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Posts Tagged ‘“Clare pensava que sabia…” (“Abuse On Line” – Reino Unido)’

São Luiz Gonzaga (1568-1591)

São Luiz Gonzaga (1568-1591) Beatificado em 1605, canonizado em 1726, e proclamado pelo papa Pio XI, em 1926 - modelo e protetor da juventude

Igrejas cristãs, de origem calvinista ou de outro ramo protestante, no caso autodenominadas evangélicas, demonstraram discernimento quando abandonaram ao longo dos últimos séculos, o viés proselitista, no caso, de anti-catolicismo. Ao invés de serem cristãs, ou seja – efetivamente seguirem a Jesus Cristo – são contrárias ao catolicismo. É o caso da maioria das denominações pentecostais da atualidade. Talvez por esta razão, as Igrejas Batista Betel  e determinada corrente da Igreja Presbiteriana se ocupem do que verdadeiramente agrada a Deus, Criador de todos os seres humanos desde a queda, e Jesus Cristo Nosso Senhor e Salvador: “Amar o próximo”. O que nos “une”, basicamente, é a queda da graça de Deus… E ela atinge a todos… No entanto, temos um Redentor comum. E, por Ele, o amor é fator de união. Então, se queremos viver o amor de Cristo, que Assim Seja.
Gostaria de dar o contexto desta notícia, além do motivo principal, que é sentimento de amor, proteção às crianças.
Recebi em minha caixa de correio a notícia deste evento do ramo cristão evangélico. Após algumas considerações resolvi pela divulgação, ainda que seja um evento “evangélico”. Explico as aspas: acredito que os componentes desta rede de amparo social cristão, assim se autodenominam somente porque integram há muitas gerações a tradição protestante. afinal, nós católicos lemos e meditamos, em essência, os mesmos Evangelhos. Além disso, preocupamo-nos com intensidade idêntica com o sofrimento material e emocional de crianças e adolescentes. Sofrimentos que chegam mesmo à brutalidade, ou violência generalizada contra a infância e a juventude. Portanto o que importa é que esta preocupação comum nos une.
Assim, as ofensas à infância e juventude são tão alarmantes que quaisquer outras questões são menores…
Entendo que tão maléfica quanto a violência física é a psíquica. Prejudicam o desenvolvimento dos “pequenos” de Jesus, e que acabam crescendo no abandono, na injustiça, ou na distorção de valores universais. Entram, em ambos os casos, em um túnel escuro de perdição… Isto é inaceitável.
Assim, há a ação subreptícia de boa parte das produções dos meios de comunicação voltadas ao público infanto-juvenil – vídeos (e vídeo-games), programação de tevê,  e para piorar, a internet. Lembremos que há equipes de trabalho “sofisticadíssimas” envolvidas com sets de filmagem direcionados ao público infantil e adolescente. Há produtores de histórias em quadrinhos (principalmente “mangás” – que incitam em geral à violência e à precocidade sexual). Em uma lancheria vi um desses desenhos: havia um menino bom, com cabelos claros. Ele possuía poderes mágicos… O outro menino que o combatia era mau. Por “coincidência” não era claro e seus cabelos eram escuros… Vestia uma armadura colada ao corpo e um capacete na forma de um unicórnio ou algo assim. Ou seja, para a criança, pessoas más terão esta aparência… Nada é mais irreal.
Desse modo, desgraçadamente, há mais de duas décadas nossos filhos, sobrinhos são as pequenas ovelhas, cordeirinhos destinados a este mercado de lobos… Enriquecem às custas de nossas crianças e jovens, direcionando-os desde o berço para certas  condutas, marcas, entre outras persuasões nefastas. Crianças e jovens, ainda que muito pobres também estão sujeitos a estas visões “mercadológicas” de mundo. Psiquicamente sofrem muito mais com tais pressões porque sentem as limitações de sua condição social – a de pobreza ou pior, a da linha de miséria. A violência de seus comportamentos desde a infância tem como fonte este acúmulo de frustrações… Que Deus nos ajude a reverter este quadro, pouco a pouco. Crianças e jovens devem brincar e estudar em ambientes saudáveis, ainda que simples. Jesus foi um menino pobre, como, em geral, todos de seu tempo. Esta idéia deve unir os cristãos em torno da proteção do mundo infantil e juvenil.
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Fonte: GNotícias

Mutirão de Oração intercede por crianças em situação de risco

Por Renato Cavallera – quinta-feira, 4 junho 2009

Cristãos de todos os cantos do mundo vão orar, neste final de semana, pelas crianças em situação de risco. Entre os motivos de oração está o pedido pelo cumprimento de Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMS), da Organização das Nações Unidas, vinculados à saúde e educação.

O 14o Mutirão Mundial de Oração pelas Crianças e Adolescentes em Situação de Risco é uma iniciativa da Viva, uma organização que apóia o trabalho em rede em favor dessa faixa etária. A Rede Mãos Dadas é a responsável pela mobilização da campanha no Brasil.

O Mutirão de Oração integra, este ano, a Campanha Latino-Americana pelos Bons Tratos da Criança “Ame o seu Próximo – Bons Tratos para a Infância”, que pretende mobilizar igrejas evangélicas da região para que cuidem das crianças em seus espaços e comunidades.

No Mutirão de 2009, cristãos são incentivados a orar pela segurança das escolas de bairro, pela diminuição da pobreza pela metade até 2015, pela melhoria da saúde das gestantes e pela diminuição da mortalidade infantil.

Também são temas de oração o combate à Aids, à malária e outras doenças, a qualidade de vida e o respeito ao meio ambiente, a igualdade entre sexos e a valorização da mulher, o trabalho pelo desenvolvimento.

As principais situações de risco para as crianças são, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a escravidão ou o trabalho infantil, a guerra e outras formas de violência, o abuso e a exploração sexual, a deficiência física e mental, o abandono ou a perda da família, e o jugo de instituições opressivas.

Segundo Viva, de cada cinco crianças no mundo, uma encontra-se em situação de grande risco social. (Fonte: ALC)

Notícia extraída de http://noticias.gospelmais.com.br/.

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Fonte/imagem: A Família Católica (São Luiz Gonzaga – protetor e modelo da juventude).

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A IGREJA DE JESUSCarmelitas Mensageiras do Espírito Santo

“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mat. 16,18 )

O Senhor Jesus quis permanecer entre nós através da Sua Igreja, onde Ele é a Cabeça e nós os membros. Através dela estamos unidos a Cristo e aos nossos irmãos. O templo é a construção de pedras ou tijolos, a Igreja somos nós. Nós, Igreja, respeitamos a hierarquia deixada pelo próprio Jesus, ou seja, é presidida pelo Sumo Pontífice, o Papa, sucessor de Pedro, e seus auxiliares, os Bispos; a seguir, os Padres e Religiosas e, por fim, os Leigos. Todos formamos uma grande família, a família de Deus.

A Doutrina e a Tradição asseguram a forte Instituição chamada Igreja Católica Apostólica Romana. Católica, pois é universal; Apostólica, por ter sido divulgada pelos Apóstolos; Romana porque Roma é a sede do Bispo, sucessor de Pedro.

Ao fundá-la, Jesus delega ao Apóstolo Simão a missão de chefiá-la.

Falamos, anteriormente, sobre o nome e a missão conferida a ele. Jesus, ao escolher Simão para governar a Igreja nascente, muda seu nome de Simão para Pedro. Pedro foi o primeiro Papa.

Participar, amar e freqüentar a Igreja faz parte do crescimento espiritual da fé. Através da convivência comunitária somos integrados na grande Família de Deus.

É fácil compreender que o amor ama independentemente de ser amado, mas espera ser retribuído e, quando retribuído, pede fidelidade.

A Igreja e mais especificamente o Sacramento da Eucaristia marcam a presença amorosa de Jesus Cristo entre nós. O Senhor nos ama com amor perfeito e também nos pede fidelidade.

A respeito desse tema podemos ver já no Antigo Testamento o quanto a infidelidade é abominável por Deus. Em Levíticos 19, 31 e 20,8 e ainda em Deuteronômio 18, temos um exemplo disso.

Ainda no Antigo Testamento, podemos atestar que a infidelidade foi a causa da quebra da aliança, da amizade entre Deus e os homens.

O ser humano tem fortes tendências à auto-suficiência, ao orgulho, à vaidade e à infidelidade. Essas tendências são tão antigas quanto o ser humano e continuam fortes atualmente.

Liberdade de crenças ou de religiões não é a mesma coisa de caminhos que levam a Deus. Para melhor entendermos, veremos a seguir: os aspectos gerais das antigas e das novas religiões e em que não compartilham com nossa fé.

As Antigas Religiões

…. Hinduísmo

…. Budismo

…. Judaísmo

…. Cristianismo

…. Islamismo

Aspectos que o católico deve observar

Em que difere o cristianismo das religiões acima apresentadas

Ser Cristão

A Igreja de Jesus

SER CRISTÃOCarmelitas Mensageiras do Espírito Santo

Ser Cristão significa “revestir-se de Cristo”, conhecê-Lo através dos Evangelhos e relatos dos Apóstolos, imitar Sua conduta, seguir Seus exemplos, seguir Seus ensinamentos.

Ser Cristão é deixar de lado o “eu” . É anular-se deixando-se cativar por Seu amor. É experimentar Sua doçura, ouvir Sua voz, sentir Sua presença. Mas isso só é possível quando nos rendemos diante de nós mesmos, buscamos conhecê-Lo e  nos dedicamos à oração, que nada mais é do que falar com Deus.

A oração diária, a freqüência aos Sacramentos, a participação da Santa Missa nos levam ao encontro cada vez mais profundo com nosso Senhor.

A intimidade com nosso Senhor faz toda a diferença em nossa vida, sentimos a transformação a cada dia. Dessa maneira a história da Salvação do nosso futuro será marcada pelo cumprimento da missão à qual fomos chamados por Deus.

Jesus fez a vontade do Pai e a cumpriu até o fim. Pelo Pai, foi glorificado. Em Cristo Jesus também nós seremos glorificados pelo Pai, pois o Espírito Santo nos dará força, perseverança e acima de tudo muito amor ao nosso Deus e irmãos. Como diz o Profeta Isaías: “Caminharemos e não nos cansaremos, correremos e não nos fadigaremos”.

Ser cristão implica em fidelidade. Para ser fiel é preciso conhecer o Mestre através dos Evangelhos e buscar a fidelidade com Deus através da oração permanente.

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O “Dia Mundial da Criança” – 1º de junho – é lembrado em vários continentes nesta data. Há uma razão muito importante para isto.: encontrei na net que neste dia foram assassinadas em campos de concentração nazistas um grande número de crianças. No Museu do Holocausto, em Jerusalém, há o Memorial das Crianças e o “Espaço Janus Korczak”. Ele foi diretor de um orfanato na Polônia.  Pelo fato de se recusar a ver  crianças judias polonesas sob seus cuidados (entre as demais, de outras ascendências)  serem levadas por oficiais do III Reich, as acompanhou…

A propósito de seus direitos, que são universais, há uma página muito interessante (e bem ilustrada), apresentada pela Fiocruz, em alusão à Declaração dos Direitos da Criança, apresentada em 20 de novembro pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 1959.

Voltemos ao Dia Mundial da Criança. Pela declaração da ONU a data oficial – “Dia Internacional da Criança” é 20 de novembro. Mas a data, em países como os Estados, Brasil, etc. tem relação com algum evento da história destes países. No caso do Brasil, 12 de outubro já estava definido em votação no Parlamento na década de 20. Por decreto, foi definido que seria comemorado juntamente com o dia da padroeira do Brasil – Nossa Senhora Aparecida. Em nosso país, a data, infelizmente,  tem viés comercial, ou seja, venda de brinquedos, tal como acontece em boa parte do mundo… Na rede, comentam que tudo começou nos anos 60 com o lançamento de de uma determinada marca de brinquedos em nosso país. Ainda bem que os organismos envolvidos com a proteção das crianças ignoram a data “festiva” e trabalham o ano inteiro. Se assim não for, há dinheiro público e de doações sendo desperdiçado… Mas, pensemos no melhor, no que edifica, no que as retira de suas tragédias. E há. Leiam o material abaixo. É animador saber que a inspiração divina move um grande número de pessoas. Elas não ficam indiferentes…

Em países como Portugal o “Dia Mundial da Criança” é lembrado em 1º de junho, sendo esta a data para maior parte dos países da Europa, América Latina, leste Europeu, Ásia e África.

As crianças do mundo inteiro, neste dia – 1º de junho –  recebem um foco especial de organismos de auxílio humanitário e estruturalã em relação à situações de risco e sofrimento. Portanto, a data lembra as que morreram sob o regime nazista neste dia e outros, bem como as que são brutalmente asssassinadas, raptadas (desaparecem simplesmente…),  são mortas ou mutiladas por bombas ou minas (e a Convenção de Genebra?), ou ficam em campos de  refugiados na condição de órfãs. Há também as que sofrem maus-tratos dentros das próprias famílias – até o ponto de sucumbirem… Pode haver maior crime? O único consolo que nos resta é que morreram na inocência e estão junto do Criador. Rezam por nós que amamos as crianças do mundo, para que não fiquemos de braços cruzados… Triste, muito triste. Por certo pedem a Deus (todo o tempo, tal como as crianças!), ao chegarem ao Céu que Ele interceda junto aos pais e governantes dos países para que sejam incansáveis na sua proteção…

Portanto, é possível que esteja faltando, infelizmente a nossa parte… O pecado da omissão é grave, em qualquer religião. Nós que cremos em um Deus único – cristãos, judeus, muçulmanos – estendendo a proposta aos budistas, devemos fazer um exame de consciência rigoroso a respeito. O quadro de abandono, mau-tratos e abuso ultrapassa a razão. Nos transformamos em animais… Talvez a consciência do Bem não seja mais a nossa guia…

Leiam por favor o que “pinçei” da rede sobre a ação de um organismo católico, com representação em todo mundo e na América Latina (da qual a CNBB faz parte) – Bureau International Catholique de lÉnfance (BICE) – América Latina. Há opção de leitura, nos idiomas espanhol, francês e inglês.

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Carta de la Oficina Internacional Católica de la Infancia

“Para cada niño, un futuro

Referencias

• Asociación de derecho francés, el Bice es una organización

internacional no gubernamental reconocida por la Santa Sede

como asociación de fieles. Goza de un estatuto consultivo

ante Naciones Unidas. Fue fundado en 1948 por iniciativa de

organizaciones católicas para ayudar a los niños después de

las conmociones de la Segunda Guerra Mundial.

• El Bice trabaja al servicio de todos los niños, sin discriminación ni

proselitismo, respetando su nacionalidad, su cultura, su religión.

« Tiene por objeto el crecimiento integral de todos los niños, dentro

de una perspectiva cristiana y aboga por la humanización de su

suerte.- Se ocupa particularmente de los más desposeídos. » (Art. 3

de los estatutos), Sus colaboradores deben observar un código de

buena conducta.

Las organizaciones católicas comprometidas con los niños

constituyen una red mundial. Son llamadas a formar parte del

Bice así como todos los organismos, cristianos o no, que se

reconozcan en sus objetivos.

• El financiamiento del Bice está asegurado dentro de la más amplia

transparencia por donadores privados, garantes de su independencia y

por proveedores de fondos públicos y privados.

La acción del Bice es duradera. Con todos aquellos que acompañan

a los niños, busca identificar los nuevos riesgos que los amenazan

y las nuevas oportunidades que se les ofrecen. Defendiendo su

dignidad y sus derechos, contribuye en la construcción de un

mundo de justicia y de paz que abre para cada niño un futuro.

http://www.bice.org

Junio 2007

2006_ninos_argentina

Carta de la Oficina Internacional

Católica de la Infancia

« Todo niño que nace es un signo de que Dios

todavía no se ha desesperado de la humanidad »

Rabindranath Tagore, poeta indio, Premio Nobel de literatura en 1913.

Cada niño nos habla a su manera de la belleza y de las heridas de la vida y nos recuerda así nuestra responsabilidad. Su nacimiento representa una nueva esperanza para la humanidad que le debe lo mejor que tiene.

Es por ello que el Bice invierte todas sus fuerzas para promover la dignidad de todos los niños y hacer aplicar sus derechos fundamentales, muy a menudo violados.

Creer en el niño

Afirmar que el niño tiene derechos

Persona humana de verdad, el niño tiene derechos fundamentales inalienables.

Como persona en devenir, es vulnerable y debe ser protegido y acompañado. El Bice lo despierta a su propia dignidad y a sus derechos. Sensibiliza también a los padres, a los que lo rodean y a todos aquellos que intervienen en su desarrollo incluyendo a los poderes públicos.

Favorecer el « dinamismo de vida » propio de cada niño

Cuando los derechos del niño o del adolescente son negados por las condiciones existentes inicuas, cuando sus puntos de referencia están comprometidos, es posible ayudarle a recobrar la confianza en la vida y su propia estima. El niño posee en si mismo importantes recursos. Estos se revelan si puede dialogar, ser escuchado con afecto y respeto, ser defendido.

El Bice favorece esta “resiliencia” que permite al niño reconstruirse.

Velar por el desarrollo del niño en todas sus dimensiones

El niño necesita ser protegido, alimentado, cuidado e instruido. Su bienestar sicológico también es esencial. El vínculo con su familia y su comunidad debe ser preservado. Tiene derecho a la despreocupación, a la risa, al juego, y también a un futuro profesional. El desarrollo integral del niño y de su felicidad demandan aún, cualquiera sea su situación, que pueda reflexionar sobre el sentido de su vida y que se respete la dimensión espiritual que le es propia. La inspiración evangélica del Bice lo incita a este respeto.

Movilizar las competencias para que todos los niños vivan dignamente

Comprometerse radicalmente con los niños en dificultad

En numerosos lugares, los derechos de los niños son negados de manera intolerable explotación mediante el trabajo, situaciones de esclavitud, abandono en la calle, abuso y explotación sexuales, militarización forzada, encarcelamiento, tratamiento inhumano de los niños incapacitados. Estas situaciones producen en los niños y adolescentes violencias y sufrimientos indignantes.

Para combatir en el terreno -en Africa, América Latina, Asia y Europa- el Bice se compromete con socios locales a prevenir todas las formas de violencia y a promover sin descanso los derechos de los niños.

La participación de los niños es el centro de su acción.

Estimular la reflexión y la investigación sobre el niño

El Bice hace el puente entre la experiencia adquirida en el terreno y la investigación científica referente a la infancia, para que se alimenten mutuamente. Es un espacio de reflexión y de cuestionamiento permanente. Gracias a sus publicaciones, a su centro de recursos en Internet, a las instancias de formación que propone, comparte ideas, pericias y buenas prácticas.

Manifestar la voz de los niños

Más que nunca la defensa y la promoción de los derechos de los niños interpelan respuestas concertadas a nivel mundial. El Bice actúa con los niños ante la sociedad civil, los gobiernos y las instancias internacionales: agencias de Naciones Unidas, Consejo de Europa, instituciones de la Unión Europea…

Federando las competencias de varias organizaciones comprometidas en el servicio de los niños, fue uno de los iniciadores de la Convención Internacional de Derechos del Niño. En la actualidad, vela con otras ONG por su aplicación y su evolución.

El interés superior del niño está en el corazón del compromiso del Bice.

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Para não parecer que é somente uma “carta de intenção” deste organismo católico francês, de ação mundial em prol das crianças, leiam por favor o restante do material… Visitem o site. Eles esperam doações. Cá comigo, espero que sejam generosas, afinal as crianças do Brasil e de outros países necessitam de nosso carinho, de nossa adesão à causa… Lembremos que organizações ligadas à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) estão conectadas a BICE.

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El Bice en América Latina



En América Latina, el BICE tiene una importante experiencia acumulada desde hace más de 20 años en las temáticas de los derechos de los niños, las niñas y los/las adolescentes. La Delegación Regional del BICE para América Latina (DRBAL) desarrolla su acción en 12 países, en colaboración con sus 28 organizaciones miembros, socias y colaboradoras. Elabora, gestiona y apoya programas y proyectos a corto, mediano y largo plazo, constituyendo una plataforma de concertación para el intercambio, el apoyo, la investigación y la acción.

La base del trabajo efectuado desde la DRBAL es la visión del niño ya no como “objeto de atención y de asistencia”, sino como “sujeto de derechos“, es decir como actor y persona que tiene un rol en la sociedad, con derechos y responsabilidades.

Especialmente relevante es el trabajo efectuado desde la DRBAL para apoyar el desarrollo de la participación protagónica de los niños, las niñas y los adolescentes. Como respuesta al diagnóstico de la exclusión social, económica y política de los más jóvenes, la DRBAL apoya la creación de espacios que den lugar al nacimiento de una verdadera “ciudadania infantil“: toma de decisión, capacidad de intervención, autonomización, autorreflexión, proyección en la sociedad, creación de una identidad propia, organización, y establecimiento de solidaridades entre niños. Allá surge la cuestión de la representatividad de los niños, niñas y adolescentes, así como la construcción de un nuevo modelo de relaciones intergeneracionales. En definitiva, se trata de escuchar y de respectar las ideas y opiniones de los más jóvenes, dándoles una voz.

La Convención sobre los Derechos del Niño ha permitido progresos innegables desde hace 20 años. Todavía, se verifican retrocesos inquietantes y violaciones muy graves de los derechos de los niños en muchas regiones del mundo. La crisis económica que se propaga a escala planetaria no parece, desgraciadamente, mejorar esta situación.

Por ello, a través de una iniciativa del Bice, personalidades y organizaciones de todo el mundo lanzan un Llamamiento Mundial para una nueva movilización a favor de la Infancia abierto a todos que quieren firmarlo.

Este Llamamiento será lanzado oficialmente el 4 de junio en el Palacio de las Naciones en Ginebra.

www.bice.org

El Bice, una red de Miembros

Los Miembros del Bice constituyen una red al servicio de la infancia. Contribuyen juntos a la defensa y promoción de la dignidad y de los derechos del niño.

Esta red de organizaciones, movimientos, expertos… es también un lugar de encuentro y de intercambios, un espacio de creatividad intelectual, una base de recursos y de pericia sobre las cuestiones relacionadas con los derechos del niño.

Una voz ante las Instituciones

El Bice representa activamente sus Miembros ante las Instituciones internacionales y nacionales, las plataformas y coaliciones de ONG de las cuales es miembro.

Los Miembros participan en las acciones de cabildeo del Bice a favor de la infancia.

Fiel a su vocación de agrupar una amplia red de miembros, con un espíritu de gran apertura, el Bice trabaja hoy – 60 años después de su creación – para reunir especialistas y ONG que se reconocen en su filosofía de acción y aquellas personas que trabajan para la infancia en las iglesias locales, instituciones, servicios o movimientos cristianos.

Miembros efectivos del Bice

* Association Nationale des Éducateurs Sociaux (ANES-Congo), Kinshasa, R.D.C.

* Bayard Presse, Paris, Francia

* Bice Belgique, Bruxelles, Bélgica

* Bice Deutschland e.V., Lahr, Alemania

* Caritas Vlaanderen-Vlaams Welzijnsverbond, Bruselas, Bélgica

* Central Office “Ejjew Ghandi”, La Valletta, Malta

* Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Brasil

* Congregation of Christian Brothers, Roma, Italia

* Comisión de Apostolado Laico y Pastoral Familiar, Argentina

* Deutscher Caritas Verband, Freiburg-im-Breisgau, Alemania

* Fleurus-Presse, Paris, Francia

* Frères des Écoles Chrétiennes (FEC), Roma, Italia

* Fondation Orphelins Apprentis d’Auteuil, Paris, Francia

* Fundación Navarro Viola, Buenos Aires, Argentina

* Hogar de Christo, Chile

* Religiosos Terciarios Capuchinos, Roma, Italia

TODAS LAS NOTICIAS – SOCIOS…

socios

Fonte: www.bice.org

SOCIO (BRASIL): Centro Educacional Carlos NovareseOrganização de Auxílio Fraterno (OAF)

Destaque BICE

Primeiro lugar para o Centro Educacional Carlo Novarese, da OAF, em Salvador

A experiência da OAF não só mostra que educação de qualidade é possível, mas também permite calcular os custos dos ensinos fundamental e profissional para o Orçamento do Município, do Estado e eventualmente a nível Federal.

O Ministério da Educação divulgou recentemente os resultados das provas feitas em todas as escolas do Brasil para medir a qualidade do ensino através do IDEB – Índice de Desenvolvimento do Ensino Brasileiro. Este índice avalia o desempenho a nível Estadudal, do Município e de cada escola. Ao mesmo tempo propõe para o Estado, o Município e para cada escola metas crescentes de qualidade até o ano de 2022, quando o Brasil irá comemorar 200 anos de independência.

O Centro Educacional Carlo Novarese da OAF, que já era considerada escola de referência na cidade, obteve a nota mais alta de todo o Município de Salvador, ficando assim com o primeiro lugar na avaliação de 5a à 8a série do ensino fundamental. Alcançou o nível que o mesmo IDEB propõe para Salvador – Bahia, para o ano de 2017.

O Centro Educacional Carlo Novarese é uma Escola conveniada com a Secretaria Municipal de Educação e faz assim parte das escolas Públicas da Cidade de Salvador.

Os alunos são de um bairro particularmente difícil onde dominam a violência, a droga, o abandono, onde há um grande numero de famílias desestruturadas e particularmente pobres, quando não na miséria.

Grande foi evidentemente a satisfação de alunos e professores que viram assim premiados os esforços e os sacrifícios que um estudo sério pede, principalmente nos momentos em que a situação familiar e escolar torna-se difícil e até adversa.

Experiência – Sabe-se, por experiência, que este bom resultado na educação das crianças e adolescentes precisa depois ser integrado com um sério preparo para o mundo do trabalho.

A OAF opera neste setor com o Centro de Formação Profissional de Jovens e Instrutores com cerca de 800 vagas e a possibilidade de receber adolescentes do Juizado, Ministério Público, Entidades de Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes.

A educação profissional para os adolescentes mais pobres e da periferia com cursos de longa duração é muito rara. Calcula-se que se tem só na cidade de Salvador mais de 150.000 jovens entre 16 e 18 anos que esperam por esta oportunidade e que nunca terão acesso a ela.

Na OAF funciona também a ÚNICA, a Universidade da Criança e Adolescente, onde todo ano cerca de 15.000 alunos vindos preferencialmente das escolas da periferia, têm a possibilidade de uma introdução lúdica e prazerosa à Ciência e Tecnologia.

Na OAF encontramos também o INSTITUTO FENIX que é um instituto de pesquisa e aplicação prática de novas tecnologias pedagógicas destinadas a alunos já excluídos do ensino público ou prestes a ser excluídos.

Estas atividades são conduzidas em conjunto com universidades locais e universidades estrangeiras como a “Universidade de Torino” e a “Sapienza” de Roma.

Para que a educação no Brasil possa alcançar a qualidade desejada, se quisermos um Brasil mais justo, mais rico e com menos violência, temos que aceitar os desafios apresentados e impostos pela educação. Tem-se que exigir das diferentes esferas públicas que a educaçáo seja assumida com a prioridade que merece e com os custos que ela precisa e exige. É indispensável investir muito mais em quem até hoje menos recebeu. A nossa sociedade infelizmente é ainda profundamente injusta e discriminante para com os mais pobres.

Fonte: http://www.bice.org

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Observação: os destaquem em “azul” são de minha autoria.


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Fonte: Agência Ecclesia – Portugal

Não ao esquecimento das crianças

A Associação Famílias acusa a justiça de “olhar mais às leis do que ao amor” pelas crianças. No âmbito do Dia Mundial da Criança, que se celebra no próximo dia 1 de Junho, a associação lamenta que este dia sirva apenas para lembrar “o esquecimento dos direitos das crianças”. Numa mensagem enviada à Agência ECCLESIA, a Associação Famílias afirma que os governos esquecem o direito à vida. “Esquecem as diferenças fisiológicas (das crianças, ndr), económicas e sociais pela não promulgação de medidas que facilitem o seu acesso à educação formal e à cultura”.

Também as famílias “esquecem a responsabilidade de educar pelo exemplo”, exprime o comunicado. “A criança tem uma personalidade própria, mas que essa personalidade se constrói e não se impõe”.

As crianças aparecem como “estatísticas” mas depois “a sociedade esquece-se de lhes proporcionar uma integração normativamente orientada”, em “conformidade com os valores de uma colectividade”.

A Associação Famílias critica ainda os media que se “esquecem de formar” deixando isso ao cuidado “das famílias e da escola”. Também a publicidade “esquece que as oportunidades não estão disponíveis de igual forma acarretando conflitos interiores”.

A resposta para esta ausência sobre as crianças deve ser revertida através da “educação dos governos e das famílias”, de forma a que as crianças “sejam educadas e formadas em consciência desenvolvendo a autonomia do pensamento e a consciência moral”.

Nacional | Agência Ecclesia | 2009-05-28 | 11:01:05 | Criança

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“RESSURREIÇÃO DE CRISTO”

Rafael (Itália-Renascença) Wikipédia (MASP)

Pintura: Rafael (Itália-Renascença) Fonte: Wikipédia (MASP)

Cuidado! Daremos um salto, ou seja, do sagrado para o absolutamente profano. Estes mundos (do sagrado e do profano) convergem, se interconectam, felizmente, muitas vezes. Penso que nem mesmo esta interconexão era “prevista” pelo Criador. Viveríamos em um mundo totalmente sagrado. Aquele do Jardim do Éden, no Gênesis. Havia somente santidade. E sem essa de que seria chato… Afinal nem sabemos ao certo amar emocional e espiritualmente. Imaginem se poderíamos imaginar o que seria tido como sexo no Paraíso? O papa João Paulo II teria brincado certa vez dizendo que no Céu não haveria sexo, mas não seria chato! Sim, era um papa da comunicação e não da manutenção de tabus já quebrados há muitas décadas – um deles era “falar” a palavra sexo… Hoje estamos no extremo oposto. Tudo é explícito, e já antes da internet já havia o chamado “sexo explícito”. Depois, nos anos setenta se dá o início da produção de filmes pornográficos, com distribuição mundial. Jornalisticamente posso levantar uma tese a respeito deste “ovo de Colombo”, ou seja, a pornografia: várias produções de Hollywood, com sutileza mostraram em filmes tipo “A” a transição decidida pelos “chefões” quanto aos “negócios”. Assim, com a caça mundial ao crime organizado conhecido por – máfia (sempre detestei este tipo de filme, mas vi em família quase todos…) algo estava para mudar, como um camaleão…  A partir da prisão de Al Capone, oficialmente por crime de sonegação nos EUA, prejuízos pelo desinteresse cultural por cassinos já em meados dos anos 70, o que comprometia o lucro com drogas e prostituição em escala planetária, acabou por “quebrar a banca” destes grupos, quando no início dos anos 80 eclodiu a chamada “Operação Mãos Limpas”, na Itália.

PORNOGRAFIA E SEUS DERIVADOS NA INTERNET

Desmantelados, e, além disso, anacrônicos em suas estratégias de lucro fácil, já que acabara a fase do “romantismo” que Hollywood retratara desde os anos 40. Nos filmes, apareciam bandidos com famílias, em casamentos, batizados, todos muito bem-vestidos, o que retratava a incoerência daquele modo de vida. Afinal, tais cenas destoavam das seguintes: deslealdades entre os membros das “famílias”, vidas duplas, assassínios e crueldades, e por aí vai. Sem sombra de dúvida, a paróquia perderia tragicamente o padre se este não casasse ou batizasse mafiosos e filhos… Assim, centralizaram em Los Angeles seus “negócios”, e entre eles, há de tudo em relação à pornografia.  A máfia&associados hoje “limpam” a procedência do dinheiro do tráfico de drogas, prostituição, cassinos, vídeo-pocker (máquinas de caça-níquel de jogadores compulsivos, espalhados pelo mundo. Bilhões de dólares são arrecadados por ano nos EUA, tudo dentro lei. Seus associados, no mundo todo, tocam contentes seus hotéis, pousadas paradisíacas, cassinos, companhias de viagem (estas, têm rotas que favorecem o turismo sexual- nada de fazer um “tour” pelo Vaticano…). Além disso, obviamente há toda uma gama de mercados e mercadorias, legais e ilegais na cercania de seus empreendimentos.

Um deles, a produção pornográfica nada mais tem a ver com sonegação de impostos. Já é rentável em si, e para completar o lance perfeito que este tipo de negociantes engendrou modernamente, ela garante uma tranqüila “lavagem de dinheiro” do que não é declarado na contabilidade… A propósito, fiquei sabendo recentemente que no Brasil, este tipo de produção fílmica chega à casa dos bilhões também, já que ocupamos o 2º lugar no ranking de produção pornográfica. A conexão é grande com os EUA – “performers” de lá (com Aids, etc.., por uso de drogas) contracenam com os daqui. E ninguém, na maioria dos casos, pede exame médico. No caso, as mulheres brasileiras , principalmente, ganham mais dinheiro das produtoras se não usarem preservativos… Este tipo é muito procurado no mercado de compra de DVDs pornográficos; portanto, seu custo é alto, isto é, hiper-lucrativo. O Apocalipse está às portas…

É LEI, A PARTIR DE HOJE NO BRASIL: DENÚNCIAS DE “ABUSO ON LINE” SERÃO ABSORVIDAS POR ÓRGÃOS CONTROLADORES, COMO NOS EUA E NA EUROPA

Então, preparem seus espíritos para este alerta contra os pedófilos, produtores e consumidores de pornografia de todo tipo na net. Para me proteger dos que não lidam com pornografia infantil, em minha defesa, sou obrigada a dizer que, provavelmente, muitos entre os produtores de pornografia não sejam pedófilos. Creio que isto é suficiente perante a lei. Ainda assim, sou totalmente contra  a pornografia  e sua produção, de qualquer tipo. Sou contra inclusive a produção e divulgação de filmes que fazem apologia dela (a pornografia) em filmes do tipo “A”, em Hollywood.

O que me inspirou a trazer este assunto 100 por cento profano? A morte da menina Raquel Genofre, de 9 anos. Foi colocada por um pedófilo em uma mala, estrategicamente, debaixo da escada do metrô, em Curitiba, no Paraná. O criminoso conhecia sistemas de vigilância, já que nessa área havia um campo cego para as câmeras. Eles, possuem uma inteligência privilegiada, voltada para o Mal… Jesus disse: “Se alguém fizer algum mal a um destes meus pequenos, será melhor amarrar ao pescoço uma corda com uma pedra, e se jogar no mar”. Foi Jesus Cristo, o Salvador que proferiu, de antemão o veredito. Sugeria que este tipo de criminoso não teria clemência no Juízo Final. Eu não entendo muito bem a paradoxal indicação de Jesus ao suicídio, já que não sou teóloga, no entanto, ao que parece, quer nos dizer, por analogia, que é a mesma coisa que ir direto para o inferno após a morte. Assim, caso não acabe com seus crimes (se suicidando) terá a permanente presença de seres espirituais malignos, em vida, todo o tempo. Portanto, não terá possibilidade de redenção; seguirá sempre no caminho do mal. Uma auto-exclusão quanto à noção de culpa, de arrependimento pelo mal cometido contra crianças e jovens. Seres indefesos, que pelo pouco tempo de vida, quase nada conhecem sobre o mundo que os cerca. Observem: os pedófilos não se suicidam… Isto acontece em crimes passionais, ou nos casos de overdose ou mistura de álcool e drogas. Nos últimos dois casos, que Deus me perdoe a ignorância, mas circunstâncias específicas (pressão externa para cometer indignidades, por exemplo), penso que possam contar com a misericórdia de Deus. As drogas aniquilam a alma… Certos suicídios a ela ligados, e que são muito comuns atualmente entre jovens, para mim, fazem parte do âmbito dos mistérios espirituais.

RAQUEL, UMA CRIANÇA ANGÉLICA…

Enfim, infelizmente, todos ficamos sabendo que Raquel era comunicativa e inteligentíssima, e que, conforme o pai, acompanhavam (estavam separados) a filha quando entrava no Orkut. Continuaram fazendo o que faziam quando unidos. Entretanto, há internet na escola, nas “lans”, na casa de amiguinhas. São possibilidades, já que o pai não acredita em abordagem pela internet.

Esta criança de nove anos (agora, sua alma vive na segurança das mãos de Deus, Amém!) – seu próprio pai disse algo assim – havia recebido uma semana antes de seu desaparecimento e morte, um prêmio da escola que freqüentava, pela qualidade de sua redação…

PRECISAMOS PROTEGER NOSSAS CRIANÇAS E JOVENS. OS TEMPOS MUDARAM.

Estou chocada. Vivo em choque. Os crimes contras as crianças, ultimamente no Brasil não envolvem somente a internet. Um pouco antes, um “pai” e a madrasta mataram e esquartejaram dois meninos, um deles com 13 anos (João Vítor) e o outro com 11(Igor). A madrasta os “despachou” com dinheiro para a rodoviária, para que voltassem para a mãe biológica. A polícia os encontrou sozinhos e os levou de volta para casa. Uma briga entre o casal decidiu o destino dos dois inocentes, naquele momento foi fatal. Houve outros, já que a madrasta chegou a ser denunciada, por certo, anonimamente, ao Conselho Tutelar por maus-tratos. Um deles foi asfixiado pelo pai, e o outro foi esfaqueado na cozinha pela madrasta. Que João Vítor e Igor, finalmente descansem em paz nos Braços Amorosos de Deus Pai. Amém.

Lamento expor estes detalhes, mas eles reforçam minha idéia de que o “Amor já não é amado”, como dizia São Francisco. Aqui o Santo, a meu ver, quis desabafar sua amargura, devido à impiedade, à pobreza que imperava na Idade Média.  Deus criou tudo com Amor, portanto sem amor não há vida. Pensar nisto é uma pista, uma reflexão para ações em nível micro e macro no mundo religioso cristão. É hora de abandonar o proselitismo que faz perder o foco: “Amai-vos uns aos outros, como meu Pai vos ama”, disse Jesus Cristo.

Ao lado, no Blogroll, disponibilizo um vídeo governamental, produzido no Reino Unido sobre “abuso on line”. Não terá legendas em português, mas é muito bem produzido, e posso  garantir a vocês que será bem compreendido pelas imagens. A estória envolve a personagem “Clare”, e tem um final feliz!  No final, a garota assediada rompe o que vejo como um “círculo maligno de sedução”. No entanto, como a maioria, chega a pensar romanticamente no pedófilo, e aceita um encontro, mas, felizmente, não passa disso. Volta para casa, e, pelo teclado, o denuncia.A trilha musical apresenta uma canção sensível, tocante, certamente a banda e seu intérprete, além da letra foram muito bem escolhidos. Há uma cópia deste vídeo no orkut e está legendada. No entanto, o vídeo e a tradução terminam com a estória. No original, há comentários sobre esta produção do governo do Reino Unido, e caminhos para o enfrentamento desta realidade alarmante, e que cresce exponencialmente. Não perderemos esta batalha. Há várias lutas sendo travadas com sucesso. Que Deus nos ajude. Amém.

http://www.ceop.gov.uk/mediacentre/video.asp“Clare pensava que sabia…”

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