O Santictissima (Yotube) – Dia da Imaculada Conceição – 08.12.2011

O SANTICTISSIMA

Confira a letra logo abaixo, entoada pelo canto coral, possivelmente com excertos da original:

O Sanctissima, O Piissima
Dulcis Virgo Maria
Mater amata, In te temerata
Ora, Ora Pro Nobis

Leia mais..

(Enviada por em 17/08/2009)

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Logo abaixo publiquei um post sobre Dia da Imaculada Conceição, que em todo o  mundo é comemorado na data de hoje. (LBN)

“Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra” (Virgem Maria) – Dia de Nossa Senhora Imaculada Conceição – 08.12.2011

Fonte: Um rota diferente  (Blog católico)

Dia da Imaculada Conceição – 08.12.2011

Hoje, a Igreja celebra o Dia da Imaculada Conceição, também Padroeira de Portugal.
Anunciaçao do Anjo S. Gabriel
Do: Evangelho de de S. Lucas 1, 26-38
«O Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré,
a uma Virgem desposada com um homem chamado José,
que era descendente de David.
O nome da Virgem era Maria. Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo:
«Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo».
Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela.
Disse-lhe o Anjo:
«Não temas, Maria,
porque encontraste graça diante de Deus.
Conceberás e darás à luz um Filho,
a quem porás o nome de Jesus.
Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo.
O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu pai David;
reinará eternamente sobre a casa de Jacob
e o seu reinado não terá fim».
……….
«O Espírito Santo virá sobre ti
e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra.
Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus.
……….
Maria disse então:
«Eis a escrava do Senhor;
faça-se em mim segundo a tua palavra».

Glorifiquemos a Vírgem Santíssima, Santa Mãe de Deus:

Virgem Maria, Santa Mãe de Deus
Magnificat
«A minha alma glorifica o Senhor
E o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.
Porque pôs os olhos na humildade da sua Serva:
de hoje em diante me chamarão bem aventurada, todas as gerações.
O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas:
Santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração
Sobre aqueles que o temem.
Manifestou o poder do seu braço
E dispersou os soberbos.
Derrubou os poderosos de seus tronos
E exaltou os humildes.
Aos famintos encheu de bens
aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu a Israel, seu servo,
Lembrado da sua misericórdia,
Como tinha prometido a nossos pais,
A Abraão e à sua descendência para sempre
Glória ao Pai e ao Filho E ao Espírito Santo,
como era no princípio, Agora e sempre.
Ámen.»
Como Maria aprendamos a caminhar com confiança e discernimento abrindo os nossos corações aos projectos que Deus tem para cada um de nós aceitando com benevolência os Seus desígnios.
Por Sua intercessão junto de seu Filho Jesus peço a Sua clemência para com todos os que se encontram doentes, sós, abandonados, por todas as mães cujos corações se encontrem atribulados e por todos os que de alguma forma sofram de qualquer espécie de injustiça ou aflição.
Que Nossa Senhora da Conceição a todos ajude e proteja.
Ámen.

Ailime
08.12.2011
Imagens da Net

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Publicado em Uma rota diferente (blog católico).

“O anúncio da Boa Nova cristã, da beleza da fé em Cristo, precisa de pessoas que, com coerência de vida e fidelidade, testemunhada se necessário ao dom de si mesmo, manifestem a primazia absoluta do Amor em qualquer circunstância.” – Papa Bento XVI – 01.12.2011 (Agência Fides)

Fonte: Agência Fides

01.12.2011

VATICANO

Bento XVI: “Ontem como hoje, o sangue dos mártires toca o coração do ser humano e o torna fecundo”

Cidade do Vaticano (Agência Fides) – “O anúncio da Boa Nova cristã, da beleza da fé em Cristo, precisa de pessoas que, com coerência de vida e fidelidade, testemunhada se necessário ao dom de si mesmo, manifestem a primazia absoluta do Amor em qualquer circunstância.” Foi o que disse o Santo Padre Bento XVI em sua mensagem para a 16ª Sessão Pública das Pontifícias Academias realizada, no Vaticano, na tarde desta quarta-feira, sobre o tema “Testemunhos e testemunhas. Os mártires e os campeões da fé”, realizada na tarde de 30 de novembro. O Papa sublinha: “Se observarmos com atenção o exemplo dos mártires, corajosas testemunhas da antiguidade cristã, e de várias testemunhas do nosso tempo, notamos que foram pessoas profundamente livres, livres acordos e laços egoístas, conscientes da importância e da beleza de sua vida, e por isso, capazes de amar a Deus e aos outros de maneira heróica, vivendo a santidade cristã”. Detendo-se sobre o tema da Sessão Pública, o Papa sublinha a importância da historicidade do cristianismo, “o seu envolvimento contínuo com a história para transformá-la profundamente graças ao fermento do Evangelho e da santidade vivida e testemunhada”. O estudo atento dos testemunhos do passado permite “redescobrir não poucos aspectos da vida das gerações passadas como também da experiência de fé das antigas comunidades cristãs”. Dentre os sítios arqueológicos em que emergem os sinais da presença cristã, o Pontífice citou de maneira particular a Terra Santa e a cidade de Roma, onde os mártires “atestam não só uma genérica presença cristã, mas sobretudo, um forte testemunho dos cristãos e daqueles que por Cristo deram suas vidas, os mártires … As numerosas intervenções monumentais e artísticas dedicadas aos mártires, documentadas pelas escavações arqueológicas e todas as outras pesquisas relacionadas, decorrem de uma convicção sempre presente na comunidade cristã, de ontem e de hoje: o Evangelho fala ao coração humano e se comunica principalmente através do testemunho vivo dos fiéis”.

Enfim, Bento XVI sublinhou que “também hoje se a Igreja deseja falar eficazmente ao mundo, se quer continuar anunciando fielmente o Evangelho e fazer sentir sua presença amiga aos homens e mulheres que vivem sua existência sentindo-se peregrinos da verdade e da paz, deve ser, também nos contextos aparentemente difíceis ou indiferentes ao anúncio do Evangelho, testemunha da credibilidade da fé, oferecendo testemunhos concretos e proféticos através de sinais eficazes e transparentes de coerência, fidelidade e amor incondicionado a Cristo, não desligada da autêntica caridade, do amor ao próximo. Ontem como hoje, o sangue dos mártires, seu tangível e eloqüente testemunho toca o coração humano e o torna fecundo, capaz de frutificar em si uma vida nova, acolher a vida do Ressuscitado para levar ressurreição e esperança ao mundo ao seu redor”. (SL) (Agência Fides 1/12/2011)

Vídeo apresenta a história do Carmelo de Uberaba (Minas Gerais-Brasil)

A Paz de Cristo Jesus a todos os visitantes do blog “Castelo Interior”!

Apresento a vocês um vídeo  que traz, de modo muito agradável e interessante,  dados sobre o “Carmelo de Uberaba”, sediado em Minas Gerais.  Seu título é “Nossa História” (YouTube). Traz belas imagens, acompanhadas pela “Ave Maria”, de Schubert. Para mim, se me permitem brincar um pouquinho, foi uma experiência quase “mística” adentrar pelo convento, já que em um tempo caótico como o que vivemos, este silêncio é um verdadeiro bálsamo para nossas almas confusas e sofridas. Seu conteúdo me levou a refletir sobre a atemporalidade do Bem, além da importância da existência de pessoas consagradas à oração. Afinal, o objetivo principal de suas vidas na clausura é a salvação da almas do mundo inteiro. Não é pouco portanto o que gratuitamente oferecem de si por todos nós. Aliás, é importantíssimo este gesto – o da doação –  na contra-face de um tempo individualista e relativista.

Uma peculariedade que este Carmelo Descalço apresenta é a atuação de três irmãs carmelitas denominadas “Veleiras”. Ainda que participantes da vida contemplativa, receberam a incumbência de oferecer atendimento direto aos que lá acorrem, além de se ocuparem dos assuntos externos relativos ao Carmelo de Uberaba.

Para outras informações, acesse o site http://wwwcarmelodeuberaba.blogspot.com.br.

“Não que se oponham ambos os aspectos da experiência teresiana: pelo contrário, falar da escritora pressupõe fazer referências constantes à sua doutrina espiritual, como, por outro lado, falar da experiência mística de Teresa é entrar na linguagem literária que traduziu tal experiência.(…)” – Seminário – María de la Concepción Piñero Valverde (FFLCHUSP)

Fonte/texto/imagem: Da Mihi Animas (Padre Marcelo Tenório) – Notícia da Agência Fides:  Papa propõe Santa Teresa de Jesus como “mestra espiritual” hoje

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Fonte: http://www.hottopos.com/seminario/sem2/concha.htm#_ftn1 (Artigo Completo)

Aproximação à Obra Literária de
Santa Teresa de Jesus

María de la Concepción Piñero Valverde
(Livre-Docente FFLCHUSP)

As reflexões que se seguem procuraram servir de breve apresentação da obra literária de Santa Teresa de Jesus a um público de jovens estudantes universitários brasileiros. Não houve, portanto, a pretensão de desenvolver análise literária da obra teresiana e muito menos de apresentar toda a sua riqueza para a espiritualidade cristã. O que se buscou, somente, foi oferecer uma primeira visão da obra de uma extraordinária mulher que, apesar de universalmente conhecida como grande mística, é ainda pouco estudada como a grande escritora que também foi. Não que se oponham ambos os aspectos da experiência teresiana: pelo contrário, falar da escritora pressupõe fazer referências constantes à sua doutrina espiritual, como, por outro lado, falar da experiência mística de Teresa é entrar na linguagem literária que traduziu tal experiência. Podemos, pois, reconhecer desde já que o estudo de Teresa, a escritora, é inseparável do estudo de Teresa, a mística. Assim, ao concentrar a atenção na expressão literária teresiana, que é o que se pretende agora, espera-se oferecer elementos que permitam apreciar melhor também sua doutrina e espiritualidade.

Teresa de Jesus: mulher do século XVI que se expressou por meio de obra escrita. E obra escrita de grande valor literário. Por outras palavras, o que Teresa escreveu, além do valor religioso, tem valor estético. Teresa, como Agostinho e Pascal, está entre os autores espirituais que foram também grandes escritores, autores de textos lidos até mesmo por pessoas estranhas à prática religiosa.

Buscar as raízes da beleza que encontramos nas páginas teresianas é lembrar que Teresa de Cepeda e Ahumada nasce em Ávila, uma das mais belas cidades de Castela, rodeada de antigas e famosas muralhas. A paisagem da cidade natal lhe inspiraria, mais tarde, a nitidez das imagens de uma de suas maiores obras, as Moradas ou Castelo Interior. É precisamente como um castelo rodeado de muralhas que Teresa expressará o íntimo da vida humana, o lugar onde se dá o encontro com o divino.

Teresa desde o berço contemplou o belo à sua volta e também desde muito cedo começou a experimentar o fascínio da palavra poética. Palavra que conheceu, antes de mais nada, por meio de seus pais, cristãos fervorosos, que lhe fizeram familiar a dos salmos, dos cânticos, das parábolas evangélicas. As Escrituras Sagradas, as divinae litterae, foram, pois, a porta pela qual Teresa entrou no mundo da literatura.

(…)

Obra-prima das mais conhecidas é a que se intitula Las Moradas o Castillo Interior, tratado destinado a auxiliar os que desejam aprender a oração. Logo que foi redigido, em 1577, um carmelita descalço amigo de Teresa, Jerónimo Gracián, cuidou de esconder a obra em Sevilha, para salvá-la de ser apreendida pela Inquisição, que dois anos antes havia recolhido a autobiografia de Teresa. O texto salvo foi depois publicado pelo grande poeta do século XVI, frei Luis de León, em sua edição das obras teresianas. Característica das Moradas é a variedade de destinatários, o que condiciona de modo decisivo seu estilo. Este vai mudando, segundo a pessoa a quem a escritora se dirige (por exemplo, aos cristãos todos, às carmelitas e ao próprio Deus). É notável que ao falar com Deus, o estilo de Teresa não perde as características de quem se dirige aos interlocutores visíveis: pelo contrário, torna-se muito mais afetivo. “Rey mío”, “Dios mío”, “Señor de mi alma”, “Padre y Criador mío”, são algumas expressões de Teresa, que poderiam formar uma lista inesgotável.

Mas a organização do texto das Moradas tem como chave o simbolismo do “castelo interior” ou castelo da alma. A figura do castelo era imagem antiga na tradição literária cristã, mas havia também sido usada, em tempos próximos de Teresa, por alguns autores que ela provavelmente leu na biblioteca de seu pai, como Bernardino de Laredo. A crítica vem lembrando, ainda, que a imagem do castelo é um dos símbolos da mística muçulmana: e nós sabemos a importância da presença muçulmana na cultura espanhola medieval. Mas não podemos esquecer também a importância dos castelos nas novelas de cavalaria, tão apreciadas por Teresa. Nem podemos esquecer o que já se disse, isto é, que Teresa cresceu vendo as célebres muralhas de Ávila, sua cidade natal. Provavelmente todas essas lembranças confluíram na criação da imagem literária do castelo teresiano. Seja qual for a origem dessa imagem, certo é que ela se tornou um dos recursos literários de maior êxito para explicar o processo da vida espiritual de interiorização e união. O castelo teresiano é esférico, formado por sete moradas concêntricas e “en el centro y mitad de todas éstas tiene la más principal, que es adonde pasan las cosas de mucho secreto entre Dios y el alma” (Moradas, I,1,3). Isso simboliza a caminhada mística, que parte, nas primeiras moradas, de uma fase de purificação e chega aos desposórios místicos nas últimas moradas.

Em todos os escritos de Santa Teresa, como já se havia dito, vemos refletir-se toda a sua vida espiritual e toda a sua vida de fundadora do Carmelo reformado. Mas, como já se disse também, essa obra não tem valor somente como documento histórico, biográfico ou espiritual. É uma obra importantíssima pelo valor literário, como havia percebido seu primeiro editor, o poeta frei Luis de León, já citado. Ele é quem louva a dicção castiça da Santa, chamando a atenção para a beleza da linguagem teresiana, uma beleza quase “caseira”. Isso acontece justamente porque Santa Teresa escrevia com propriedade e sem afetação a língua que havia aprendido desde menina.

Apesar desse reconhecimento inicial, o valor literário da obra teresiana acabou ofuscado por seu valor espiritual e foi ficando relativamente esquecido. Chegou mesmo a pesar sobre os escritos teresianos uma opinião um tanto sumária, segundo a qual os textos da Santa estariam redigidos em “estilo ermitaño”, isto é, em estilo despojado e pobre, como o de um ermitão que apresentasse a mensagem espiritual em termos rudimentares. Este preconceito desmoronou há mais de um século, quando o grande crítico Menéndez Pidal chamou a atenção para um aspecto revolucionário da linguagem teresiana, ou seja: o desvio da norma, a ruptura com o vocabulário erudito geralmente empregado nos textos espirituais em sua época. A simplicidade do vocabulário, segundo o crítico, longe de mostrar pobreza da escritora indicava seu desejo de expressar com liberdade sua experiência pessoal, sem se vincular à terminologia abstrata. Teresa revaloriza, com um novo sentido, termos comuns que estavam desgastados no vocabulário convencional. Além disso, já vimos que o estilo teresiano é rico em alegorias, comparações e símbolos, é o caso do castelo interior, imagens cuja beleza traduz a experiência pessoal da escritora. É preciso notar ainda que os escritos de Santa Teresa estão muitas vezes marcados por emendas e correções que ela mesma fazia, o que revela seu cuidado em escrever de modo claro e apropriado.

Nestes últimos anos, percebeu-se afinal toda a importância da obra literária teresiana. Para a crítica recente, o que é autenticamente original na literatura de Santa Teresa é a liberdade de expressão. Na literatura espiritual anterior, partia-se de um sistema de princípios, que em um segundo momento era aplicado à situação individual. Teresa de Jesus inverte esse processo. Ela parte não de princípios abstratos, mas de um fato da sua experiência, que se esforça por entender e expressar. Assim ela se afasta das teorias dos letrados e inaugura, na espiritualidade européia, a modernidade renascentista.

Mas já é tempo de ir concluindo estas reflexões. Como eu disse de início, nosso assunto era Santa Teresa escritora. A grandeza mística de Santa Teresa e sua importância para a história da Igreja já vinham sendo reconhecidas há muito tempo. Mas em nossos dias, quando se valoriza a contribuição feminina para todas as artes e ciências, mais do que nunca os estudiosos se têm voltado para Teresa como escritora. Ou seja, como mulher que soube criar beleza através de seus escritos. Em conclusão, no momento em que se redescobre a presença feminina na literatura, pode-se, com boas razões, falar em redescoberta literária de Santa Teresa.

[1] Os textos teresianos aqui citados seguem esta edição: Santa Teresa de Jesús, Obras Completas, Madrid, Biblioteca de Autores Cristianos, 1962.

Autora: María de la Concepción Piñero Valverde
(Livre-Docente FFLCHUSP)
concha@centrodeartes.com.br

Fonte: http://www.hottopos.com/seminario/sem2/concha.htm#_ftn1 (Artigo Completo)

Bento XVI irá a Benin para a assinatura e a publicação da Exortação apostólica pós-sinodal da Segunda Assembleia especial para a África do Sínodo dos Bispos, ocorrida na data de outubro 2009, em Roma (Agência Fides)

Fonte/imagem: Christo Nihil Praeponere

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Fonte: Agência Fides

14.11.2011

VATICANO – Bento XVI confia à oração de todos a sua viagem à África

Cidade do Vaticano (Agência Fides) – De 18 a 20 de novembro, o Santo Padre Bento XVI irá ao Benin para a assinatura e a publicação da Exortação apostólica pós-sinodal da Segunda Assembleia especial para a África do Sínodo dos Bispos, celebrada em Roma em outubro de 2009. Após o Angelus de domingo, 13 de novembro, falando em francês, o Papa pediu a oração de todos por esta viagem e “pelos habitantes do querido continente africano”. O Santo Padre citou a parábola dos talentos, proclamada na liturgia do dia, sobre a qual havia se referido antes. Eis as suas palavras: “Queridos peregrinos francófonos, o Senhor nos convida a reconhecer os dons que nos fez. Ele confia a cada um a responsabilidade de fazê-los frutificar a fim de que sejam o sal da terra e a luz do mundo. Estas palavras de Cristo orientaram os trabalhos da Segunda Assembleia especial para a África do Sínodo dos Bispos. Espero repeti-las a todos, enquanto me preparo para ir ao Benin reconfirmar a fé e a esperança dos cristãos da África e das Ilhas adjacentes. Confio à sua oração esta viagem e os habitantes do querido continente africano, particularmente aqueles que conhecem a insegurança e a violência. Que Nossa Senhora da África acompanhe e sustente os esforços de todas as pessoas que atuam pela reconciliação, a justiça e a paz!”. (SL) (Agência Fides 14/11/2011)

“Deus é amor, e quem permanece no amor, permanece em Deus e Deus nele” -(Jo 4, 16) – Imitação de Cristo

Reflexão

“Deus é amor, e quem permanece no amor, permanece em Deus e Deus nele” (Jo 4, 16)

Mas o amor tem seus tempos de prova, como seus momentos de gozo; e esta vida transitória deve ser o contínuo exercício  de amor, ou a consumação dum grande sacrifício, cujo prêmio será uma vida eterna ou um  amor imutável.

Todos os caracteres da caridade, enumerados por São Paulo, nos recordam a ideia de sacrifício; e o mesmo amor infinito não pôde manifestar-se plenamente a nós senão por um sacrifício infinito. “Deus amou de tal modo o mundo, que deu por ele seu filho único (Jo, 3, 16).

E nosso amor para com Deus não pode tampouco manifestar-se senão por um sacrifício, não igual, o que é impossível, mas semelhante pelo dom de todo o nosso ser, ou uma perfeita obediência de nosso espírito, de nosso coração e de nossos sentidos à vontade daquele que tão extremosamente nos amou.

Então se verifica aquela união inefável que, na sua última hora, pedia Jesus Cristo a seu Eterno Pai operasse entre Ele e a criatura resgatada. Enquanto a natureza viver ainda em nós, alguma coisa nos separa de Deus e de Jesus, e o amor de Jesus urge que acabemos o sacrifício e pronunciemos aquela última palavra que o mundo não compreende, mas que regozija o céu: “Tudo está consumado” (Jo 19, 30).

Quando pronunciarás tu, minha alma, esta palavra decisiva?

Publicado em Imitação de Cristo – Reflexões – página 212

Imagem: Canto da Paz

“Nada te perturbe” – Oração – Santa Teresa de Jesus – Vídeo clipe (Gloria.tv) – 02.11.2011

Fonte: Gloria.tv

Olá a todos!

Temos hoje, como ofício de memória da Igreja, a lembrança de nossos entes já falecidos. Peçamos a Deus que aqueles que o temeram, por obediência, e lutaram para fazer o bem que Ele plantou em seus corações, pelo menos, tenham a oportunidade de merecer o Céu. Que o mesmo valha para nós, na nossa hora.  Amém.

Era o que Santa Teresa pedia para seus amigos e amigas, incluindo o mundo inteiro em suas orações. Isto, tal como todos os carmelitas, descalços e calçados também o fazem na oração : a salvação de todas as almas que amam e amaram ao Criador, Nosso Pai, e Seu Filho, Cristo Jesus.

Apresento-lhes, a propósito, um vídeo clipe.

Entramos repetidas vezes em contradição com exemplos de santos e santas que tem lugar especial em nosso coração… Acredito que assim será enquanto vivermos. No entanto, tal como Santa  Teresa de Jesus nos alertava, temos sempre que estar atentos para que nosso coração não seja vítima da tentação do medo, da falta de confiança no amor, na misericórdia de Deus Pai e Seu Filho, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Temos ainda a proteção maternal e intercessora de Nossa Senhora, nossa Mãe Santíssima. Vejamos o vídeo da oração mais conhecida de Santa Teresa de Ávila (e difícil, para nós que vivemos no mundo), quase que permantemente “atormentados” por toda sorte de perturbações. Sem o concurso da oração – tal como ela enfatizava – a  nossa missão, a nossa  jornada estará mais distante do  “Caminho, Verdade e Vida”, que é Jesus Cristo e seu legado de amor e salvação. Que Ele, por meio de seu Santo Espírito nos ilumine e abençoe.  Amém.

Vídeo clipe de Santa Tereza de Jesus – 15 de Outubro Ofício da Memória

http://pt.gloria.tv/?media=103267

 

 

“De facto, sentia-se inspirada a dar origem a uma Congregação que, embora embebida do espírito carmelita de oração e reparação, se dedicasse também à assistência de crianças órfãs, pobres e abandonadas.(…)Deixou a Alemanha enfrentando inúmeras dificuldades e, depois de muito peregrinar, chegou à Itália.” – Artigo do Vaticano comenta beatificação de Madre Teresa de São José (Congregação das Carmelitas do Divino Coração de Jesus)

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Fonte: Carmelo Divino Coração de Jesus – Missão

Fundadora das Irmãs Carmelitas do Divino Coração de Jesus

                                Beatificada a 13 de maio de 2006

                                          Ana Maria Tauscher, que se tornaria Madre Maria Teresa de São José, nasceu em Sandow, uma pequena cidade cerca de 100 km sudeste de Berlim (atualmente Polônia). O pai de Ana Maria,  Herman Traugott Tauscher, um pastor protestante de alto cargo, exercia a profissão que era a mesma de seus antepassados desde a época de Martinho Lutero.

                                          No entanto, desde a idade de 15 anos, Ana Maria aspirava a uma verdade ainda mais profunda que aquela que lhe tinha sido transmitida através da sua educação luterana. Aos 22 anos, ela começou a ler quotidianamente a Sagrada Escritura e a Imitação de Cristo. Um dia, frente a alguns colegas de seu pai, ela defendeu mesmo a doutrina da infalibilidade pontifícia. Ela também acreditava na virgindade de Maria, sem nunca ter estado em contato com católicos, nem ter lido obras católicas.

                                          Aos 22 anos, Ana Maria teve a intuição de que Deus a chamaria para seu serviço quando tivesse 30 anos. Porém, não sabia nem onde, nem como isso ia acontecer. Ela tudo entregava nas mãos da Divina Providência.

                                          Em fevereiro de 1886, estando ela em Berlim na casa de amigos, Ana Maria leu num jornal de Colônia um anúncio propondo um trabalho de enfermeira chefe num  hospital psiquiátrico. Seria este o sacrifício, o tal serviço que ela esteve esperando durante oito anos? No dia 6 de Março de 1886, Ana Maria deixou Berlim para começar a trabalhar na clínica de Lindenburg.

                                          Ela não tinha nenhuma experiência de enfermeira, mas sua entrega e seu amor quase maternal logo transformaram o asilo num autêntico Lar. À exceção do diretor, todas as pessoas da clínica de Lindenburg eram católicas. Um dos sacerdotes que vinha visitar os doentes ofereceu-lhe um catecismo da Igreja Católica. Nele, ela encontrou o que até então ela chamava de “sua religião pessoal”. E assim começou rapidamente a preparar, em segredo, a sua conversão.

                                          O diretor acabou por descobrir as intenções de Ana Maria. Mandou-a de volta para casa, mas voltou a chamá-la algumas semanas mais tarde. Aí, quando Ana Maria se preparava para subir no trem com destino a Colônia, seu pai a exortou de não se converter ao catolicismo. Ela lhe prometeu unicamente “Que tal não aconteceria hoje ou amanhã”.  Quando Ana Maria fez a sua profissão de fé na Igreja Católica, em 30 de Outubro de 1888, deixou para trás todo o seu passado.

                                          Desaprovada pelo seu pai, despedida de Lindenburg, Ana Maria colocou toda a sua confiança em Deus. Apesar de se ter proposto para vários empregos, ela não conseguia um outro trabalho, porque seu diretor tinha feito uma carta de recomendação pouco favorável. A partir de então, ela se viu sem trabalho e sem casa. Graças à ajuda de amigos católicos, Ana Maria foi recebida num convento, onde também se cuidava de pessoas de idade.

                                          Todas as tardes e todas as noites, Ana Maria vinha junto ao Senhor, frente ao altar do Santíssimo Sacramento, fortalecendo assim os laços que a uniam ao seu Divino Esposo. Continuava, no entanto, a sua séria procura de trabalho.

“Senhor, segundo a Vossa vontade, mandai-me a trabalhar para a salvação das almas aonde quiserdes. Escutai o ardente desejo da minha alma de poder demonstrar o meu amor e aminha gratidão. (…) meu Deus, se for possível, não me mandeis para Berlim, seja porém feita a Vossa vontade e não a minha.” (A.p.71)

                                          Era deste modo que Ana Maria rezava todos os dias. Desejava entrar numa ordem religiosa, mas tinha constantemente aquilo a que chamava “tentações do orgulho” de fundar a sua própria Congregação. Ela não podia partilhar com ninguém esta sua idéia. Esperava que entrando numa comunidade, esta provação desaparecesse. Os seus confessores sabiam que Deus a chamava para o seu serviço, mas aconselharam-na de não entrar numa ordem já existente. Passados 10 meses, ela recebeu então uma carta da Condessa de Savigny, uma católica fervorosa que vivia em Berlim, e que lhe propunha trabalho de dama de companhia. Apesar da sua tristeza à idéia de deixar Colônia, Ana Maria aceitou.

                                          Acompanhando a Condessa de Savigny nas suas viagens, Ana Maria começou a ler A Vida de Santa Teresa de Jesus, uma santa que tinha reformado o Carmelo no século XVI. A humildade de Teresa, o seu amor por Deus, o seu desejo ardente de salvar almas e o seu heroísmo correspondiam perfeitamente a Ana Maria. Desde então ela queria uma só coisa: entrar no Carmelo. Mas, uma vez mais o seu confessor a dissuadiu, e ela continuou a resistir à “sua tentação”. Quando o seu confessor partiu para as missões, Ana Maria procurou o conselho de um outro padre. As palavras dele foram libertadoras: “Pare de resistir à graça!”(A.p.98).

                                          Ana Maria começou desde logo a trabalhar naquilo para que se sentia chamada. Em Berlim, ela tinha presenciado o grande desespero das crianças sem casa. colocou-se em contato com o Delegado Episcopal de Berlim, e, obteve autorização para abrir um Lar para crianças. Com 500 marcos, que a Condessa lhe tinha dado em sinal de agradecimento, Ana Maria abriu o primeiro Lar São José, a 2 de Agosto de 1891. Começou por instalar três crianças, uma educadora e uma empregada doméstica, em alguns quartos de um prédio antigo, situado em “Pappelallee.” As crianças a chamavam “Mãe” e muito rapidamente passou a ser conhecida como “Mãe da Pappelallee”. Mas ainda faltava algo: a presença eucarística. Ana Maria não se cansava de rezar: “Senhor, se virdes, eu venho também.” (A.p.111),  e estava firmemente decidida a só se instalar no Lar São José, quando o Santíssimo Sacramento aí estivesse presente.

                                                                             A Eucaristia se tinha tornado o centro da vida e do trabalho de Madre Maria Teresa de São José. Na capela de Colônia, passou horas e horas rezando silenciosamente a Jesus, “o Amado da sua alma”. Frente ao Sacrário, na sua união pessoal com Cristo, Madre Teresa de São José encontrava alegria, paz, e o mais profundo amor que um coração humano pode experimentar.

“Deus inflamou o meu coração com tanta veemência de amor, que todo o sofrimento que a graça de Deus mais tarde me mandou ou permitiu que caísse sobre mim, não me parecia mais que uma gota de água que cai em cima de um ferro incandescente”. (A.p.65)

Com Jesus e por seu amor, ela estava pronta para tudo suportar, mas a sua ausência era para ela uma verdadeira tortura.

“Coração de Jesus, ninguém pode compreender como anseio por Vós. Ninguém é capaz de contar as lágrimas de desejo que chorei por Vós. Senhor, se virdes, eu venho também!” (A.p.)

                                           Era esta a sua oração constante. Era a fonte que alimentava todas as sua atividades apostólicas.

                                          O Amor nunca é estéril. A sua força criativa expande-se. Madre Maria Teresa desejava reunir outras pessoas à volta da Fonte de Amor que ela tinha encontrado. Só assim, bebendo constantemente desta fonte, é que ela própria e as outras jovens que se tinham juntado a ela, poderiam  se tornar instrumentos de Deus.

                                          A 8 de Dezembro de 1891, Cristo veio morar na “Pappelallee”. Para Ana Maria foi “o dia mais feliz da sua vida”.

“As nossa almas ganham vida nova na grande fonte de amor que é o SS. Sacramento e todos os dias se reacendem no fogo do Divino Amor que nunca descansa, mas que espalha ao redor de si as suas centelhas que são as obras de caridade em que Ele se consume.” (A.p.402)

                                          Em 1897, mais de quarenta jovens se tinham já associado à obra de Madre Teresa servindo nos Lares São José. Para além dos dois Lares de crianças em Berlim, havia ainda mais dois em Boêmia e um outro em Oldenburg. Em Berlim, ela abriu também um centro para os padres que trabalhavam ou estudavam nesta cidade. No entanto, Madre Maria Teresa não fundava os Lares São José para serem somente instituições sociais. Em 1891, contemplando a beleza de um pôr-do-sol, ela compreendeu a razão de ser das suas fundações: “A consagração das Servas do Divino Coração de Jesus a: I – expiação dos pecados, II – Santificação pessoal, III – Salvação das almas” (A.p.99). Ela tinha conhecido o Carmelo através de santa Teresa de Jesus, e tinha encontrado no zelo e nas orações dos santos do Carmelo, que tinham oferecido suas vidas como vítimas de Amor pela salvação das almas e glória da Igreja, uma fonte de inspiração para a sua própria vocação. A sua Congregação deveria seguir a espiritualidade carmelita. Santa Teresa tinha aberto o caminho.

                                          A partir de Novembro de 1896, Madre Maria Teresa e a sua comunidade cuidam das crianças e fazem missão nos domicílios, observando ao mesmo tempo a regra Primitiva da Ordem de Nossa Senhora do Monte Carmelo.

                                          Tal como a sua mãe espiritual, Santa Teresa de Jesus , a maior  alegria da Madre Maria Teresa era a de ser filha da Igreja . A sua humildade era  imensa ao se aperceber que Deus a tinha chamado a si, “uma filha do deserto”, para fundar uma comunidade religiosa, e para guiar outras mulheres já nascidas no seio da Igreja. Como uma verdadeira filha da Igreja, sempre se mostrou fiel e obedeceu aos bispos e aos ensinamentos da Igreja. A “voz do Bispo” representava para ela o “voz de Deus”, mesmo quando se tratava de encerrar um convento ou um Lar.

                                          Madre Maria Teresa viu a Igreja ser perseguida e devendo fazer face a inúmeros entraves. Em profunda união com o Sagrado Coração de Jesus, os sofrimentos e a glória do Corpo Místico de Cristo – a Igreja – tornam-se seus próprios sofrimentos e sua glória.

                                          Em 1897, Madre Maria Teresa esperava obter do Cardeal Kopp, Bispo de Breslau (de que Berlim dependia nessa altura), o reconhecimento da sua fundação como Congregação religiosa. Apesar de financiar o trabalho das Irmãs, o prelado continuou inflexível e recusou a aprovação canônica da Congregação. Seguindo os conselhos de um padre, Madre Maria Teresa decidiu ir procurar ajuda a Roma. Lá, encontrou o Padre  Geral da Ordem do Carmelo, e expôs-lhe o seu desejo de reunir numa mesma espiritualidade os dois aspectos do espírito do Carmelo – oração contemplativa e zelo apostólico  – para responder às necessidades da época. Esta iniciativa entusiasmou de tal maneira o Superior Geral que ele abençoou o seu escapulário e a ajudou a obter uma carta de recomendação do Cardeal Parocchi, protetor da Ordem do Carmelo.

                                          Contudo, devido a situação tensa que se vivia na Igreja da Alemanha, o Cardeal Kopp continuou a recusar considerar como religiosas as irmãs que trabalhavam nos Lares São José. Madre Maria Teresa começou a procura de um bispo que aceitasse receber as suas noviças e criar uma Casa Mãe em sua diocese. Durante seis anos, viajou desde a Baviera até à Holanda, passando pela Inglaterra e pela Itália. Por duas vezes obteve autorização de fundar uma Casa Mãe, mas circunstâncias adversas a obrigaram a deixar essas dioceses, fechando os noviciados antes mesmo que as irmãs pudessem pronunciar os seu votos.

                                          Finalmente, em 1904, em Rocca di Papa, Itália, surge a Casa Mãe. Aí se manteve durante  18 anos, tendo sido transferida para Sittard depois da primeira Guerra Mundial.

                                          Em Berlim, um grande número de padres e outros católicos criticaram severamente Madre Maria Teresa no seu desejo de criar uma nova Congregação religiosa. As jovens, que tinham intenção de entrar para a comunidade, ou ajudá-la eram constantemente dissuadidas. A calúnia e a difamação dos opositores pareciam vir de todo o lado, onde quer que Madre Maria Teresa se instalasse. Mas nunca ela retorquiu dizendo mal deles. Durante todos esses anos, teve que enfrentar a solidão, o afastamento da sua família, a doença e a pobreza.

                                          O sofrimento tinha-se tornado para Madre Maria Teresa uma fonte de alegria profunda, pois era um meio que ela utilizava para unir sua alma a Deus, e para, com o Salvador, participar na redenção do mundo.

                                          Ao fundar as Carmelitas do Divino Coração de Jesus, Madre Maria Teresa entregou-se inteiramente a Deus como vítima do seu amor. Passou a sua vida servindo os pobres e rezando, trabalhando e sofrendo pela salvação das almas e pela liberdade da Igreja . Em 1930, o trabalho e o sacrifício de Madre Maria Teresa foram coroados pela aprovação de sua Congregação pelo Papa Pio XI.

                                          Madre Maria Teresa percorreu a Europa e os Estados Unidos para fundar os Lares para as crianças, e mais tarde os Lares para os idosos. Os últimos anos de sua vida, passou-os em Sittard (Países Baixos), dirigindo a Congregação a partir da Casa Mãe, aí estabelecida desde 1922.

                                          Apesar de muito enfraquecida fisicamente e quase cega, passava largas horas em oração, de joelhos, frente ao Santíssimo Sacramente, e continuou sempre meiga e atenciosa para com as suas Irmãs.

                                          Antes de morrer, a 29 de Setembro de 1938, deixou às suas Irmãs, como sendo sua última vontade e testamento, uma linda declaração:

“Tudo o que Deus faz é bem feito. Seja sempre louvado e exaltado o Senhor” (A.P.445).

                                          Na noite em que morreu, madre Maria Teresa pediu que lhe trouxessem a relíquia, o crucifixo que a tinha acompanhado durante todas as suas viagens. Desde esse momento e até seu último suspiro não mais a largou. Então, de repente, ritmando as sílabas com o dedo, foi dizendo o que seria suas últimas palavras à Comunidade: “ Tudo – o – que – Deus – faz – é – bem – feito -. Seja – sempre – louvado  – e – exaltado – o – Senhor!” (A.p.445).

                                          Foi como um último raio de sol de um fim de tarde, esta sua exortação final antes de deixar a terra. Durante toda a noite, só teve uma oração: “Tenho de voltar à casa do pai! Deixem-me ir para a casa!” (A.p.445).

ORAÇÃO
Deus, nosso pai, a Bem-aventurada Maria Teresa de São José, dedicou sua vida pela expansão do Vosso Reino.
Nós Vos agradecemos, porque sempre de novo existem pessoas, que querem seguir Vosso Filho de maneira incondicional tanto quanto possível, ainda que com isso suas vidas se tornem uma Via Sacra. Madre Maria Teresa foi instrumento em Vossa mão. Ela queria dar proteção às crianças que não tinham Lar, aos solitários queria dar calor e amor, a todos os sofredores consolo e ajuda.
Antes de sua morte ela expressou o desejo: “Do alto dos céus poder ainda enxugar lágrimas, curar as feridas das almas”. Por sua intercessão nós Vos pedimos, Pai todo-poderoso e amoroso, que nos ajudeis em nossa necessidade….. Aceitai nossa oração e dai-nos a grande graça, de nos deixarmos guiar por Vós, durante toda a nossa vida. Isso Vos pedimos por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

As graças recebidas por intercessão da Beata Madre Maria Teresa de São José devem ser comunicadas na casa provincial do Brasil:

 Casa Nossa Senhora do Carmo – Rua Gaspar Gomes da Costa, nº 683

B. Cidade Nova Jacareí, Jacareí – SP – CEP: 12 300 – 970 – Cx postal 11

Tel: (12) 3956 -1080  –  E-mails: carmelojacarei@uol.com.br –  vocarmo@ig.com.br

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Fonte: Vaticano

MADRE TERESA DE SÃO JOSÉ (1855-1938)

 Fundadora da Congregação das Carmelitas do Divino Coração de Jesus

Madre Maria Teresa de São José nasceu em Sandow, na Marca de Brandemburgo (actualmente Polónia), no dia 19 de Junho de 1855. Filha de um pastor luterano, viveu numa família muito empenhada nas diversas actividades pastorais e caritativas. Em 1865, a família transferiu-se para Berlim. Ali, Ana Maria começou a sentir-se mal, tendo que deixar a escola, que retomou mais tarde com muita fadiga. Pela pouca saúde e em vista de continuar os estudos, em 1870 os pais decidiram mandá-la para uma escola rural. Lá, entre pessoas muito devotas, nasceu em Ana Maria o desejo de se tornar “religiosa”. Vivendo em contacto com a natureza, restabeleceu-se rapidamente e o seu temperamento tímido tornou-se mais aberto. Em 1874, devido ao falecimento da mãe, Ana Maria assumiu a responsabilidade da família. Após cinco anos, quando o pai casou novamente, ela pôde actuar o desejo há muito tempo cultivado: constituir uma associação de moças que se dedicassem aos trabalhos manuais, que vendidos, ajudariam as Missões.

Com a finalidade de oferecer a Deus um grande sacrifício, aceitou o cargo de Directora do manicómio da cidade de Colónia. Estando em contacto com os dementes de todo género, experimentou provações inenarráveis e ali esperava-a a revelação plena da doutrina católica, a qual desde sempre tinha desejado.

Contra a vontade do pai, em 30 de Outubro de 1888 foi recebida oficialmente na verdadeira Igreja na igreja dos Santos Apóstolos em Colónia. O desejo de se consagrar completamente a Deus aumentava insistentemente e, após ter lido a autobiografia de Santa Teresa D’Ávila, orientou-se para a vida do Carmelo, mas o seu confessor disse-lhe que a sua estrada não era a de entrar num convento já existente. De facto, sentia-se inspirada a dar origem a uma Congregação que, embora embebida do espírito carmelita de oração e reparação, se dedicasse também à assistência de crianças órfãs, pobres e abandonadas.

Deixou a Alemanha enfrentando inúmeras dificuldades e, depois de muito peregrinar, chegou à Itália. No ano de 1904, em Rocca di Papa, nos arredores de Roma, o Cardeal Satolli, Titular de Frascati, deu-lhe a permissão de comprar uma velha casa que se tornaria, após muitas vicissitudes, a primeira Casa-Mãe do Carmelo do Divino Coração de Jesus. Madre Teresa e as suas primeiras companheiras emitiram os primeiros votos religiosos válidos segundo o direito canónico em 3 de Janeiro de 1906. Desde então, as “Casas de São José” multiplicaram-se e difundiram-se na Alemanha e na América do Norte. Em 1920 abriu uma Casa-Mãe em Sittard, na Holanda.

Faleceu santamente no dia 20 de Setembro de 1938. A fama de santidade de Madre Maria Teresa divulgou-se a tal ponto que em 2 de Fevereiro de 1953, em Sittard, foi aberto o processo informativo. Depois da redacção da Positio super virtutibus em 1992, o processo foi interrompido devido à falta de um milagre. Tinham muitos pedidos atendidos e também curas milagrosas, mas os doutores não atestaram a natureza sobrenatural das curas. Somente em 2002, depois da Páscoa, quando levaram as actas diocesanas do milagre à Congregação para as Causas dos Santos, colocaram a Madre Tauscher imediatamente em primeiro lugar para ir ao Congresso.

A 20 de Dezembro de 2002 foi promulgado o Decretum super virtutibus em presença de JoãoPaulo II em Roma.

O processo diocesano sobre a confirmada cura milagrosa de uma senhora, em 16 de Dezembro de 1996, por intercessão da Serva de Deus Maria Teresa de São José, realizou-se na Diocese de Roermond e as actas foram entregues ao Card. José Saraiva Martins, Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, a 6 de Abril de 2002 pelo Postulador da causa, Bonifácio Honings, O.C.D.

No dia 19 de Dezembro de 2005, o Santo Padre Bento XVI autorizou o Card. Saraiva Martins a promulgar o decreto sobre o milagre.

“O Papa Bento XV desafiou a que a história mostrasse factos que pudessem competir com as realizações de Santa Teresa de Jesus.(…)”

Fonte: “LUGAR DE PARTILHA – Lendo juntos Santa Teresa

O livro das Fundações

 O Papa Bento XV desafiou a que a história mostrasse factos que pudessem competir com as realizações de Santa Teresa de Jesus. Num tempo ingrato e agreste para a mulher autónoma, a Santa fundou 17 carmelos em vinte anos, de 1562 a 1582. E ainda colaborou na fundação de dois conventos do Carmo!
Você imagina-se a dedicar 20 anos da sua vida a fundar conventos? Sabe o que custava fazer uma fundação? Sabe o que era preciso? Era preciso ter boas vocações, isto é mulheres que neles quisessem entrar consagrando-se ao Senhor! Era preciso arranjar dinheiro, que muito havia onde o gastar: em erguer fundações; contratar pedreiros que acomodassem as casas; contratar carroceiros para ir duma cidade para outra; conseguir bons confessores para as religiosas; conseguir autorizações; responder, calar ou fugir de perseguições…
Qual é o espírito necessário para se fazer uma empresa destas? Bastará a vaidade? Chegaria o reconhecimento público? — Não. Claro que não! A Santa Madre Teresa sabia que Deus a cumulava com tantas graças, que não era justo guardar só para si esse tesouro. Tinha de ser partilhado. Era por isso que não ficava sem fazer nada: era uma mulher inquieta e andarilha!
Ouçámo-la justificar-se: «O tempo fazia crescer em mim o desejo de contribuir para o bem de alguma alma; eu muitas vezes sentia-me como quem tem um grande tesouro guardado e deseja dá-lo para que todos gozassem, e ao mesmo tempo tem as mãos atadas para não poder distribuí-lo. Eu tinha a impressão de estar com as mãos atadas dessa maneira, porque eram tantas as graças recebidas naqueles anos que me pareciam mal empregues apenas em mim. Eu servia ao Senhor com minhas pobres orações e procurava que as irmãs fizessem o mesmo e valorizassem muito o bem das almas e o progresso de Sua Igreja. Quem com elas se relacionava saía edificado. E nisso se embebiam os meus grandes desejos.” [Livro das Fundações. 1, 6]
É impossível narrar todas as fundações teresianas. Baste recordar que elas foram feitas com muitas dificuldades, mas também com muita oração e determinação não somente por parte da Madre Fundadora, mas por todas aquelas monjas que participaram daqueles feitos e muitos outros amigos que também os tinha. Santa Teresa fundou mosteiros por toda a Espanha: em Ávila (1562), Medina del Campo (1567), Malagón, Valladolid (1568), Toledo, Pastrana (1569), Salamanca (1570), Alba de Tormes (1571), Segóvia (1574), Beas, Sevilla (1575), Caravaca (1576), Villanueva de la Jara, Palencia (1580), Soria (1581), Granada e Burgos (1582). Algo que sempre marcava as fundações de Santa Teresa de Jesus era a presença do Santíssimo Sacramento, em primeiro lugar. A casa só estaria realmente edificada quando o Santíssimo estivesse no sacrário.
Dos quatro grandes livros que a Santa escreveu, o Livro das Fundações é o que talvez menos se leia. É porém um livro onde a Santa Madre escolheu tratar do que acontecia com ela e com suas irmãs nas suas fundações. Escreve-o em tom de aventura e de narrativa bem contada. Nesse caso, o mais interessante é descobrir no livro as peripécias pelas quais passou, as dificuldades e até as anedotas, sempre recheadas do seu bom humor.
OREMOS

Santa Teresa de Jesus, nossa Mãe Fundadora!
Fazei que, guiados pelo Espírito Santo,
caminhemos sempre por caminhos de verdade
em direcção ao Pai,
e que construamos as nossas casas sobre a rocha,
segundo o ensinamento de Jesus Cristo.
Amen…

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Arquivo: Chama do Carmo – Portugal (http://chamadocarmo.blogspot.com/)

Publicado por Rose em Lugar de Partilha.

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Link relacionado:  Chama do Carmo – Edições Carmelo.

“No rosário tenho encontrado os atrativos mais suaves, mais eficazes e mais poderosos para me unir com Deus!” (Santa Teresa de Jesus) – Flos Carmeli

Fonte: Flos Carmeli

O Mês do Santo Rosário

“O rosário é para todos uma fonte de benefícios inapreciáveis. Eleva-nos insensivelmente ao conhecimento perfeito de Jesus Cristo, purifica as nossas almas do pecado, abrasa-nos do amor a Nosso Senhor e enriquece-nos de graças e de méritos” (S. Luiz Maria G. De Montfort).

A Santa Igreja sempre nos ensinou que o Terço é uma oração completa, pois abrange a oração vocal, a meditação e a contemplação dos mistérios de Deus. Nossa Senhora, nossa Mãe, em todas as ocasiões em que se dignou aparecer aos seus mais humildes filhos (La Salette, Lourdes, Fátima) sempre insistiu para que rezássemos todos os dias o santo Terço. Se é verdade que algumas pessoas encontram certa dificuldade em rezá-lo, também é certo que aquelas que conseguiram vencer estas dificuldades testemunham da riqueza de graças que descobriram ao passar a rezá-lo com freqüência. Nada mais saudável para as famílias do que reunir os filhos em torno da imagem de Nossa Senhora para dirigir a Ela nossas súplicas, no meio de tantas necessidades e perigos.

“No rosário tenho encontrado os atrativos mais suaves, mais eficazes e mais poderosos para me unir com Deus!” (Santa Teresa de Jesus)

O Santo Rosário foi dado à Igreja por São Domingos que o recebeu da Bem Aventurada Virgem Maria como um meio poderoso de converter os albigenses e outros pecadores. Uma noite, enquanto estava em oração profunda, Nossa Senhora lhe apareceu, com o Rosário na mão, e lhe disse: “Tenha bom ânimo, Domingos. O remédio para os males que lamentas será a meditação na vida, morte e glória do meu Filho, unindo tudo isto com a recitação da Ave Maria, através da qual o milagre da redenção foi anunciado ao mundo. Esta devoção, que tu ensinarás pela pregação, é muito considerada por meu Filho e por Mim. Com ela os fiéis obterão vantagens, e sempre me encontrarão pronta a ajudá-los nos seus desejos. Este é o dom precioso que deixo para ti e para os teus filhos espirituais”.

Desde quando São Domingos estabeleceu a devoção ao Santo Rosário e o Bem-aventurado Alano de la Roche o restabeleceu em 1460, ele foi chamado de O Saltério de Jesus e Maria, devido ao fato de possuir o mesmo número de saudações angélicas (Ave-Marias) como os 150 salmos de Davi.

A palavra Rosário quer dizer “coroa de rosas”, ou seja, toda vez que se reza o Santo Rosário de maneira devota, coloca-se uma coroa de 153 rosas vermelhas e dezesseis rosas brancas nas cabeças de Jesus e Maria. A rosa é a rainha das flores e o Rosário, depois da Santa Missa, é a melhor das devoções, pois é uma obra direta da Santíssima Trindade e não foi feito através de um instrumento humano.

(…)

“O Rosário é, pelas almas, como o Pão Espiritual de cada dia” (Irmã Lucia).

“Rezai o terço todos os dias” (Nossa Senhora de Fátima).

Fonte http://catolicosalerta.wordpress.com/2011/02/27/o-terco-e-o-rosario/
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Publicado em Flos Carmeli, em 04 de outubro de 2011.

Caminho de Perfeição – Pistas de leitura (Ficha 42) – Blog Lugar de Partilha

Fonte: Blog de Partilha

Caminho 42: “Mas livrai-nos do mal. Ámen”.

Pistas de leitura

Mais uma vez, a Santa parte dos sentimentos do Senhor quando pronunciou estas palavras, para desde aí passar para os nossos ou, mais precisamente neste caso, para os seus, quando repete esta petição final. – Que sentimentos atribui ao Senhor? Parecem-te coerentes com o que se diz d’Ele no Evangelho? – Quais os sentimentos dela) Embora se inspire nos que acaba de atribuir a Jesus, serão todos aplicáveis ao mesmo? Além disso, repara na primeira redacção deste capítulo e na definitiva.

Para reflectir, rever a vida, interceder, agradecer, contemplar…

1.É evidente que esses sentimentos da Santa Madre, pelos quais nos perguntavam ’as pistas’, são basicamente cansaço de viver entre tanto mal ou perigo e, por conseguinte, ânsias de vida plena e eterna: “O pedir isto com grande desejo e com toda a determinação, é para os contempla-tivos grande sinal de que são de Deus as mercês que recebem na oração. Assim, os que o forem tenham-no em muito” (42,3). “Que nos custa pedir muito, se pedimos a Quem é poderoso? Mas, para melhor acertarmos, deixemos que dê conforme a Sua vontade, pois já Lhe demos a nossa” (42,4). – Que achas deste ‘contraste’ entre desejo grande e abandonar-se à Sua vontade? Revê, ora…
2. Tem em conta também o que vai suprimir e acrescentar 13 anos depois (1579: Códice de Tole-do), desde o cume do matrimónio espiritual (que não experimentou até 1572): “O pedir isto com grande desejo e toda a determinação, é para os contemplativos grande sinal de que são de Deus as mercês que recebem na oração; não para fugir dos trabalhos, mas apenas para gozar d’Ele; a quem Nosso Senhor os conceder” tenham-no em muito” (cf. 7M 3,6-8; CC 66 de Maio de 1581,10).

3. O breve e emotivo elogio do Pai-nosso com que começa o epílogo (42,5) é um eco do que já fez no capítulo 37: recordar, rever… (cf. Ficha correspondente)
Propostas conclusivas:
1) Aproveitar a pesquisa das orações da Santa ao longo de todo o livro – que se recomendou fazer no início da primeira ficha – para aprofundar na imagem de Deus que as mesmas contêm, e também para com elas orar no grupo (cf. http://www.paravosnasci.com: Recursos, Oração partilhada); assim se cumprirá o seu duplo desejo de que outros aproveitem e de fazer que se louve ao Senhor (cf. V 40,23).
2) Evidentemente, qualquer outra ideia ou actividade, que tenha resultado fecunda, poderia ser partilhada com todos através da página do Centenário na Internet.

3) Existe, por exemplo, em espanhol, uma publicação muito interessante e sugestiva: CARMELI-TAS DESCALZAS DE PUJOL (Valência), Juntos andemos. Páginas escogidas de Camino de Per-fección, Madrid 2010. Este trabalho começa com uma boa e sintética introdução à obra, e acaba com uma selecção das principais orações da Santa ao longo da mesma. O principal do trabalho e o que mais nos interessa agora consiste numa apresentação dos de Caminho, que estrutura assim os seus grandes temas:

1. Caminho de terra: a nova família.
2. Caminho de fogo: o amor.
3. Caminho de vento: a liberdade.
4. Caminho de luz: a humildade.
5. Caminho de aço: a determinação.
6. Caminho de água: a oração.
7. Caminho de silêncio: a mulher.
Cada um destes capítulos conta com uma breve e valiosa introdução. O mesmo se verifica em cada um das epígrafes que o compõem, que imediatamente dá passagem a essas páginas esco-lhidas, tudo posto por ordem no estilo que se mostra à continuação:
1.1. A fundação de S. José: “mil vidas daria”.
Como se eu pudesse alguma coisa: C 1,1-2.
Para o que o Senhor nos juntou nesta casa: C 3,1.
O mundo está ardendo: C 1,5.
1.2. A pobreza: “um grande senhorio”.
Os olhos no vosso esposo: C 2,1-2.
Um bem que encerra em si todos os bens do mundo: C 2,5.
Nossas armas: C 2,7-9.
Fazer bem: C 14,4.
1.3. O serviço: “ser tais”.
Procurar ser tais: C 3,2-4.
Encerradas pelejamos por Ele: C 3,5.
Nisto vão os meus desejos: C 3,6.
Trabalhar muito: 4,1.
1.4. O estilo teresiano: “o modo e maneira de viver que se leva nesta casa”.
Em somente doze quis sua Majestade que fôsseis uma: C 8,2.
Monjas e eremitas: C 13,6.
Esta casa é um Céu: C 13,7.
Quanto mais santas, mais conversáveis: C 41,7-9.
Penitências sem ordem nem concerto: C 10,6.
As virtudes interiores: C 15,3.
Andar com santa liberdade: C 41,4-5.
Pregadoras com obras: C 15,3-6.
2.1. Os que amam: “põem a vida em entender como Lhe agradarão mais”.
Os que se amam: C 4,5.
Amam muito diferentemente: C 6,3-5.
Ouro nesta mina: C 6,8.
2.2. Urgem o amor verdadeiro: “não é tempo de jogos de meninos”.
Desejando o seu próprio proveito pelo das outras: C 7,8.
Vosso trato e linguagem: 20,4.
2.3. Avivando o fogo: “tirar-lhes o trabalho e tomá-lo sobre si”… C 6 y 7.
2.4. Amando ao estilo de Jesus: “o capitão do amor”… C 6 y 7.
2.5. O fogo do amor: “dá de si grande resplendor”… C 32,6-7 y C 40,1-2.3-4.7.
E assim com os outros cinco capítulos, numa selecção de temas e textos, repetimos, muito inte-ressante e sugestivo. Portanto, vamos aproveitar e/ ou compartilhar trabalhos deste teor.

Postado por Rose em Lugar de Partilha.

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Leia também em Lugar de Partilha: Lendo juntos Santa Teresa – Lendo o Livro das Fundações de 2011 a 2012

 

Leia a Bíblia – Setembro – Mês da Bíblia

Olá a todos! Nasci no Rio Grande do Sul e vivi lá até meus quarenta anos. Por motivos profissionais, eu e meu marido nos transferimos para outro estado, e por lá ficamos um bom tempo. Acredito que exista o “tempo de Deus” para as coisas. Agora, não se completaram nem quinze dias, estamos em outro. Mas Deus é misericordioso, já que em meio às adversidades, nos amadurece, e nos encaminha ao que condiz com a nossa luta e Sua Vontade.

Um abraço a todos os visitantes, e, rezem por nós, para que nessa nova terra, tenhamos fortaleza em Deus e façamos tudo conforme Seu agrado.(LBN)

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Fonte: Bíblia On-line – Freis Carmelitas Descalços – Província Nossa Senhora do Carmo – Regiões Sul e Centro-Oeste

Leia a Bíblia

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Leia mais…

Conhecendo a Bíblia Sagrada -Bíblia Católica – Católicos do Brasil

Corrente de Oração pela Jornada Mundial da Juventude (Comunidade Santa Teresa)

Fonte: Comunidade Santa Teresa

Corrente de Oração pela Jornada Mundial da Juventude

Pedimos orações pelos participantes da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que é o grande encontro global de jovens com o Papa que se realiza cada três anos num lugar do mundo. Desta vez está sendo realizada Madrid, de 16 a 21 de Agosto de 2011, tendo como padroeiros São João da Cruz e Santa Teresa de Jesus (também chamada de Santa Teresa de Ávila, sua cidade natal).

Durante a Jornada (JMJ) haverá uma corrente de oração “non stop” no Seminário de Madrid com adoração eucarística durante as 121 horas do evento: sempre haverá alguem orando durante as horas de cada dia. Os mosteiros de clausura em Madrid aderiram a esta campanhae todos os que desejam  podem  unir-se a esta corrente de oração. No dia 20 de Agosto ocorrerá uma Vigília de oração dos jovens com o Papa Bento XVI, no Aeródromo de Cuatro Vientos.

As relíquias de Santa Teresinha do Menino Jesus estarão expostas para veneração na Praça de Espanha em Madrid e os freis carmelitas descalços de Avignon e Paris realizarão encontros de oração na intenção da Jornada Mundial da Juventude.

O lema da Jornada é “Enraizados e Edificados em Cristo, Firmes na Fé” (São Paulo), pois, nas incertezas da vida, há necessidade de um fundamento claro, sobretudo para os jovens que “manifestam a aspiração de construir relações autênticas de amizade, de conhecer o verdadeiro amor, de fundar uma família unida, de adquirir uma estabilidade pessoal e uma segurança real, que possam garantir um futuro sereno e feliz”. São esperados 400 mil jovens, mas o número de pessoas pode triplicar durante o evento:

“Gostaria que todos os jovens, tanto os que compartilham nossa fé quanto os que hesitam, duvidam ou não creem, pudessem viver esta experiência, que pode ser decisiva para a vida: a experiência do Senhor Jesus ressuscitado e vivo, de seu amor por cada um de nós”(Mensagem do Papa Bento XVI para a Jornada Mundial da Juventude – 2011).

JM+JT

Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz, roguem por nós!

Publicado em http://comsantateresa.org.br .

A Conferência Episcopal do Quênia decidiu lançar o fundo de emergência (Catholic Charity Emergency Fund) e dirigiu um apelo pela adesão à iniciativa (Agência Fides)

Fonte: Agência Fides

ÁFRICA/QUÊNIA – Os Bispos do Quênia lançam um fundo de emergência para ajudar as populações vítimas da seca

Nairóbi (Agência Fides)- “Estamos todos profundamente preocupados com a crise provocada pela seca e o sofrimento de tantos quenianos. Nossa preocupação se dirige a milhões de pessoas indefesas que correm o risco de morrer de fome e às muitas comunidades que perderam seus meios de subsistência” – afirmam os Bispos do Quênia em um comunicado no qual apresentam um fundo nacional em favor das populações atingidas pela seca que está castigando vários países da África do leste.
Enquanto a situação mais dramática é a da Somália, o Quênia também sofre duramente a crise alimentar, não só porque recebe em seu território centenas de milhares de somalis em fuga de seu país, mas também porque a seca atingiu diversas áreas de seu território.
A mensagem da Conferência Episcopal do Quênia afirma que as pessoas mais vulneráveis são: pastores das regiões do norte, nordeste, noroeste e sul; as famílias mais pobres que vivem da agricultura de subsistência nas planícies costeiras e nas regiões do sudeste.
Segundo os Bispos, a seca causada pela escassez de chuvas de 2010 e deste ano provocou a carência de alimentos, o forte aumento dos preços dos gêneros alimentares, a falta de água, migrações e conflitos; desnutrição, evasão escolar de crianças e perda de bovinos”.
A Conferência Episcopal do Quênia decidiu lançar o fundo de emergência (Catholic Charity Emergency Fund) e dirigiu um apelo pela adesão à iniciativa. Estão sendo organizadas coletas de alimentos em paróquias, escritórios diocesanos e outras estruturas da Igreja.
(L.M.)
(Agência Fides 4/8/2011)

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Fonte: KEC  – Kenya Episcopal Conference- http://www.catholicchurch.or.ke/index.php?option=com_content&view=article&id=275:to-you-dear-catholics-friends-and-all-people-of-goodwill-&catid=114:latest&Itemid=275

Drought Emergency Response Fund For Kenya 2011: Appeal For Contribution

Monday, 01 August 2011 00:00 Very Rev. Fr. Vincent Wambugu News Flash Latest
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To You Dear Catholics, Friends and all People of Goodwill,

Greetings and cordial regards from the Kenya Episcopal Conference.


Situation at TurkanaI wish to communicate to you by mandate of His Eminence John Cardinal Njue, Chairman-KEC, Bishop Martin Kivuva-Chairman Caritas Kenya and all Most and Rt. Rev. Bishops.

As you all are aware, Kenya is facing a very difficult time as a result of the drought which has hit the country following the failure of the 2010 short rains and the 2011 long rains.  The current drought situation in Kenya is characterized by food shortages, increasing food prices, lack of water, migration and conflict, malnutrition, children dropping out of school, starvation and death of livestock.

We are all deeply concerned by this crisis and the suffering of many Kenyans as a result of the current drought. Our concern is that of the millions of vulnerable people who are facing the risk of starvation and the loss of livelihoods of many communities as a result of the crisis.

The most affected area as reported by the media and other sources includes;-

•    Pastoralists in the north, northeast, northwest, and the south (Maasai rangelands)
•    Marginal agricultural households in the coastal and south-eastern lowlands

situation at TurkanaThe Situation at TurkanaIt is in this light that I appeal to you all to join hands in solidarity to ensure that these Kenyans do not continue suffering from starvation and hunger, through food donations and financial support.

Food donations can be channeled through our Outstations, Parishes, Diocesan Offices and other Church Structures. Financial contributions/donations can be sent to the following account:-

KEC- Catholic Charity Emergency Fund, Kenya

Kenya Commercial Bank,

A/C No. 016200646352

Sarit Centre Branch

You can also channel your donation through our Mpesa business line: 560702.

Caritas Kenya, the Development and Social Services Commission of the KEC is taking lead in coordinating and implementing this appeal.

For all communications and inquiries please contact Caritas Kenya on the following addresses:

caritaskenya@catholichurch.or.keThis e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it   , skituku@catholicchurch.or.keThis e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it , info@caritaskenya.orgThis e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it

Mobile Phone No:     0727 802 810

0721 583918 (Mr. Stephen Kituku),

0726 834088 (Mr. Samson Malesi)

Fax: 020 4442 910

I appeal for your generosity and kindness towards assisting all those affected by this drought. Your support and donation will be appreciated. Remember you contribution will go a long way in saving a life in Kenya.

The needs of the affected people are so great. Your emergency gift today will help increase the church’s response to this crisis.

His Eminence and the Excellencies assure you of their prayers and solidarity.

Yours sincerely,

Signed for by mandate of His Eminence John Cardinal Njue, Chairman-KEC

Very Rev. Fr. Vincent Wambugu

Secretary General

Kenya Episcopal Conference

+ His Eminence John Cardinal Njue,

Chairman Kenya Episcopal Conference.

Cc:

1.    Rt. Rev. Martin Kivuva

Chairman

Caritas Kenya

2.    Mr. Stephen Kituku

National Executive Secretary

Caritas Kenya

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Publicado em KEC (Home)- http://www.catholicchurch.or.ke/index.php