________________________________________________________________________________

Gostaria de manifestar o quanto me incomoda a naturalidade com que o meio político dominante na atualidade se posiciona a respeito da distribuição de preservativos nas escolas. Concordo totalmente com D. Odilo Scherer (no artigo abaixo) que vê nesta ação o incentivo à  atividade sexual precoce de crianças e adolescentes. Para mim, é uma tragédia nacional, tanto quanto, a legalização do aborto e o consequente atendimento de adolescente e mulheres adultas na rede pública. Explico-me: se a atividade sexual entre adultos gera  uma série de realidades não controláveis, imaginem  como anda a situação entre pré-adolescentes e adolescentes.  Há uma cultura de liberdade sexual, a qual as crianças e adolescentes são incentivados precocemente, com a ressalva da “proteção” contra as doenças venéreas, Aids e gravidez. Ainda mais, se uma gravidez inesperada acontecer entre as jovens dessas faixas, poderiam se “livrar” do problema através do serviço público. Tal decisão seria  facilitada pelo exemplo das mães, de todas as idades, que do SUS se utilizariam em momentos considerados pouco convenientes para uma gravidez… Acho desagradável pensar que boa parte da Europa, Leste europeu e Ásia aderiram, infelizmente, à cultura do descarte da vida ainda no ventre das mulheres. Eu condeno a ação governamental que manipula dados sobre mortes de mulheres em clínicas de aborto precárias e outras alternativas também precárias, para tornar o aborto uma prática pública. No entanto, acho que esta decisão é de foro íntimo, e em si mesma, traz graves consequências à psique feminina. Portanto, tal como Jesus, devemos ter em mente que há lugar para o arrependimento profundo, não cabendo a ninguém pessoalmente condenar a mulher que o praticou. Aos olhos de Deus  e diante de si própria sabe do peso de seu ato.

Através de diversos estudos feitos pela Igreja e outros organismos, foi demonstrado que as mulheres que decidem pelo aborto, de modo consciente ou inconsciente, acabam carregando ao longo de suas vidas o peso da culpa por um aborto efetivado, são depressivas, angustiadas. Por consequência, recorrem a algum tipo de alívio,  tornando-se, em geral,  dependentes do álcool.

Lembro que, pouco antes de morrer, parece-me que Johnson, da dupla de cientistas famosos Master e Johnson, dos EUA, voltou atrás  à respeito de uma declaração bombástica feita na década de 70. Havia dito à imprensa  que “milhões” de mulheres morriam no país devido à práticas abortivas, porque estava em busca de fundos para pesquisas. Se disse arrependido com relação à legalização do aborto, e pateticamente, admitia que, de fato, o número ficava na casa de milhares no país… A lei de legalização foi rapidamente aprovada na época. Agora as clínicas de aborto são, não se pode dizer, bilionárias, mas com certeza, milionárias…

Horror dos horrores é, a meu ver, a prática do aborto legalizado e público. Soube que há campanhas nos Estados Unidos para reverter a lei federal que deixa aos estados a decisão para descriminalizar o aborto. Por que experimentaríamos esta “rotina” nefasta, mortífera em si, se enquanto povo, certamente haverá arrependimento, tal como está acontecendo com a maior parte do povo norte-americano?

Reflitamos sobre as palavras de Dom Odilo Scherer, Arcebispo de São Paulo.

__________________________________________________________________________________________________

Fonte: Blog dos Casais Carmelitas

REFLEXÃO

Agosto de 2010

E a família, como vai?

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

“Desejo, pois, dirigir-me a todas as famílias e dizer-lhes que são uma grande bênção de Deus! A família deveria ser reconhecida pela ONU como um “patrimônio da humanidade!” Se há cidades, monumentos e ruínas antigas que recebem esse reconhecimento, quanto mais ele caberia bem para a família, que tanto bem realizou e ainda realiza no presente, à pessoa, à sociedade!

Não vou tratar aqui dos problemas familiares, das crises do casal, das dificuldades na educação dos filhos, dos desencontros que inevitavelmente surgem ao longo da vida e das famílias mal constituídas ou fracassadas. Tudo isso, sem dúvida, existe, mas não coloca em dúvida a importância da família. Quero falar bem da família, da sua importância na vida das pessoas, da sociedade e da Igreja. Ela presta um serviço insubstituível à pessoa, desde o seu nascimento até à morte e se revela fundamental, sobretudo, nas fases extremas da vida, na infância e na velhice, quando as pessoas são quase inteiramente dependentes da ajuda e da proteção de outros. Imaginemos a criança recém-nascida, sem o aconchego familiar… Ou o doente, a pessoa idosa, já incapaz de se ajudar…

A família está fundada sobre as bases da natureza e do amor, ela é humanizadora e “personalizadora” e faz com que o indivíduo não se sinta isolado no mundo, ou um objeto útil para outros fins, mas um sujeito em diálogo com outros sujeitos e participante de um grupo de base, onde a pessoa vale por ela mesma, e não porque ela pode ser útil ou interessante para a sociedade, para o sistema econômico ou político.

A família também é um bem para a grande sociedade. Continua valendo o princípio afirmado há muito tempo pela Doutrina Social da Igreja e pela antropologia cristã: a família é a célula básica da sociedade, uma instituição natural que precede a sociedade política; ela é intermediária entre o indivíduo e o Estado, com a diferença que neste pequeno núcleo de relações humanas, a pessoa conta por ela mesma, e não apenas pelo interesse que ela possa ter para a sociedade. Se a grande sociedade descuida da família, ela destrói suas próprias bases. Existem estudos científicos recentes, do ponto de vista sociológico e antropológico, que deixam claro: onde o cidadão está amparado por uma família, a sociedade tem mais solidez e coesão; e o Estado tem muito menos problemas para resolver na educação, na saúde, na formação do senso ético, na superação da violência. E, ao invés disso, muito maiores problemas de violência, de abandono de pessoas, de depressão são constatados onde as relações familiares estão comprometidas, ou não existem.

Em tempos de campanha eleitoral seria bom ouvir dos candidatos a todos os cargos em questão, do Executivo e do Legislativo, quais são suas convicções e propostas de políticas públicas para a família. Como pretende proteger e defender a família natural, formada a partir da união de um homem com mulher? Como pretende promover a paternidade e a maternidade responsável? O que pensa do aborto? Da eutanásia? Da união civil de pessoas do mesmo sexo? Do incentivo à atividade sexual precoce de crianças e adolescentes, mediante a distribuição de preservativos nas escolas?

Faria bem o Estado, se investisse mais na família através de políticas públicas para incentivar os jovens a formar famílias bem constituídas. Se alguém pensa que isso é discurso “moralista” ou “religioso”, está muito equivocado, pois é dever do Estado cuidar da família e ajudá-la a realizar bem sua missão. Se as famílias conseguem conviver num espaço digno, educar bem os filhos, encaminhá-los na vida para serem pessoas de bem, isso será um ganho para toda a sociedade e o Estado.

Pela importância antropológica, educativa, econômica e política que a família tem, bem que o futuro Governo Federal poderia instituir um Ministério da Família, que se ocupasse do amparo e do incentivo à família. Seria uma enorme ajuda ao próprio Estado, que passaria a se preocupar mais diretamente com as pessoas, suas situações e necessidades. Será que é demais, sonhar com isso? Espero que não.”

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

P.S. Este artigo foi publicado no jornal “O São Paulo”, da Arquidiocese de São Paulo, e divulgado em zenit.org.

Postado por Carlos Eduardo, Adinéia Maria – http://casaiscarmelitas.blogspot.com/ – OCDS – Comunidade Santa Teresa ((16.08.2010)

……………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

Publicado em Blog dos Casais Carmelitas  – OCDS – Província Nossa Senhora do Carmo – Curitiba-PR.

Sem identidade nem ajudas: a dolorosa sorte dos refugiados cristãos no Paquistão (Agência Fides – 26.08.2010)

Fonte/imagem: Blogue da Paróquia do

Santíssimo Sacramento – Portugal

Artigo sobre Igreja Primitiva – Primeiras Igrejas

……………………………………………………………………………………………………………………………………………………

Fonte: Agência Fides

26.08.2010
ÁSIA/PAQUISTÃO – Sem identidade nem ajudas: a dolorosa sorte dos refugiados cristãos

Multan (Agência Fides) – Mais de 200 mil refugiados cristãos e 150 mil hindus no Sul da província do Punjab estão sendo excluídos das ajudas humanitárias e ainda aguardam uma mínima assistência para sobreviver. É o alarme lançado pela Caritas e outras ONGs presentes na área, que confirmam a discriminação na distribuição das ajudas em detrimento dos refugiados pertencentes a minorias religiosas. 600 mil refugiados cristãos e hindus na província meridional de Sindh estão sofrendo a mesma sorte de abandono e exclusão – dizem fontes da Fides. As ajudas,nesta fase de emergência são insuficientes e administrada por funcionários do Governo próximos ao extremismo islâmico ou a organizações humanitárias muçulmanas, que fazem discriminação sistemática na distribuição. “A estes deslocados cristãos e hindus faltam tudo, aguardando indefesos sem nenhum refúgio. “Os deslocados cristãos muitas vezes ignorados. Sua sobrevivência está em risco grande “, disse à Fides um voluntário que atua em nível local. “Os cristãos deslocados são frequentemente ignorados: não são propositadamente identificados e registrados. Dessa forma são automaticamente excluídos de qualquer assistência médica ou alimentar, porque “não existem”, diz a fonte da Fides. Especialmente no sul do Punjab estão ativas diversas organizações extremistas islâmicas que estão aproveitando dessa tragédia para atingir ainda mais as minorias religiosas. Muitos destes grupos, ressalta a fonte de Fides, se improvisaram “organizações caritativas” e se registraram como ONGs locais, mas seu trabalho consiste em eliminar os cristãos e o desastre lhes dá uma oportunidade favorável.

Nazir S. Bhatti, presidente do “Pakistan Christian Congress disse num comunicado que “ódio anticristão impede o alcance da ajuda em muitas áreas”, e pediu ao Governo “fundos específicos a serem destinados às minorias religiosas”. Ele convidou todos os doadores “manterem como ponto de referência a Caritas do Paquistão”.
Por enquanto, a Caritas da Diocese de Multan, em coordenação com a Caritas do Paquistão e com as autoridades locais, implementou um plano de ação para ajudar os refugiados no sul de Punjab, buscando alcançar os cristãos e hindus abandonados, divididos em sete distritos, entregando tendas, alimentos, água potável e fornecendo assistência médica através da unidade de pequenos socorros, compostas de animadores, voluntários, médicos e paramédicos que andam pelo território. (PA) (Agência Fides 26/8/2010)

________________________________________________________________________________________________

Retrospectiva
……………….

Fonte: Veja – Internacional –  http://veja.abril.com.br/100299/p_052.html

10.02.1999

Guerra ímpia

Discriminados por sua crença, cristãos são
vítimas de atrocidades em três países da Ásia

Uma menina de 7 anos é estuprada por quatro vizinhos e quem termina na cadeia é o pai dela. O caso aconteceu numa região pobre do norte do Paquistão. A pequena Nagina voltava da escola quando quatro homens a cercaram, arrastando-a para uma estrebaria. Os gritos da menina chamaram a atenção dos moradores da aldeia de Shekhupura, inclusive de seu pai, Ghulam Masih. Ele chegou a ver os agressores, filhos de um vizinho, em volta da menina deitada com as pernas cobertas de sangue. Os criminosos fugiram enquanto Ghulam levava a filha para um hospital, onde ela ficou semanas internada com graves ferimentos internos e tão traumatizada que não conseguia falar. Horrorizadas, muitas testemunhas se dispuseram a denunciar os quatro irmãos. Eles passaram seis semanas na cadeia e foram libertados. Hoje, dois anos depois do brutal ataque a Nagina, seu pai está preso, sujeito a pena de morte. Nesse período, ele foi torturado, mantido em cativeiro sem direito a defesa e acusado de um assassinato cujas únicas testemunhas são nada menos que os estupradores de Nagina. A lógica que liberta os agressores e prende a vítima é simples: Ghulam é cristão e os estupradores, muçulmanos.

Por mais absurda que pareça no mundo contemporâneo, a perseguição religiosa existe e está aumentando. Em contextos políticos distintos, minorias católicas ou protestantes estão sendo vítimas de agressões variadas que se intensificaram nos últimos meses em três países asiáticos: Índia, Indonésia e Paquistão. Em comum entre eles, a miséria, a superpopulação e a ferocidade dos confrontos. Em Ambon, uma ilha da Indonésia, o auge dos conflitos entre muçulmanos e cristãos há duas semanas deixou uma paisagem de praça de guerra e 65 mortos, a maioria vítima de linchamentos — e a matança está longe de ter chegado ao fim. No final do mês passado, na Índia, um missionário australiano e dois filhos, de 6 e 10 anos, morreram quando uma gangue de fundamentalistas hindus ateou fogo ao carro onde dormiam. O missionário protestante prestava assistência aos leprosos indianos desde 1965. Em dez meses, mais de 100 cristãos foram espancados e dezenas de casas e igrejas foram queimadas por fundamentalistas hinduístas, o dobro do total de casos registrados nos últimos cinqüenta anos.

Violência legalizada — Fanatismo não é novidade no Paquistão. Ao contrário, a Indonésia, embora abrigue a maior população muçulmana do mundo, nunca havia sido marcada por sectarismo religioso flagrante. A crise econômica transformou o país num caldeirão de ódios variados. Diante da escalada da intolerância dos últimos meses, há quem suspeite até que os conflitos venham sendo incitados por agentes do ditador Suharto, deposto em maio do ano passado. Um padre de Jacarta tem uma explicação mais plausível: “Nesses tempos de desespero e exaustão, a sociedade está perdendo a capacidade de lidar com o pluralismo”. Na Índia, o extremismo religioso do tipo que custou a vida ao pai da independência, Mahatma Gandhi, ganhou impulso renovado com a eleição do governo liderado pelo Bharatiya Janata, um partido que prega a preponderância do hinduísmo há onze meses.

Mais prósperos, os cristãos indonésios têm condições melhores para se defender e revidar os ataques. Miseráveis ao extremo, os paquistaneses são os mais desprotegidos. Lá, a violência anticristã se escora na lei. Em julho de 1992, os tribunais do Paquistão perderam independência e credibilidade internacional com a aprovação de uma lei contra blasfêmia que assim se enuncia: “Qualquer pessoa que, por meio de palavras, ditas ou escritas, ou por representação visível, ou por qualquer acusação, alusão ou insinuação, direta ou indiretamente, insulte o Santo Profeta Maomé deve ser punida com a morte”. Uma lei que prevê o cadafalso até por causa de insinuações se presta a todo tipo de arbitrariedade, desde vinganças pessoais até a rapina dos bens dos acusados por vizinhos cobiçosos.

Filhas roubadas — Uma discussão sobre a posse de alguns pombos, por exemplo, acabou com a condenação a morte de três cristãos em 1994. A acusação, de que tinham escrito ofensas ao profeta nas paredes de uma mesquita, ruiu quando o juiz constatou tratar-se de analfabetos. Soltos, os três foram metralhados por fanáticos muçulmanos. “As coisas começaram com leis de proteção ao nome do profeta e terminaram num massacre institucionalizado”, diz a escritora paquistanesa Shazia Alam. Seu pai, o pastor presbiteriano Noor Alam, foi assassinado dentro de casa por três muçulmanos. A igreja que havia terminado de construir virou pó em um incêndio criminoso.

Numa demonstração de que a perseguição aos cristãos é semi-oficial no Paquistão, a polícia trabalhou em conjunto com uma família muçulmana para tirar três filhas adolescentes de um casal de cristãos, Sima e Khushi Masih (o sobrenome é comum entre os cristãos paquistaneses). Atraídas por presentes, as garotas haviam-se convertido ao islamismo e foram entregues à família vizinha contra a vontade delas. Os pais levaram o caso à Justiça, e as meninas acabaram num reformatório, pois o juiz não aceitou que muçulmanas fossem criadas por cristãos. Sima e Khushi, que têm outros três filhos, resignaram-se. As filhas convertidas e roubadas pelo menos estão mais protegidas do que o resto da família. (Veja – Internacional – 10.02.99)

Publicado em Veja Internacional.

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

Observação: Este blog não fins comerciais.

“É essencial prestar muita atenção às instituições que se escolhem para enviar fundos: existem falsas ONGs, nascidas para especular e apropriarem-se dos fundos, ou associações ligadas a grupos integralistas islâmicos” – Declaração de Dom Joseph Coutts, Bispo de Faisalabad e presidente da Cáritas Paquistão à Agência Fides

Fonte: Agência Fides

23.08.2010

ÁSIA/PAQUISTÃO – “Atenção às falsas ONGs”: apelo de Dom Coutts aos doadores

Até 20 milhões de pessoas ficaram desabrigadas pelas inundações (Imagem/legenda: BBC - Notícias/Brasil)
Faisalabad (Agência Fides) – Neste momento de grande mobilização de ajudas humanitárias, “é essencial prestar muita atenção às instituições que se escolhem para enviar fundos: existem falsas ONGs, nascidas para especular e apropriarem-se dos fundos, ou associações ligadas a grupos integralistas islâmicos. Mesmo no mundo cristão se multiplicam as organizações de caridade, sobretudo na área protestante: somente em
Faisalabad existem mais de 50. O meu apelo é para escolher a Caritas, uma instituição crível e transparente, expressão oficial da Igreja Católica”: foi o que disse, numa à Agência Fides, Dom Joseph Coutts, Bispo de Faisalabad e presidente da Cáritas Paquistão, engajada no trabalho de socorro das vítimas das inundações. Dom Coutts anunciou que no domingo, 24 de agosto, a Igreja no Paquistão vai parar a fim de rezar pelas vítimas das inundações e pelos refugiados.

Como a Caritas está trabalhando na ajuda humanitária?
A Igreja no Paquistão, através da Caritas, mobilizou os seus recursos em todos os níveis. Estamos em contato com as redes da Cáritas Internacional e nos beneficiamos das preciosas ajudas de outras nações, um esforço conjunto de grande espessura, mas em nível local, as escolas, paróquias, pequenas instituições cristãs em todo o país estão fazendo o seu melhor, proporcionando estruturas para o acolhimento, coleta de alimentos e ajudas. O nosso compromisso prossegue ao lado de instituições da sociedade civil, que visam coordenar os esforços.

Teve noticias sobre a discriminação dos cristãos deslocados, excluídos das ajudas?
Embora doloroso em momentos como estes, em primeiro plano, existe sempre a solidariedade, é possível que essa discriminação aconteça em algumas áreas, onde já as minorias cristãs são perseguidas e excluídas. Anuncia-se para eles um grande sofrimento, que tentaremos de todas as maneiras abater. Em todo caso, a resposta da Caritas é o amor sem condições: prestar assistência e socorro a todos os deslocados sem discriminação, e 99% são muçulmanos. O nosso espírito é o do Bom Samaritano, que não olhou a carteira de identidade do homem para ajudá-lo.

Existem informações sobre tráfico de seres humanos, sobretudo crianças, entre os deslocados?
A fase que vivemos é o muito delicada: no êxodo que continua, enquanto se organizam as ajudas, é possível que se infiltrem organizações criminosas envolvidas no tráfico de crianças. Pedimos ao Governo e à polícia para prestar atenção e vigiar atentamente sobre esse fenômeno que poderia se unir ao desastre natural um flagelo para as crianças.

O que dizer aos doadores de todo o mundo?
Gostaria de alertara para alguns riscos: é fundamental prestar atenção nas instituições que optarem por enviar recursos. Existem falsas ONGs que nasceram para especular e apropriarem-se dos fundos, ou associações ligadas a grupos integralistas islâmicos. Mesmo no mundo cristão se multiplicam as organizações de caridade, sobretudo na área protestante: somente em Faisalabad existem mais de 50. O meu apelo é para escolher a Caritas, uma instituição crível e transparente, expressão oficial da Igreja Católica.

A comunidade cristã é também ativa no âmbito espiritual?
A oração é muito importante para nós, enquanto nos conduz nos eventos dolorosos ao relacionamento com Deus: no domingo, 24 de agosto, como Conferência Episcopal do Paquistão fixamos em todas as igrejas do país uma vigília de oração especial elas vítimas das inundações, pelos sobreviventes, mortos e deslocados. Pedimos a todos os cristãos em todo o mundo para que se unam nesta oração, apoio e para que rezem também para ajudar aqueles que estão se dedicando inteiramente na ajuda aos deslocados. Nisto agradecemos ao Santo Padre por suas orações e seus apelos em favor do povo paquistanês.

Que problemas vão encontrar nos próximos meses?
O principal problema será a segurança alimentar: a colheita foi destruída pelas inundações e muitas famílias de agricultores perderam suas reservas guardadas para os próximos meses, mas se a inundação não baixar rapidamente, se perderá também a próxima colheita, a de outono, o que significa uma catástrofe alimentar, com grande sofrimento, fome e miséria para milhares de famílias. Também milhares de animais morreram: eles eram a única fonte de sobrevivência para muitas famílias. Se pensamos que a água que ainda alaga as planícies, cidades e povoados não é potável e é uma fonte de infecções, entendemos os graves riscos graves que milhões de pessoas estão expostas. É urgente uma ação internacional para evitar isso. (PA) (Agência Fides 23/8/2010)

Inundações no Paquistão: “É urgente focalizar parte da ação humanitária em favor dos menores.” – Shamsa Rizwan, advogada de Islamabad, responsável pela seção paquistanesa da organização não-governamental” Childhealth Advocay International (CAI), em entrevista à Agência Fides.

Fonte: Agência Fides

Sobreviventes das inundações do Paquistão caminham por área alagada na região de Tando Hafiz Shah, em 21 de agosto. (AFP: imagem/texto da legenda)

Islamabad (Agência Fides) – “Embora os esforços de resgate estão concentrados na coleta e disposição dos deslocados que continuam a aumentando, o número de crianças desaparecidas, e mães que choram seus filhos desaparecidos, aumentou excessivamente. É urgente focalizar parte da ação humanitária em favor dos menores”: é o alarme lançado numa entrevista à Agência Fides por Shamsa Rizwan, doutora de Islamabad, responsável pela seção paquistanesa da organização não-governamental” Childhealth Advocay International (CAI). A ONG atua há anos no país para a proteção, saúde e educação das crianças, sobretudo refugiados e deslocados internos devido a catástrofes naturais ou conflitos.
Após as enchentes, a CAI está engajada em algumas operações de salvamento no Vale do Swat e Noshera, e organizou um curso de formação intensiva para os voluntários que trabalharão em casas de acolhimento, que abrirão e 1° de setembro, para a identificação e assistência às crianças deslocadas.
Segundo estimativas oficiais, as crianças menores de 14 anos atingidas pelas inundações são cerca de seis milhões. O UNICEF anunciou que mais de 3,5 milhões de crianças correm perigo de morte por causa das infecções e poluição da água. Numerosas ONGs locais relataram à Agência Fides, a dramática situação das crianças desaparecidas, órfãos ou doentes, que tiveram a vida devastada pelas inundações: “Eles são as vítimas mais vulneráveis da pior catástrofe natural da história de seu país”, ressalta à Fides, Shamsa Rizwan. Muitos perderam seus pais: os adolescentes de 14 anos devem cuidar dos irmãos mais novos, sem nenhuma ajuda dos adultos.
“Hoje é urgente o problema da nutrição, da água e de milhares de crianças desaparecidas e não identificadas. Ninguém se importa especificamente desses pequenos” – observa alarmada a responsável pelo CAI-Paquistão. “Esta situação de caos é uma oportunidade para as redes de traficantes de seres humanos. Depois das cheias, o fenômeno do desaparecimento de crianças está aumentando. Aconteceu, por exemplo, o caso de uma menina, salva in extremis por um voluntário: aproximou-se dela um homem que a prometeu alimento, mas que queria sequestrá-la. As crianças precisam de proteção, são os alvos mais fáceis. Pedimos ao governo que favoreça intervenções específicas”.
A CAI e outras ONGs estão tentando organizar abrigos para a identificação de crianças e o reagrupamento familiar, mas não é fácil se mover, observam eles, numa situação de caos generalizado e falta de ajudas humanitárias.
As inundações e o deslocamento irão aumentar o fenômeno já grave no Paquistão: segundo um recente estudo da ONG “Plan”-Paquistão – que trabalha para proteger os menores – publicado no início de agosto de 2010, os casos de desaparecimentos ou sequestros de crianças chegam a 3.000 por ano. Muitas não são encontradas: são vítimas de traficantes. O fenômeno cresce – ressalta o “Plan”, por causa do fraco sistema de proteção de menores existente no país. Nos últimos 18 meses, segundo o relatório, os casos de desaparecimentos registrados nas principais cidades do Paquistão, são mais de 4.300.
Segundo dados fornecidos pela Agência Fides por outra ONG local “Madadgaar Helpline” – que criou uma linha de telefone para assinalar os abusos contra menores – nos últimos dez anos (2000-2010) desapareceram 10.511 crianças (sobretudo após eventos que causaram vários deslocados) e o fenômeno mostra uma clara tendência de aumento. (PA) (Agência Fides 21/08/2010)

“É impossível que se perca quem se dirige com confiança a Maria e a quem Ela acolher” (Santo Anselmo) – 22 de agosto – Data de celebração em Memória de Nossa Senhora Rainha, instituída pelo Papa Pio XII (Paróquia N.Senhora Rainha)

Fonte: Paróquia – Igreja Nossa Senhora Rainha – Padroeira – Belo Horizonte – MG

Nossa Senhora Rainha

A data de 22 de agosto foi instituída pelo Papa Pio XII para celebrar a Memória de Nossa Senhora Rainha, que visa louvar o Filho, pois já dizia o Cardeal Suenens: ” Toda devoção a Maria termina em Jesus, tal como o rio se lança no mar “.

Paralela ao reconhecimento do Cristo Rei encontramos a realeza da Virgem a qual foi Assunta aos Céus! Mãe da Cabeça, dos membros do Corpo místico e Mãe da Igreja; Nossa Senhora é aquela que do Céu reina sobre as Almas cristãs, a fim de que haja a salvação:

“É impossível que se perca quem se dirige com confiança a Maria e a quem Ela acolher” (Santo Anselmo).

Nossa Senhora Rainha desde a Encarnação do Filho de Deus, buscou participar dos Mistérios de sua vida, como discípula, porém sem nunca renunciar sua maternidade divina, por isso o Evangelista São Lucas a identifica entre os primeiros cristãos: “Maria, a mãe de Jesus”(Atos 1,14). Diante desta doce realidade de se ter uma Rainha no Céu que influencia a terra, podemos com toda a Igreja saudá-la : ” Salve Rainha ” e repetir com o Papa Pio XII que instituiu e escreveu a carta encíclica À Rainha do Céu : “A Jesus por Maria. Não há outro caminho “.

Nossa Senhora Rainha…rogai por nós!

………………………………………………………………..

ORAÇÃO À NOSSA SENHORA RAINHA

Ó minha Senhora e
minha Mãe, Rainha
e Serva fiel do Senhor!

A ti venho confiadamente
entregar todo o
meu ser para que da fonte inesgotável
do Amor me ensines a beber!

Salve Rainha,
Mãe de Misericórdia!

Se te invocamos como Rainha é porque
antes foste Serva, em quem se realizou
a vontade do Senhor!
Bendita és Tu entre as mulheres, cujo
Bendito Fruto te elevou
às mais altas alturas do humano louvor.
Santa Maria, Mãe de Deus!
Caminha conosco na terra,
intercede e protege os filhos teus.
E faz-nos chegar um dia, por Jesus, contigo aos céus!

Amém!

(Pe. Alexandre Fernandes de Oliveira)

Publicado em Paróquia Nossa Senhora Rainha.

“Em 1212, a jovem Clara de Assis seguiu o atraente exemplo de Francisco e viveu, dentro da clausura e na contemplação, o ideal de pobreza evangélica.” – Missões Franciscanas – Santa Clara (Memória – 11 de agosto)

Fonte: Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

Fonte: Missões Franciscanas

Frei Kleber em 11 Ago 2008

Oração a Santa Clara

Clara, coração transbordante, acende a alegria.

Clara, louca de amor,
orienta a nossa ternura.Clara, de nome e de vida,
guia-nos na noite.

Clara, fervor do Espírito,
dissipa nossos temores.

Clara, candeia sobre a mesa,
une-nos em família.

Clara, dos olhos límpidos,
tira o pó de nossas pálpebras.

Clara, mãe e irmã,
Roga por nós.
Roga por estas mãos
que por vezes se equivocam.
Roga por estes olhos
que por vezes se fecham.
Roga por este coração
que não ama como deveria.

Clara, mãe e irmã
roga pela paz que nos falta,
pela esperança que não temos
pela alegria que se esvai.

Clara, mãe e irmã,
roga ao Senhor para que nos conceda
o dom da fidelidade
e o dom de novos irmãos e novas irmãs.

Frei José Rodríguez Carballo, Ministro Geral da OFM

_________________________________________________________________________________________________

Frei Kleber em 11 Ago 2008

Especial Santa Clara de Assis

Em 1212, a jovem Clara de Assis seguiu o atraente exemplo de Francisco e viveu, dentro da clausura e na contemplação, o ideal de pobreza evangélica. Surgiu, assim, a Ordem das Clarissas, ou a Segunda Ordem Franciscana.

Santa Clara nasceu em Assis, Itália, por volta de 1194, numa família rica e nobre. Seus pais chamavam-se Favarone e Hortolana, sendo Clara a filha primogênita. Com Inês e Beatriz, suas irmãs menores, que mais tarde também entrariam no Mosteiro de São Damião, Clara esforçava-se no amor a Jesus e sentia em seu coração o chamado para segui-lo.

Clara sonhava com uma vida mais cheia de sentido, que lhe trouxesse uma verdadeira felicidade e realização. O estilo de vida dos frades a atraía cada vez mais.
Depois de muitas conversas com Francisco, aos 18 de março de 1212, (Domingo de Ramos), saiu de casa sorrateiramente em plena noite, acompanhada apenas de sua prima Pacífica e de outra fiel amiga, e foi procurar Francisco na Igrejinha de Santa Maria dos Anjos, onde ele e seus companheiros já a aguardavam.
Frente ao altar, Francisco cortou-lhe os longos e dourados cabelos, cobrindo-lhe a cabeça com um véu, sinal de que a donzela Clara fizera a sua consagração como Esposa de Cristo. Nem a ira dos seus parentes, nem as lágrimas de seus pais conseguiram fazê-la retroceder em seu propósito. Poucos dias depois, sua irmã, Inês, veio lhe fazer companhia, imbuída do mesmo ideal. Alguns anos após, sua mãe, Ortulana, juntamente com sua terceira filha Beatriz, seguiu Clara, indo morar com ela no conventinho de São Damião, que foi a primeira moradia das seguidoras de São Francisco.
Com o correr dos anos, rainhas e princesas, juntamente com humildes camponesas, ingressaram naquele convento para viver, à luz do Evangelho, a fascinante aventura das Damas Pobres, seguidoras de São Francisco, muitas das quais se tornaram grandes exemplos de santidade para toda a Igreja.
As Irmãs Clarissas vivem um estilo de vida contemplativa, sendo enclausuradas. Quer dizer que não têm, normalmente, uma atividade pública no meio do povo, dedicando-se mais à oração, à meditação e aos trabalhos internos dos mosteiros.

Publicado em http://www.franciscanos.org.br/.

“O Ano Sacerdotal, que celebramos 150 anos depois da morte do Santo Cura d’Ars, modelo do ministério sacerdotal no nosso mundo, está para terminar. Deixamo-nos guiar pelo Cura d’Ars, para voltarmos a compreender a grandeza e a beleza do ministério sacerdotal.” – Homilia do Papa Bento XVI durante o encerramento do Ano Sacerdotal (Vaticano)

Memória: 04 de agosto

S. João Maria Vianey (Santo Cura de Ars), da Ordem Terceira de S. Francisco, falecido em 1859, após dedicada e exemplar pastoral de paróquia rural. Canonizado em 1925.

Fonte: Ordem Franciscana Secular – Fraternidade de Ovar – Portugal

__________________________________________________________________________________________________

ENCERRAMENTO DO ANO SACERDOTAL

SANTA MISSA

HOMILIA DO PAPA BENTO XVI
Solenidade do Sagrado Coração de Jesus
Praça de São Pedro
Sexta-feira, 11 de Junho de 2010

(Vídeo)

Imagens da celebração

Prezados irmãos no ministério sacerdotal,
Amados irmãos e irmãs,

O Ano Sacerdotal que celebrámos 150 anos depois da morte do Santo Cura d’Ars, modelo do ministério sacerdotal no nosso mundo, está para terminar. Deixámo-nos guiar pelo Cura d’Ars, para voltarmos a compreender a grandeza e a beleza do ministério sacerdotal. O sacerdote não é simplesmente o detentor de um ofício, como aqueles de que toda a sociedade tem necessidade para nela se realizarem certas funções. É que o sacerdote faz algo que nenhum ser humano, por si mesmo, pode fazer: pronuncia em nome de Cristo a palavra da absolvição dos nossos pecados e assim, a partir de Deus, muda a situação da nossa vida. Pronuncia sobre as ofertas do pão e do vinho as palavras de agradecimento de Cristo que são palavras de transubstanciação – palavras que O tornam presente a Ele mesmo, o Ressuscitado, o seu Corpo e o seu Sangue, e assim transformam os elementos do mundo: palavras que abrem de par em par o mundo a Deus e o unem a Ele. Por conseguinte, o sacerdócio não é simplesmente «ofício», mas sacramento: Deus serve-Se de um pobre homem a fim de, através dele, estar presente para os homens e agir em seu favor. Esta audácia de Deus – que a Si mesmo Se confia a seres humanos; que, apesar de conhecer as nossas fraquezas, considera os homens capazes de agir e estar presentes em seu nome – esta audácia de Deus é o que de verdadeiramente grande se esconde na palavra «sacerdócio». Que Deus nos considere capazes disto; que deste modo Ele chame homens para o seu serviço e Se prenda assim, a partir de dentro, a eles: isto é o que, neste ano, queríamos voltar a considerar e compreender. Queríamos despertar a alegria por termos Deus assim tão perto, e a gratidão pelo facto de Ele Se confiar à nossa fraqueza, de Ele nos conduzir e sustentar dia após dia. E queríamos assim voltar a mostrar aos jovens que esta vocação, esta comunhão de serviço a Deus e com Deus, existe; antes, Deus está à espera do nosso «sim». Juntos com a Igreja, queríamos novamente assinalar que esta vocação devemos pedi-la a Deus. Pedimos operários para a messe de Deus, mas este pedido a Deus é simultaneamente Deus que bate à porta do coração de jovens que se considerem capazes daquilo de que Deus os considera capazes. Era de esperar que este novo resplendor do sacerdócio não fosse visto com agrado pelo «inimigo»; este teria preferido vê-lo desaparecer, para que em definitivo Deus fosse posto fora do mundo. E assim aconteceu que, precisamente neste ano de alegria pelo sacramento do sacerdócio, vieram à luz os pecados dos sacerdotes – sobretudo o abuso contra crianças, no qual o sacerdócio enquanto serviço da solicitude de Deus em benefício do homem se transforma no contrário. Também nós pedimos insistentemente perdão a Deus e às pessoas envolvidas, enquanto pretendemos e prometemos fazer tudo o possível para que um tal abuso nunca mais possa suceder; prometemos que, na admissão ao ministério sacerdotal e na formação ao longo do caminho de preparação para o mesmo, faremos tudo o que pudermos para avaliar a autenticidade da vocação, e que queremos acompanhar ainda mais os sacerdotes no seu caminho, para que o Senhor os proteja e guarde em situações penosas e nos perigos da vida. Se o Ano Sacerdotal devesse ser uma glorificação do nosso serviço humano pessoal, teria ficado arruinado com estas vicissitudes. Mas, para nós, tratava-se precisamente do contrário: sentir-se agradecidos pelo dom de Deus, dom que se esconde em «vasos de argila» e que sem cessar, através de toda a fraqueza humana, concretiza neste mundo o seu amor. Assim consideramos tudo o que sucedeu como um serviço de purificação, um serviço que nos lança para o futuro e faz agradecer e amar muito mais o grande dom de Deus. Deste modo, o dom torna-se o compromisso de responder à coragem e à humildade de Deus com a nossa coragem e a nossa humildade. Nesta hora, a palavra de Cristo, que proclamámos no cântico de entrada desta liturgia, pode dizer-nos o que significa tornar-se e ser sacerdotes: «Tomai o meu jugo sobre vós e aprendei de Mim, que Eu sou manso e humilde de Coração» (Mt 11, 29).

Celebramos a festa do Sagrado Coração de Jesus e, com a liturgia, por assim dizer lançamos um olhar dentro do Coração de Jesus que, na morte, foi aberto pela lança do soldado romano. Sim, o seu Coração está aberto por nós e aos nossos olhos; e deste modo está aberto o Coração do próprio Deus. A liturgia dá-nos a interpretação da linguagem do Coração de Jesus, que fala sobretudo de Deus como pastor dos homens e, deste modo, manifesta-nos o sacerdócio de Jesus, que está radicado no íntimo do seu Coração; indica-nos assim o perene fundamento e também o critério válido de todo o ministério sacerdotal, que deve estar sempre ancorado no Coração de Jesus e ser vivido a partir dele. Hoje queria meditar principalmente sobre os textos com que a Igreja em oração responde à Palavra de Deus apresentada nas leituras. Nestes cânticos, compenetram-se palavra e resposta; por um lado, são tirados da Palavra de Deus, mas, por outro e simultaneamente, são já a resposta do homem à referida Palavra, resposta na qual a própria Palavra se comunica e entra na nossa vida. O mais importante destes textos na liturgia de hoje é o Salmo 22 (23) – «O Senhor é meu pastor» –; nele Israel acolheu em oração a auto-revelação de Deus como pastor e dela fez a orientação para a sua própria vida. «O Senhor é meu pastor, nada me falta»: neste primeiro versículo, exprimem-se alegria e gratidão pelo facto de Deus estar presente e Se ocupar de nós. A leitura tirada do Livro de Ezequiel começa com o mesmo tema: «Eu próprio tomarei cuidado das minhas ovelhas, Eu é que hei-de olhar por elas» (Ez 34, 11). Deus, pessoalmente, cuida de mim, de nós, da humanidade. Não fui deixado sozinho, perdido no universo e numa sociedade onde se fica cada vez mais desorientado. Ele cuida de mim. Não é um Deus distante, para Quem contaria muito pouco a minha vida. As religiões da Terra, por aquilo que nos é dado ver, sempre souberam que, em última análise, só há um Deus; mas este Deus era distante. Aparentemente, Ele deixava o mundo abandonado às outras potestades e forças, às outras divindades. Com estas, era preciso encontrar um acordo. O Deus único era bom, mas distante. Não constituía um perigo, mas tampouco oferecia uma ajuda. Assim, não era necessário ocupar-se d’Ele. Não era Ele que dominava. Por estranho que pareça, este pensamento ressurgiu no Iluminismo. Que o mundo pressupõe um Criador, ainda se compreendia. Este Deus teria construído o mundo, mas depois, evidentemente, retirou-se dele. Agora o mundo tinha um conjunto próprio de leis, segundo as quais se desenvolvia e nas quais Deus não intervinha, nem podia intervir. Deus era apenas uma origem remota. Muitos talvez não desejassem sequer que Deus cuidasse deles. Não queriam ser incomodados por Deus. Mas, sempre que a solicitude e o amor de Deus são sentidos como incómodo, o ser humano acaba subvertido. É bom e consolador saber que há uma pessoa que me ama e cuida de mim; mas muito mais decisivo é que exista um Deus que me conhece, me ama e Se preocupa comigo. «Conheço as minhas ovelhas, e elas conhecem-Me» (Jo 10, 14): diz a Igreja, antes do Evangelho, tomando uma palavra do Senhor. Deus conhece-me, preocupa-Se comigo: este pensamento deveria fazer-nos verdadeiramente felizes; deixemo-lo penetrar profundamente no nosso íntimo. Então compreenderemos também o que significa isto: Deus quer que nós, como sacerdotes, num pequenino ponto da história, compartilhemos as suas preocupações pelos homens. Como sacerdotes, queremos ser pessoas que, em comunhão com a sua solicitude pelos homens, cuidamos deles e lhes fazemos experimentar concretamente esta solicitude de Deus. E o sacerdote, no âmbito que lhe está confiado, deveria poder dizer juntamente com o Senhor: «Conheço as minhas ovelhas, e elas conhecem-me». O sentido deste «conhecer», na Sagrada Escritura, nunca é simplesmente o de um saber exterior, como quando se conhece o número do telefone de uma pessoa; mas «conhecer» significa estar interiormente próximo do outro, amá-lo. Nós havemos de procurar «conhecer» os homens por parte de Deus e em ordem a Deus; havemos de procurar caminhar com eles pela estrada da amizade de Deus.

Voltemos ao nosso Salmo. Lá se diz: «Ele me guia pelo caminho mais seguro para glória do seu nome. Passarei ravinas tenebrosas e não temo; Vós estais comigo, o vosso cajado me sossega» (22, 3-4). O pastor indica a estrada certa àqueles que lhe estão confiados. Vai à sua frente e guia-os. Por outras palavras: o Senhor mostra-nos como se realiza de modo justo o ser homens. Ensina-nos a arte de ser pessoa. Que devo fazer para não me afundar, para não desperdiçar a minha vida com o que não tem sentido? Esta é precisamente a pergunta que cada homem se deve colocar a si mesmo, válida em cada período da vida. E como é grande a escuridão à volta de tal pergunta, no nosso tempo! Vem-nos sempre de novo à mente aquela atitude de Jesus, que Se enchera de compaixão pelos homens, porque eram como ovelhas sem pastor. Senhor, tende piedade também de nós! Indicai-nos a estrada! A partir do Evangelho, sabemos isto: Ele mesmo é o caminho. Viver com Cristo, segui-Lo: isto significa encontrar o caminho certo, para que a nossa vida ganhe sentido e possamos dizer um dia: «Sim, foi bom viver». O povo de Israel sentia-se, e sente-se, agradecido a Deus, porque lhe indicou, nos Mandamentos, o caminho da vida. O longo Salmo 118 (119) é todo ele uma expressão de alegria por este facto: não titubeamos na escuridão. Deus mostrou-nos qual é o caminho, como podemos caminhar de modo certo. O que dizem os Mandamentos foi sintetizado na vida de Jesus e tornou-se um modelo vivo. Compreendemos assim que estas directrizes de Deus não são algemas, mas o caminho que Ele nos indica. Podemos alegrar-nos por elas, e exultar porque em Cristo nos aparecem como realidade vivida. Ele mesmo nos tornou felizes. Caminhando juntamente com Cristo, fazemos a experiência da alegria da Revelação, e, como sacerdotes, devemos comunicar às pessoas a alegria pelo facto de nos ter sido indicado o caminho certo da vida.

Aparece depois a palavra que nos fala de «ravinas tenebrosas», através das quais o homem é guiado pelo Senhor. O caminho de cada um de nós conduzir-nos-á um dia às ravinas tenebrosas da morte, onde ninguém pode acompanhar-nos. Mas Ele estará lá. O próprio Cristo desceu à noite escura da morte. Mesmo lá, Ele não nos abandona. Mesmo lá, Ele nos guia. «Se descer aos abismos, ali Vos encontrais»: diz o Salmo 138 (139). Sim, Vós estais presente mesmo no último transe; e assim o nosso Salmo Responsorial pode dizer: mesmo lá, nas ravinas tenebrosas, não temo mal algum. Mas, ao falar de ravinas tenebrosas, podemos pensar também nas ravinas tenebrosas da tentação, do desânimo, da provação, que cada pessoa humana tem de atravessar. Mesmo nestas ravinas tenebrosas da vida, Ele está presente. Sim, Senhor, nas trevas da tentação, nas horas de ofuscamento quando todas as luzes parecem apagar-se, mostrai-me que estais presente. Ajudai-nos, a nós sacerdotes, para podermos nessas noites escuras estar ao lado das pessoas que nos foram confiadas, para podermos mostrar-lhes a vossa luz.

«O vosso cajado me sossega»: o pastor precisa de usar o cajado como um bastão contra os animais selvagens que querem irromper no meio do rebanho; contra os salteadores que procuram o seu botim. A par de bastão, o cajado serve também de apoio e ajuda para atravessar sítios difíceis. As duas coisas fazem parte também do ministério da Igreja, do ministério do sacerdote. Também a Igreja deve usar o bastão do pastor, o bastão com que protege a fé contra os falsificadores, contra as orientações que, na realidade, são desorientações. Por isso mesmo este uso do bastão pode ser um serviço de amor. Hoje vemos que não se trata de amor, quando se toleram comportamentos indignos da vida sacerdotal. E também não se trata de amor, se se deixa proliferar a heresia, a deturpação e o descalabro da fé, como se tivéssemos nós autonomamente inventado a fé; como se já não fosse dom de Deus, a pedra preciosa que não deixaremos arrebatar. Ao mesmo tempo, porém, o bastão deve continuar a ser o cajado do pastor, cajado que ajude os homens a poderem caminhar por sendas difíceis e a seguirem o Senhor.

A parte final do Salmo fala da mesa preparada, do óleo com que se unge a cabeça, do cálice transbordante, de poder habitar junto do Senhor. No Salmo, tudo isto exprime, antes de mais nada, a dimensão da alegria pela festa de estar com Deus no templo, ser hospedados e servidos por Ele mesmo, poder habitar junto d’Ele. Para nós, que rezamos este Salmo com Cristo e com o seu Corpo que é a Igreja, esta dimensão de esperança adquiriu uma amplidão e profundidade ainda maiores. Por assim dizer, vemos nestas palavras uma antecipação profética do mistério da Eucaristia, no qual Deus mesmo nos acolhe como seus comensais oferecendo-Se-nos a Si mesmo como alimento, como aquele pão e aquele vinho refinados que são os únicos capazes de constituir a derradeira resposta à fome e sede íntima do homem. Como não sentir-se feliz por poder cada dia ser hóspede à própria mesa de Deus, por habitar junto d’Ele? Como não sentir-se feliz pelo facto de Ele nos ter mandado: «Fazei isto em memória de Mim»? Felizes porque Ele nos concedeu preparar a mesa de Deus para os homens, dar-lhes o seu Corpo e o seu Sangue, oferecer-lhes o dom precioso da sua própria presença. Sim, com todo o coração podemos rezar juntos as palavras do Salmo: «A vossa bondade e misericórdia me acompanham no caminhar da minha vida» (22, 6).

Por último lancemos, ainda que brevemente, um olhar sobre os dois cânticos da comunhão propostos pela Igreja na sua liturgia de hoje. Em primeiro lugar, temos as palavras com que São João conclui a narração da crucifixão de Jesus: «Um dos soldados abriu o seu lado com uma lança e dele brotou sangue e água» (Jo 19, 34). O Coração de Jesus é trespassado pela lança. Aberto, torna-se uma fonte; a água e o sangue que saem remetem para os dois Sacramentos fundamentais de que vive a Igreja: o Baptismo e a Eucaristia. Do lado trespassado do Senhor, do seu Coração aberto brota a fonte viva que corre através dos séculos e faz a Igreja. O Coração aberto é fonte de um novo rio de vida; neste contexto, João certamente pensou também na profecia de Ezequiel que vê brotar do novo templo um rio que dá fecundidade e vida (cf. Ez 47): o próprio Jesus é o novo templo, e o seu Coração aberto a fonte da qual jorra um rio de vida nova, que se nos comunica no Baptismo e na Eucaristia.

Mas a liturgia da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus prevê como cântico de comunhão ainda outra frase, ligada à primeira, tirada do Evangelho de João: «Se alguém tem sede, venha a Mim e beba, diz o Senhor. Se alguém acredita em Mim, do seu coração brotará uma fonte de água viva» (cf. Jo 7, 37-38). Na fé, por assim dizer bebemos da água viva da Palavra de Deus. Deste modo o próprio fiel torna-se uma fonte, dá à terra sequiosa da história água viva. Vemo-lo nos Santos. Vemo-lo em Maria que, como grande mulher de fé e de amor, se tornou ao longo dos séculos fonte de fé, amor e vida. Cada cristão e cada sacerdote deveriam, a partir de Cristo, tornar-se fonte que comunica vida aos outros. Devemos dar água da vida a um mundo sedento. Senhor, nós Vos agradecemos porque nos abristes o vosso Coração; porque, na vossa morte e na vossa ressurreição, Vos tornastes fonte de vida. Fazei que sejamos pessoas que vivem, que vivem da vossa fonte, e concedei-nos a possibilidade de sermos também nós fontes capazes de dar a este nosso tempo água da vida. Nós Vos agradecemos pela graça do ministério sacerdotal. Senhor, abençoai-nos a nós e abençoai todos os homens deste tempo que estão sedentos e andam à procura. Amen.

Saudações no final da Santa Missa

Queridos sacerdotes dos países de língua oficial portuguesa, dou graças a Deus pelo que sois e pelo que fazeis, recordando a todos que nada jamais substituirá o ministério dos sacerdotes na vida da Igreja. A exemplo e sob o patrocínio do Santo Cura d’Ars, perseverai na amizade de Deus e deixai que as vossas mãos e os vossos lábios continuem a ser as mãos e os lábios de Cristo, único Redentor da humanidade. Bem hajam!

Al termine di questa straordinaria concelebrazione, desidero esprimere la mia viva gratitudine alla Congregazione per il Clero, per l’opera svolta durante l’Anno Sacerdotale e per aver organizzato queste giornate conclusive. Un pensiero di speciale riconoscenza va ai Signori Cardinali ed ai Vescovi che hanno voluto essere presenti, in particolare a quanti sono venuti da lontano.

Chers prêtres francophones, vous avez une proximité particulière avec saint Jean-Marie Vianney. Je souhaite qu’elle devienne une véritable complicité spirituelle. Puisse son exemple sûr, vous inspirez afin que le don que vous avez fait de vous-même au Seigneur porte du bon fruit! Je vous renouvelle ma confiance et je vous encourage à progresser sur les chemins de la sainteté. Que le Seigneur vous garde tous en son Cœur très-aimant!

I now wish to greet all the English-speaking priests present at today’s celebration! My dear brothers, as I thank you for your love of Christ and of his bride the Church, I ask you again solemnly to be faithful to your promises. Serve God and your people with holiness and courage, and always conform your lives to the mystery of the Lord’s cross. May God bless your apostolic labours abundantly!

Von ganzem Herzen grüße ich die Bischöfe, Priester und Ordensleute wie auch alle Pilger, die aus den Diözesen des deutschen Sprachraums zum Abschluß des Priesterjahres nach Rom gekommen sind, um ihre Einheit mit dem Nachfolger Petri zu zeigen. Liebe Mitbrüder, wo kein Zusammenhalt ist, da gibt es keinen Fortschritt. Wenn wir miteinander verbunden bleiben, wenn wir in Christus, dem wahren Weinstock, bleiben, dann können wir starke und lebendige Zeugen der Liebe und der Wahrheit sein, können uns die Winde des Augenblicks nicht verbiegen oder brechen. Christus ist die Wurzel, die uns trägt und uns Leben gibt. Danken wir dem Herrn für die Gnade des Priestertums; dafür, daß er uns jeden Tag neu Gelegenheit gibt, in seiner Nachfolge gute Hirten zu sein. Der Heilige Geist stärke euch bei all eurem Wirken!

Saludo cordialmente a los presbíteros de lengua española, y pido a Dios que esta celebración se convierta en un vigoroso impulso para seguir viviendo con gozo, humildad y esperanza su sacerdocio, siendo mensajeros audaces del Evangelio, ministros fieles de los Sacramentos y testigos elocuentes de la caridad. Con los sentimientos de Cristo, Buen Pastor, os invito a continuar aspirando cada día a la santidad, sabiendo que no hay mayor felicidad en este mundo que gastar la vida por la gloria de Dios y el bien de las almas.

“Dobroć i łaska pójdą w ślad za mną przez wszystkie dni mego życia” (Ps 23/22/, 6). Tymi słowami Psalmu pozdrawiam polskich kapłanów. Drodzy Bracia, Chrystus Was wybrał, wezwał, napełnił dobrocią i łaską. Szczerym sercem podejmujcie każdego dnia ten dar i nieście go z miłością tym, do których zostaliście posłani. Świętymi bądźcie i prowadźcie innych do świętości w Chrystusie. Niech Bóg wam błogosławi!

Rivolgo infine il mio cordiale saluto ai sacerdoti di Roma e d’Italia; come pure ai Presuli, ai sacerdoti e ai seminaristi di tutti i Riti delle Chiese Orientali cattoliche. So, infine, che in tutte le parti del mondo si sono tenuti moltissimi incontri celebrativi e spirituali con grande e fruttuosa partecipazione. Pertanto, desidero ringraziare Vescovi, sacerdoti e organizzatori ed auguro a tutti di proseguire con rinnovato slancio il cammino di santificazione in questo sacro ministero che il Signore vi ha affidato. Vi benedico di cuore!

© Copyright 2010 – Libreria Editrice Vaticana

Desnutrição alarmante das crianças do Níger e Apelo internacional do Papa frente à violência no Oriente Médio (assassinato de Dom Luigi Padovese, em 03 de junho, na Turquia) – Agência Fides/Roma – 09.06.2010

Dom Luigi Padovese, presidente da Conferência Episcopal da Turquia, foi assassinado na última quinta-feira, dia 3 de junho, dia em que celebramos Corpus Christi – Corpo de Deus – o sacrifício e a Ressurreição de Jesus Cristo. Uma data terrivelmente emblemática para a morte de um homem consagrado ao serviço da construção do Reino de Cristo, até Sua vinda. Lembremos de Dom Luigi em nossas orações.

Creio que seu martírio representa a grave crise, que toma o disfarce de religiosa, mas que visa, de fato, tomada de poder entre grupos que, historicamente, vivem em conflito pelo domínio de uma terra que é chamada Santa, Jerusalém. No caso, todo seu amplo entorno, que afinal, se estende por todo o Oriente Médio. Ao que parece os cristãos chamam a atenção para o diálogo entre as várias vertentes, tanto entre muçulmanos, quanto judaicas, com chave negativa em relação à visão do Estado de Israel. No entanto, salvo melhor avaliação, os cristãos no Oriente Médio, apesar de serem numericamente quase ínfimos naqueles países, são incômodos, e infelizmente, alvo fácil.

Leia, logo abaixo o apelo internacional do Papa Bento XVI para o enfrentamento da violência no Oriente Médio, principalmente contra os cristãos.

…………………………………………………………………………………………………..

Sempre houve muita fome e miséria na África, principalmente devido à desestruturação social decorrente de centenas de anos de escravidão sofrida e perpetrada, com raras exceções pelo mundo inteiro. No entanto, a cultura africana é propícia à manutenção da violência entre elites tribais, ainda que em meio a arranha-céus… A corrupção é moeda corrente, e a decorrência disso é o frequente esfacelamento dos tecidos sociais.As crianças do Níger passam fome ou sobrevivem desnutridas. Há uma “super-dieta” que está em vias de não poder ser mantida. Uma organização internacional importante está enfrentando a ausência de uma estrutura permanente de assistência – via setor público, devido a uma simples questão: os homens não admitem que suas mulheres se afastem das áreas de colheita, para ajudá-los.  O resultado é que as crianças com saúde mais crítica, não conseguem receber adequadamente a alimentação que lhes é reservada. Por certo, há indiferença dos setores públicos, que, além de aceitarem passivamente a dependência de iniciativas internacionais, não garantem que a cadeia de ajuda humanitária seja mantida. Seria o caso de aplicar multas pesadas sobre os habitantes que desfazem do trabalho de Ongs em geral e de iniciativas, tanto católicas, quanto de outras igrejas cristãs.

Logo abaixo, leia a notícia de hoje sobre a situação em Níger, com cidades que, por falta de transporte chegam a exigir três dias de viagem para ir aos centros de distribuição de alimentação das crianças, e três para a volta.

________________________________________________________
Fonte: AGÊNCIA FIDES – Roma

Imagem: "Palco da Vida"-Cabo Verde

ÁFRICA/NÍGER Toda criança tem direito a alimentação e assistência médica

Niamey (Agência Fides) – A falta de meios de transporte, o estilo de vida rural e a pressão exercida sobre as mulheres para trabalhar nos campos, ajudam a piorar as formas de desnutrição nas crianças do Níger que não podem levar a termo os programas de alimentação terapêutico aos quais são submetidos. Em algumas áreas rurais remotas, os centros de saúdem onde são realizados tais tratamentos, estão muito longe. Isso faz com que uma criança desnutrida a cada cinco que participa destes programas, nas províncias de Zinder e Maradi, interrompe o tratamento porque proveniente da Nigéria. A terapia intensiva dura oito semanas. Por causa da interrupção, o número de crianças gravemente desnutridas que são registradas nos programas terapêuticos aumenta semana após semana. Foram verificados 8 mil casos na última semana. Segundo o coordenador do UNICEF, na capital, Niamey, desde o início do ano as agências humanitárias cuidam de 84 crianças gravemente desnutridas. Na província de Diffa, onde trabalha a Ong Save the Children, a situação está piorando. A organização está programando aumentar as ajudas em todos os centros de saúde nos distritos deDiffa onde trabalha.

De Zinder e Maradi é preciso muito tempo para ir e voltar do centro, além disso os maridos não querem que suas mulheres e crianças fiquem ali muito tempo sozinhos e em vista da estação da colheita, as mulheres que trabalham nos campos, são obrigadas a voltar para suas casas. Em algumas áreas, 70% dos povoados distam mais de 15 km dos centros de saúde, outros 50 km, tornando necessário 3 dias para ir e 3 para voltar!

O índice de desnutrição aguda geral em Diffa é o mais alto da região, com 17.4%. Na zona norte da província acontece que ao voltar ao povoado depois de um mês ele não mais existe. As crianças em terapia devem ser controladas pelo menos uma vez por semana para verificar se estão perdendo peso, que não tenham contraído outras complicações, e que a comida hiper-calórica a eles destinados não seja dada aos outros membros da família. No Níger, a assistência de saúde oferecida às crianças com menos de cinco anos e às mulheres grávidas é gratuito, todavia, os remédios não são suficientes. (AP) (8/6/2010 Agência Fides)

__________________________________________________________

Imagem: Loyola Notícias
Papa Bento XVI no Memorial de Moisés, no Monte Nebo - Basílica (Jordânia) - 08.05.2009. Imagem: Loyola Notícias

Fonte: AGÊNCIA FIDES – Roma

2010-06-07

VATICANO Apelo do Papa em favor do “esforço internacional urgente e intrépido a fim de resolver as tensões que continuam no Oriente Médio, sobretudo na Terra Santa, antes que tais conflitos conduzam a um maior espargimento de sangue”

Nicósia (Agência Fides) – “Renovo o meu apelo pessoal pelo esforço internacional urgente e intrépido a fim de resolver as tensões que continuam no Oriente Médio, sobretudo na Terra Santa, antes que tais conflitos conduzam a um maior espargimento de sangue.” São as palavras proferidas pelo Santo Padre Bento XVI no domingo, 6 de junho, no final da Santa Missa celebrada no Palácio do Esporte Eleftheria de Nicósia, antes da entrega do Instrumentum laboris da próxima Assembleia Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos, que se celebrará em outubro.

Em seu discurso o Santo Padre recordou Dom Luigi Padovese, Presidente da Conferência Episcopal da Turquia, assassinado em 3 de junho. O Papa recordou que o prelado contribuiu na preparação doInstrumentum Laboris e acrescentou: “Confio a sua alma à misericórdia de Deus Onipotente, recordando seu compromisso, especialmente como Bispo, pela compreensão mútua no âmbito inter-religioso e cultural e pelo diálogo entre as Igrejas. A sua morte é um lúcido chamado à vocação que todos os cristãos partilham em ser, em toda circunstância, testemunhas corajosas de tudo aquilo que é bom, nobre e justo”. O Papa evidenciou como o Oriente Médio tenha “um lugar especial no coração de todos os cristãos, a partir do momento que foi ali que Deus se manifestou aos nossos pais na fé”. A mensagem do Evangelho se difundiu no mundo inteiro e “os cristãos em cada lugar continuam olhando o Oriente Médio com reverência especial, por causa dos profetas e dos patriarcas, dos apóstolos e dos mártires, aos quais devemos tanto, aos homens e às mulheres que ouviram a Palavra de Deus, que deram testemunho dela, e a entregaram a nós pertencentes à grande família da Igreja”.

Falando sobre a próxima Assembleia Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos, o Santo Padre evidenciou que ela “buscará aprofundar os laços de comunhão entre os membros das Igrejas locais, como também a comunhão destas Igrejas entre si e com a Igreja universal”. Será um encorajamento no testemunho de fé em Cristo, vivida nos países onde esta fé nasceu e cresceu. “A Assembleia Especial é uma ocasião para todos os cristãos do resto do mundo de oferecer uma ajuda espiritual e uma solidariedade para seus irmãos e irmãs do Oriente Médio” – prosseguiu o Santo Padre. É uma ocasião para ressaltar o valor importante da presença e do testemunho cristão nos países da Bíblia, não somente para a comunidade cristã no mundo, mas igualmente para todos os vizinhos e concidadãos. Contribuam de várias formas ao bem comum, por exemplo, através da educação, do cuidado pelos doentes e a assistência social. Trabalham em favor da construção da sociedade. Vivam em paz e harmonia com seus próximos judeus e muçulmanos.

Muitas vezes vocês agem como artesãos da paz no difícil processo de reconciliação. Vocês merecem o reconhecimento pela função inestimável que desempenham. Espero que os seus direitos sejam sempre respeitados, incluindo o direito à liberdade de culto e a liberdade religiosa, e que vocês não sofram discriminações de todos os tipos. Rezo para que os trabalhos da Assembleia Especial chame a atenção da comunidade internacional sobre a condição dos cristãos no Oriente Médio, que sofrem por causa de sua fé, para que possam encontrar soluções justas e duradouras aos conflitos que causa tantos sofrimentos”. (SL) (Agência Fides 7/06/2010)

“(…)A fé diz-nos que é o próprio Cristo que continua dando o seu corpo e o seu sangue por amor a nós, como garantia de salvação para todos.” (SpeDeus – 03 de junho – Festa de Corpus Christi – Corpo de Deus)

Ceia do Senhor

Fonte: “Instituição da Eucaristia” – Achiropita.org.br

_________________________________________________________

Fonte: SpeDeus

Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo – Festa do Corpo de Deus

A Igreja coloca a festa da Eucaristia na semana seguinte ao domingo da Trindade. Tem tudo a ver. A coerência da liturgia corresponde à coerência da fé.

Se Deus é amor, se Ele assim se revelou no seu mistério da Trindade, que é a comunhão divina no seu amor, este amor foi manifestado para nós pela maneira como Cristo nos amou. E diz o Evangelho que ele nos amou até o fim! Deu por inteiro a sua vida por amor.
“Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos”, disse Jesus. Disse e fez. Deu por inteiro sua vida. E tornou perene este seu gesto de amor, colocando-o como sua memória para ser celebrada para sempre.

Isto é a Eucaristia. Ela recolhe o amor de Cristo, que continua dando a sua vida por nós e para nós. Também nisto se mostra a coerência do mistério de Deus. Deus é amor. Tendo assumido um corpo humano, o Filho de Deus fez do seu corpo uma expressão de amor. E, para mostrar que queria partilhar connosco o seu amor, fez do seu corpo alimento para nossas vidas, à semelhança de pão para comer e de vinho para beber. Sob estas aparências, a fé diz-nos que é o próprio Cristo que continua dando o seu corpo e o seu sangue por amor a nós, como garantia de salvação para todos.

A coerência de amor divino convida-nos à coerência de nossa fé. No pão consagrado e no cálice abençoado reconhecemos a presença viva do próprio Senhor, que nos envolve em seu amor e nos fortalece em sua comunhão.

A Eucaristia é o grande sinal do amor de Deus, que Cristo nos testemunhou e nos comunica por seu Santíssimo Sacramento.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
Publicada por JPR em Quinta-feira, Junho 03, 2010 (SpeDeus).

****

Papa Bento XVI

Oremus pro Pontifice nostro Benedicto
Dominus conservet eum et vivificet eum et
beatum faciat eum in terra
et non tradat eum in animam inimicorum eius

Tradução:

Oremos pelo nosso Papa Bento.
O Senhor o conserve e lhe dê vida e saúde,
O faça feliz na terra
E o guarde de todos os males. Amen.

(Tradução de JPR a partir da versão italiana)

«A Cruz de Cristo será a ruína do demónio; e por isso Jesus não deixa de ensinar aos seus discípulos que, para se entrar na Sua glória, deve sofrer muito, ser rejeitado, condenado e crucificado (cf. Lc 24, 26), pois o sofrimento é parte integrante da sua missão.»

«Jesus sofre e morre na Cruz por amor. Deste modo, considerando bem, deu sentido ao nosso sofrimento, um sentido que muitos homens e mulheres em todas as épocas compreenderam e assumiram como seu, experimentando uma profunda serenidade, mesmo na amargura perante duras provas físicas e morais.»

(Tradução de JPR a partir da versão espanhola)

Angelus de 1 de Fevereiro de 2009.

(Tradução de JPR a partir do site da Santa Sé e das versões italiana e espanhola)

****

Fonte: SpeDeus
Tema para reflexão
A nossa vida em Deus (1)

Sendo Deus eterna comunicação de Amor, é compreensível que esse Amor transborde para fora d’Ele na Sua actuação. Toda a actuação de Deus na história é obra conjunta das três Pessoas, dado que se distinguem apenas no interior de Deus. Não obstante, cada uma imprime nas acções divinas “ad extra” a sua ( ) característica pessoal. Com uma imagem, poder-se-ia dizer que a acção divina é sempre única, como o dom que nós poderíamos receber da parte de uma família amiga, que é fruto de um só acto; mas, para quem conhece as pessoas que formam essa família, é possível reconhecer a mão ou a intervenção de cada uma, pela marca pessoal deixada por elas na prenda única.

Este reconhecimento é possível, porque conhecemos as Pessoas divinas na Sua distinção pessoal mediante as missões, quando Deus Pai enviou juntamente o Filho e o Espírito Santo na história (cf. Jo 3, 16-17 e 14, 26), para que se fizessem presentes entre os homens: «São sobretudo as missões divinas da Encarnação do Filho e do dom do Espírito Santo que manifestam as propriedades das pessoas divinas» (Catecismo, 258). Eles são como que as duas mãos do Pai que abraçam os homens de todos os tempos, para os levar ao seio do Pai. Se Deus está presente em todos os seres enquanto princípio do que existe, com as missões do Filho e do Espírito fazem-se presentes de uma forma nova . A própria Cruz de Cristo manifesta ao homem de todos os tempos o eterno Dom que Deus faz de Si mesmo, revelando na Sua morte a íntima dinâmica do Amor que une as três Pessoas.

(GIULIO MASPERO)
Agradecimento: António Mexia Alves
Publicada por JPR em Quinta-feira, Junho 03, 2010 (SpeDeus).

“A celebração da Páscoa é certeza para nós de que a vida vence a morte, a alegria vence a dor! Portanto, nunca se deixe abater, lembre que depois da Cruz vem a glória. E, como diz um canto que cantamos em nossas celebrações: [em Jesus temos a razão do sofrer que traz salvação]” – Carmelo Sagrado Coração de Jesus – Carmelo de Santo Ângelo (RS – Brasil – segunda-feira – 05 de abril de 2010)

PÁSCOA ETERNA

Jesus Cristo – a nossa Páscoa – ressuscitou! Ele veio, em nome do Amor, para nos mostrar o caminho da Eternidade!

N’ Ele nossas aflições têm descanso… Somos provados para poder acompanhá-lo, com nossos passos vacilantes, desde agora até a implantação definitiva do Reino de Deus, Seu Pai, nosso por adoção. Reino de Misericórdia! Amém!

(L.B.N.)

………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….


Segunda-feira, 5 de abril de 2010

Feliz Páscoa!

(Santo Ângelo-RS-Brasil)

“Somente no silêncio a pessoa penetra nas profundezas de Deus, sua base original. Somente no silêncio ela capta grandes relações, sente a dor, a busca, os anseios e a alegria do outro. Se nos afastamos, é para enxergarmos mais longe. Para abranger na totalidade do amor de Deus, o mistério do mundo tão carente de amor e de paz. O mistério dos homens e mulheres, nossos irmãos e irmãs; especialmente dos excluídos.

Nas dificuldades da vida nunca deixe de olhar mais além!

No horizonte sempre brilha uma nova luz!”

Post publicado em “Carmelo de Santo Ângelo”.