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Posts Tagged ‘No Sagrado Coração – está a imagem expressa do amor infinito de Jesus Cristo’’

Memória do Imaculado Coração de Maria

Nossa Senhora é reflexo da luz divina, como a Lua reflete a do Sol. Assim como não podemos dizer que a luz da Lua lhe pertence, não podemos dizer que o amor de Maria lhe pertence. O amor dela é reflexo do amor de Deus.

Imaculado Coração de Maria – Wikipédia, a enciclopédia livre

Homilia Diária -Jun 2021

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
(Lc 2, 41-51)

Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem.

Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas.

Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”. Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera. Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas.

Ontem celebramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Hoje, com muita alegria, nos voltamos para o Coração de nossa Mãe bendita. O que significa celebrar o Imaculado Coração de Maria? Como vimos ontem, o coração é um símbolo visível da realidade invisível da alma e sua capacidade de amar. De fato, o homem tem uma capacidade de amar maior que a dos animais. Nosso bichinho de estimação pode até abanar o rabo e ficar muito feliz de nos ver, mas isso é um afeto bastante limitado. Deus quer que amemos mais, muito mais. Ora, o homem é capaz de passar pelas maiores dificuldades por um grande amor. É capaz de dar a vida, de derramar o próprio sangue por aqueles a quem ama. Atos heróicos e extraordinários de amor já foram feitos ao longo da história. E nem falamos ainda do amor cristão. Mesmo entre pagãos, atos heroicos fizeram muitas pessoas entregar a vida por amor à pátria, para defender a família etc. 

Acontece que nós, que temos uma alma capaz de amar com um amor tão sublime, temos também a ferida do pecado original, que leva essa mesma alma, desordenada, a trair de alguma forma sua vocação ao amor. Ora, celebrar o Imaculado Coração de Maria é, antes de tudo, celebrar o fato de que a nossa Mãe bendita não foi mordida pela serpente. Nós temos momentos de egoísmo. Ainda que amemos as pessoas, somos capazes de ser egoístas e ofendê-las. Nossa Senhora não. A alma dela é profundamente ordenada, porque não foi tocada pelo veneno da serpente, do egoísmo, do pecado. Ela é nossa Mãe Imaculada. Mas não celebramos somente isso, ou seja, o fato de Maria ser intacta, nunca tocada por Satanás. Celebramos algo ainda mais importante, uma realidade mais profunda: que ela foi tocada por Deus. Nossa Mãe bendita não foi tocada por Satanás, por isso é Imaculada; mas, no primeiro instante da sua concepção no ventre de Sant’Ana, ela recebeu uma quantidade de graça santificante tão abundante, que ela é verdadeiramente gratia plena, a cheia de graça (κεχαριτωμένη, em grego). Ela abundou em graça, o que quer dizer o seguinte: a capacidade de Maria, ainda pequenina no ventre de Sant’Ana, de amar a Deus e a nós é maior que a de todos os anjos e santos juntos!

Celebramos, portanto, uma obra esplendorosa da misericórdia divina. Nossa Senhora tem um Coração extraordinário. De sua alma humana, por graça divina, é possível ver sair um amor que transborda sobre Deus e sobre nós. Que espetacular, que milagre da graça é o Coração de Maria! Sua alma santíssima é capaz de amar de forma divina. Pela graça, Nossa Senhora foi elevada a amar como o mais perfeito dos homens, com um amor imaculado, intacto, sem mancha de egoísmo, um amor que é a própria caridade divina. Alguém pode pensar que isso é “exagero” de católicos, que “exaltamos demais” Nossa Senhora… Não, não estamos exagerando porque é isso o que vai acontecer conosco no céu. Na glória, iremos amar a Deus com o amor de Deus. Aliás, não só no céu, já aqui o podemos fazer, se estamos em estado de graça. Devemos, porém, ir crescendo neste amor.

Nossa Senhora é reflexo da luz divina, como a Lua reflete a do Sol. Assim como não podemos dizer que a luz da Lua lhe pertence, não podemos dizer que o amor de Maria lhe pertence. O amor dela é reflexo do amor de Deus; portanto, é um amor divino. Não é exagero algum dizer que Maria nos ama com o amor de Deus. É simplesmente verdade. “O Senhor fez em mim maravilhas, santo é o seu nome”; logo, o Coração da Virgem é dom de Deus para nós. Ao enviar o seu Filho no mundo, Deus não quis que Ele fosse gerado no ventre de uma mulher manchada pelo pecado. Por isso Ele preparou o Coração santíssimo e Imaculado de Maria para amar Jesus. Que alegria, que consolação saber que Cristo não foi recebido no mundo com bofetões e cusparadas, mas com um Coração Imaculado, cheio de graça, capaz de dar o amor que Ele merece!

Nossa Senhora de Fátima disse a Lúcia que o seu Imaculado Coração seria sempre o seu caminho e refúgio. Essa frase serve para todos nós. Vivemos no mundo, mas queremos ir para o céu. Como podemos chegar lá? O Coração de Maria é reflexo do Coração de Jesus. Ora, Ele é o caminho, a verdade e a vida; se Ele é o caminho, o Coração de Maria também o é, por ser reflexo do Coração de Cristo. Imitemos, pois, a Virgem Maria, refugiemo-nos nela quando formos atacados por demônios de todos os lados. O Coração dela é refúgio seguro contra o maligno. Ao mesmo tempo que ela é para nós caminho e refúgio, nós, miseráveis pecadores, que ofendemos tanto essa Mãe bendita, também devemos recordar nosso dever: a necessidade de reparar as ofensas feitas contra ela. Foi para isso que Nossa Senhora quis propagar pelo mundo a devoção dos cinco primeiros sábados do mês. Façamos esse desagravo que Nossa Senhora pediu e que nós, filhos dóceis e generosos, não podemos negar-lhe.

Publicado em Padre Paulo Ricardo (para ouvir acesse este link).

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A festa do Coração de Jesus

11.06.2021 – Sexta-Feira

Sagrado Coração de Jesus – Wikipédia, a enciclopédia livre

A Igreja celebra a Festa do Sagrado Coração de Jesus na sexta-feira da semana seguinte à Festa de Corpus Christi. O coração é mostrado na Escritura como símbolo do amor de Deus. No Calvário o soldado abriu o lado de Cristo com a lança (cf. João 19,34). Diz a Liturgia que “aberto o seu Coração divino, foi derramado sobre nós torrentes de graças e de misericórdia”. Jesus é a Encarnação viva do Amor de Deus, e seu Coração é o símbolo desse Amor. Por isso, encerrando uma conjunto de grandes Festas (Páscoa, Ascensão, Pentecostes, Santíssima Trindade, Corpus Christi), a liturgia nos leva a contemplar o Coração de Jesus. [Consagre-se ao Coração de Jesus]

Este sagrado Coração é a imagem do amor de Jesus por cada um de nós. É a expressão daquilo que São Paulo disse: ”Eu vivi na fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim (Gálatas 2,20). É o convite a que cada um de nós retribua a Jesus este amor, vivendo segundo a Sua vontade e trabalhando com a Igreja pela salvação das almas.

Muitos Santos veneraram o Coração de Jesus. Santo Agostinho disse: “Vosso Coração, Jesus, foi ferido, para que na ferida visível contemplássemos a ferida invisível de vosso grande amor”. São João Eudes, grande propagador desta devoção no século XVII, escreveu o primeiro ofício litúrgico em honra do Coração de Jesus, cuja festa se celebrou pela primeira vez na França, em 20 de outubro de 1672.

Jesus revelou o desejo da Festa ao seu Sagrado Coração à religiosa Santa Margarida Maria Alacoque, na França, mostrando-lhe o “Coração que tanto amou os homens e é por parte de muitos desprezado”. S. Margarida teve como diretor espiritual o padre jesuíta S. Cláudio de la Colombière, canonizado por João Paulo II, e que se incumbiu de progagar a grande Festa.

O Papa Pio XII afirmou que tudo o que S. Margarida declarou “estava de acordo com a nossa fé católica”. Este foi um grande sinal a mais da misericórdia e da graça para as necessidades da Igreja, especialmente num tempo em que grassava a heresia do jansenismo (do bispo francês Jansen) que ensinava uma religião triste e ameaçadora.
O Papa Clemente XIII aprovou a Missa em honra do Coração de Jesus e Pio X, dia 23 de agosto de 1856, estendeu a Festa para toda a Igreja a ser celebrada na sexta-feira da semana subseqüente à festa de Corpus Christi. O papa Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus. Paulo VI disse certa vez que ela é garantia de crescimento na vida cristã e garantia da salvação eterna.
Entre as Promessas que Jesus fez à Santa Margarida está a das Nove Primeiras Sextas Feiras do mês: aos fiéis que fizerem a Comunhão em nove primeiras sextas-feiras de cada mês, seguidas e sem interrupção, prometeu o Coração de Jesus a graça da perseverança final, o que significa que a pessoa nunca deixará a fé católica e buscará a sua santificação. São as chamadas Comunhões reparadoras a Jesus pela ofensa que tantas vezes seu Sagrado Coração é tão ofendido pelos homens.

Pio XII disse: “Nada proíbe que adoremos o Coração Sacratíssimo de Jesus Cristo, enquanto é participante e símbolo natural e sumamente expressivo daquele amor inexaurível em que, ainda hoje, o Divino Redentor arde para com os homens”.

Essas são as Promessas que Jesus fez:

“No extremo da misericórdia do meu Coração onipotente, concederei a todos aqueles que comungarem nas primeiras sextas feiras de cada mês, durante nove meses consecutivos a graça do arrependimento final. Eles não morrerão sem a minha graça e sem receber os SS. sacramentos. O meu coração naquela hora extrema ser-lhe-á seguro abrigo”.

As outras promessas do Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque:

1 – Conceder-lhe-ei todas as graças necessárias ao seu estado.
2 – Porei a paz em suas famílias.
3 – Consolá-los-ei nas suas aflições.
4 – Serei seu refúgio na vida e especialmente na hora da morte.
5 – Derramarei copiosas bênçãos sobre suas empresas.
6 – Os pecadores encontrarão no meu Coração a fonte, oceano infinito de misericórdia.
7 – Os tíbios se tornarão fervorosos.
8 – Os fervorosos alcançarão rapidamente grande perfeição.
9 – Abençoarei os lugares onde estiver exposta e venerada a imagem do meu Coração.
10 – Darei aos sacerdotes a força de comover os corações mais endurecidos.
11 – O nome daqueles que propagarem esta devoção ficará escrito no meu Coração e de lá nunca será apagado.

Publicado em Formação Canção Nova (por Prof. Felipe Aquino).

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Publicado em Jovens Leigos Carmelitas.

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Detalhe de mosaico do Sagrado Coração de Jesus (Foto: Gera Juarez/Cathopic)

Nesta sexta-feira, 19, a Igreja celebra a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Embora sua devoção tenha se popularizado pelo mundo a partir do século XVII, sua origem se confunde com o a história do Cristianismo.

Sua fonte está nas Sagradas Escrituras, mais precisamente no Evangelho de São João, ao narrar quando o soldado transpassou o coração de Jesus crucificado com uma lança e dele jorraram sangue e água (cf. Jo 19,34).

Outro acontecimento bíblico é quando o próprio São João, o “discípulo amado”, reclina sua cabeça sobre o peito do Senhor, durante a última ceia (cf. Jo 13,23). Ao comentar essa cena, Santo Agostinho escreveu que, ao se recostar sobre o Mestre, João bebeu os “segredos sublimes das profundidades mais íntimas do Coração de Nosso Senhor”.

(…)

AO LONGO DOS SÉCULOS

A contemplação destas cenas alimentou a devoção dos primeiros cristãos, que buscavam no coração de Jesus a fonte para o verdadeiro amor de Deus, manifestado no Verbo encarnado.

São vários os santos que tiveram experiências místicas relacionadas ao Coração de Jesus: São Bernardo (1090-1153), São Boaventura (1221-1274) Santa Lutgarda (1182-1246), as santas irmãs Matilde (1241-1299) e Gertrudes (1256-1302), São Ludolfo de Saxônia (1300-1378) e Santa Catarina de Sena (1347-1380) foram alguns deles. 

Foi somente no século XVII que a devoção ao Sagrado Coração de Jesus ganhou uma nova proporção, com a ajuda de dois santos: São Francisco de Sales (1567-1622) e São João Eudes (1601-1680).

O primeiro fundou, em 1610, a Ordem da Visitação, na qual imprimiu uma particular devoção ao “Coração do Redentor”, referindo-se às religiosas visitandinas como “filhas do Coração de Jesus”. O segundo, além de propagar esta devoção, compôs um Ofício e uma Missa em honra do Coração de Jesus, que foram celebradas pela primeira vez em localidades da França, em 1672.

Experiência de Santa Margarida Maria com o
Sagrado Coração de Jesus

SANTA MARGARIDA MARIA

No entanto, foi uma jovem religiosa da Ordem da Visitação a responsável pela maior propagação do culto ao Coração de Jesus. Santa Margarida Maria Alacoque (1647-1690) recebeu revelações particulares do próprio Jesus Cristo que, em uma das ocasiões, em 1673, pediu-lhe que, “na primeira sexta-feira depois da oitava de Corpus Christi, se celebre uma festa especial para honrar meu Coração, e que se comungue nesse dia para pedir perdão e reparar os ultrajes por ele recebidos durante o tempo que permaneceu exposto nos altares”.

A Santa relata que, em outra ocasião, Nosso Senhor, mostrando o seu coração transpassado, disse a ela:  “Eis o coração que tanto tem amado os homens […]. Prometo-te pela minha excessiva misericórdia, a todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, a graça da penitência final. Estes não morrerão em minha inimizade, nem sem receberem os sacramentos. O meu Sagrado Coração lhes será refugio seguro nessa última hora”.

Nessas revelações, Jesus deixou 12 promessas e pediu para que Santa Margarida difundisse essa devoção ao mundo inteiro (leia no box).

Em seus escritos, Santa Margarida Maria ressalta: “O maior testemunho de amor que podemos dar ao Sagrado Coração e a melhor reparação que lhe podemos oferecer é unirmo-nos a Ele, muitas vezes, pela comunhão sacramental e desejarmos ardentemente essa união pela comunhão espiritual”.

CULTO UNIVERSAL

Em 1856, o Papa Pio IX estendeu a festa do Sagrado Coração de Jesus a toda a Igreja. E, em 11 de junho 1899, o Papa Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus. Sua decisão foi motivada pelo testemunho de Santa Maria do Divino Coração (1863-1899), que também recebeu revelações interiores do Sagrado Coração de Jesus.

Nessa ocasião, Leão XIII afirmou: “No Sagrado Coração está o símbolo e a imagem expressa do amor infinito de Jesus Cristo, que nos leva a retribuir-lhe esse amor”.

Uma das grandes expressões mundiais da devoção ao Sagrado Coração de Jesus é o Apostolado da Oração, associação de fiéis fundada na França, em 1844, pelo jesuíta Padre Francisco Xavier Gautrelet.

A organização, também conhecida como Rede Mundial de Oração do Papa, tem como missão sensibilizar e mobilizar os cristãos e todas as pessoas de boa vontade, a partir da intimidade com Sagrado Coração de Jesus, a santificarem-se por meio da oração e do serviço pela humanidade e pela missão da igreja, especialmente pelas intenções do Pontífice. 

Papa Francisco venera imagem do Sagrado Coração de Jesus (Vatican Media)

DEIXAR-SE TRANSFORMAR

Em 1956, centenário da extensão da festa do Sagrado Coração de Jesus a toda a Igreja, o Papa Pio XII escreveu a Encíclica Haurietis aquas, na qual exortou os fiéis a abrirem-se ao mistério de Deus e do seu amor, deixando-se transformar por ele.

Ao se referir a esse documento, em 2006, o Papa emérito Bento XVI afirmou que o fundamento dessa devoção é o conteúdo de toda verdadeira espiritualidade e devoção cristãs. “De fato, ser cristão só é possível com o olhar dirigido para a Cruz de nosso Redentor, ‘para Aquele que transpassaram’.

Na audiência geral da quarta-feira, 17, o Papa Francisco destacou essa solenidade e afirmou que o coração humano e divino de Jesus, é a “fonte de onde sempre podemos haurir a misericórdia, o perdão, a ternura de Deus”.

“Podemos ir a esta fonte detendo-nos sobre uma passagem do Evangelho, sentindo que, no centro de todo gesto, de toda palavra de Jesus, está o amor, o amor do Pai. E podemos fazê-lo também adorando a Eucaristia, onde este amor está presente no sacramento”, disse o Pontífice, exortando, ainda, que ao contemplar o Sagrado Coração, “também o nosso coração, pouco a pouco, se tornará mais paciente, mais generoso, mais misericordioso”.

Promessas do Sagrado Coração de Jesus

  1. Eu lhes darei todas as graças necessárias para seu estado.
  2. Eu darei paz às suas famílias.
  3. Eu as consolarei em todas as suas aflições.
  4. Eu lhes serei um refúgio seguro durante a vida, e sobretudo na hora da morte.
  5. Eu lançarei abundantes bênçãos sobre todas as sua empresas.
  6. Os pecadores acharão, em meu coração, a fonte e o oceano infinito de misericórdia.
  7. As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas.
  8. As almas fervorosas se elevarão a uma grande perfeição.
  9. Eu mesmo abençoarei as casas onde se achar exposta e honrada a imagem do meu coração.
  10. Eu darei aos sacerdotes o poder de tocar os corações mais endurecidos.
  11. As pessoas que propagarem esta devoção terão para sempre seu nome inscrito no meu coração.
  12. Darei a graça da penitência final e dos últimos sacramentos, aos que comungarem na primeira sexta-feira, durante nove meses seguidos.

Publicado em Semanário Oficial da Arquidiocese de São Paulo ( Por Fernando Geronazzo).

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