Igrejas cristãs realizam 14º Mutirão de Oração por Crianças e Adolescentes em Situação de Risco nos dias 6 e 7 de junho .

São Luiz Gonzaga (1568-1591)
São Luiz Gonzaga (1568-1591) Beatificado em 1605, canonizado em 1726, e proclamado pelo papa Pio XI, em 1926 - modelo e protetor da juventude
Igrejas cristãs, de origem calvinista ou de outro ramo protestante, no caso autodenominadas evangélicas, demonstraram discernimento quando abandonaram ao longo dos últimos séculos, o viés proselitista, no caso, de anti-catolicismo. Ao invés de serem cristãs, ou seja – efetivamente seguirem a Jesus Cristo – são contrárias ao catolicismo. É o caso da maioria das denominações pentecostais da atualidade. Talvez por esta razão, as Igrejas Batista Betel  e determinada corrente da Igreja Presbiteriana se ocupem do que verdadeiramente agrada a Deus, Criador de todos os seres humanos desde a queda, e Jesus Cristo Nosso Senhor e Salvador: “Amar o próximo”. O que nos “une”, basicamente, é a queda da graça de Deus… E ela atinge a todos… No entanto, temos um Redentor comum. E, por Ele, o amor é fator de união. Então, se queremos viver o amor de Cristo, que Assim Seja.
Gostaria de dar o contexto desta notícia, além do motivo principal, que é sentimento de amor, proteção às crianças.
Recebi em minha caixa de correio a notícia deste evento do ramo cristão evangélico. Após algumas considerações resolvi pela divulgação, ainda que seja um evento “evangélico”. Explico as aspas: acredito que os componentes desta rede de amparo social cristão, assim se autodenominam somente porque integram há muitas gerações a tradição protestante. afinal, nós católicos lemos e meditamos, em essência, os mesmos Evangelhos. Além disso, preocupamo-nos com intensidade idêntica com o sofrimento material e emocional de crianças e adolescentes. Sofrimentos que chegam mesmo à brutalidade, ou violência generalizada contra a infância e a juventude. Portanto o que importa é que esta preocupação comum nos une.
Assim, as ofensas à infância e juventude são tão alarmantes que quaisquer outras questões são menores…
Entendo que tão maléfica quanto a violência física é a psíquica. Prejudicam o desenvolvimento dos “pequenos” de Jesus, e que acabam crescendo no abandono, na injustiça, ou na distorção de valores universais. Entram, em ambos os casos, em um túnel escuro de perdição… Isto é inaceitável.
Assim, há a ação subreptícia de boa parte das produções dos meios de comunicação voltadas ao público infanto-juvenil – vídeos (e vídeo-games), programação de tevê,  e para piorar, a internet. Lembremos que há equipes de trabalho “sofisticadíssimas” envolvidas com sets de filmagem direcionados ao público infantil e adolescente. Há produtores de histórias em quadrinhos (principalmente “mangás” – que incitam em geral à violência e à precocidade sexual). Em uma lancheria vi um desses desenhos: havia um menino bom, com cabelos claros. Ele possuía poderes mágicos… O outro menino que o combatia era mau. Por “coincidência” não era claro e seus cabelos eram escuros… Vestia uma armadura colada ao corpo e um capacete na forma de um unicórnio ou algo assim. Ou seja, para a criança, pessoas más terão esta aparência… Nada é mais irreal.
Desse modo, desgraçadamente, há mais de duas décadas nossos filhos, sobrinhos são as pequenas ovelhas, cordeirinhos destinados a este mercado de lobos… Enriquecem às custas de nossas crianças e jovens, direcionando-os desde o berço para certas  condutas, marcas, entre outras persuasões nefastas. Crianças e jovens, ainda que muito pobres também estão sujeitos a estas visões “mercadológicas” de mundo. Psiquicamente sofrem muito mais com tais pressões porque sentem as limitações de sua condição social – a de pobreza ou pior, a da linha de miséria. A violência de seus comportamentos desde a infância tem como fonte este acúmulo de frustrações… Que Deus nos ajude a reverter este quadro, pouco a pouco. Crianças e jovens devem brincar e estudar em ambientes saudáveis, ainda que simples. Jesus foi um menino pobre, como, em geral, todos de seu tempo. Esta idéia deve unir os cristãos em torno da proteção do mundo infantil e juvenil.
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Fonte: GNotícias

Mutirão de Oração intercede por crianças em situação de risco

Por Renato Cavallera – quinta-feira, 4 junho 2009

Cristãos de todos os cantos do mundo vão orar, neste final de semana, pelas crianças em situação de risco. Entre os motivos de oração está o pedido pelo cumprimento de Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMS), da Organização das Nações Unidas, vinculados à saúde e educação.

O 14o Mutirão Mundial de Oração pelas Crianças e Adolescentes em Situação de Risco é uma iniciativa da Viva, uma organização que apóia o trabalho em rede em favor dessa faixa etária. A Rede Mãos Dadas é a responsável pela mobilização da campanha no Brasil.

O Mutirão de Oração integra, este ano, a Campanha Latino-Americana pelos Bons Tratos da Criança “Ame o seu Próximo – Bons Tratos para a Infância”, que pretende mobilizar igrejas evangélicas da região para que cuidem das crianças em seus espaços e comunidades.

No Mutirão de 2009, cristãos são incentivados a orar pela segurança das escolas de bairro, pela diminuição da pobreza pela metade até 2015, pela melhoria da saúde das gestantes e pela diminuição da mortalidade infantil.

Também são temas de oração o combate à Aids, à malária e outras doenças, a qualidade de vida e o respeito ao meio ambiente, a igualdade entre sexos e a valorização da mulher, o trabalho pelo desenvolvimento.

As principais situações de risco para as crianças são, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a escravidão ou o trabalho infantil, a guerra e outras formas de violência, o abuso e a exploração sexual, a deficiência física e mental, o abandono ou a perda da família, e o jugo de instituições opressivas.

Segundo Viva, de cada cinco crianças no mundo, uma encontra-se em situação de grande risco social. (Fonte: ALC)

Notícia extraída de http://noticias.gospelmais.com.br/.

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Fonte/imagem: A Família Católica (São Luiz Gonzaga – protetor e modelo da juventude).

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A IGREJA DE JESUSCarmelitas Mensageiras do Espírito Santo

“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mat. 16,18 )

O Senhor Jesus quis permanecer entre nós através da Sua Igreja, onde Ele é a Cabeça e nós os membros. Através dela estamos unidos a Cristo e aos nossos irmãos. O templo é a construção de pedras ou tijolos, a Igreja somos nós. Nós, Igreja, respeitamos a hierarquia deixada pelo próprio Jesus, ou seja, é presidida pelo Sumo Pontífice, o Papa, sucessor de Pedro, e seus auxiliares, os Bispos; a seguir, os Padres e Religiosas e, por fim, os Leigos. Todos formamos uma grande família, a família de Deus.

A Doutrina e a Tradição asseguram a forte Instituição chamada Igreja Católica Apostólica Romana. Católica, pois é universal; Apostólica, por ter sido divulgada pelos Apóstolos; Romana porque Roma é a sede do Bispo, sucessor de Pedro.

Ao fundá-la, Jesus delega ao Apóstolo Simão a missão de chefiá-la.

Falamos, anteriormente, sobre o nome e a missão conferida a ele. Jesus, ao escolher Simão para governar a Igreja nascente, muda seu nome de Simão para Pedro. Pedro foi o primeiro Papa.

Participar, amar e freqüentar a Igreja faz parte do crescimento espiritual da fé. Através da convivência comunitária somos integrados na grande Família de Deus.

É fácil compreender que o amor ama independentemente de ser amado, mas espera ser retribuído e, quando retribuído, pede fidelidade.

A Igreja e mais especificamente o Sacramento da Eucaristia marcam a presença amorosa de Jesus Cristo entre nós. O Senhor nos ama com amor perfeito e também nos pede fidelidade.

A respeito desse tema podemos ver já no Antigo Testamento o quanto a infidelidade é abominável por Deus. Em Levíticos 19, 31 e 20,8 e ainda em Deuteronômio 18, temos um exemplo disso.

Ainda no Antigo Testamento, podemos atestar que a infidelidade foi a causa da quebra da aliança, da amizade entre Deus e os homens.

O ser humano tem fortes tendências à auto-suficiência, ao orgulho, à vaidade e à infidelidade. Essas tendências são tão antigas quanto o ser humano e continuam fortes atualmente.

Liberdade de crenças ou de religiões não é a mesma coisa de caminhos que levam a Deus. Para melhor entendermos, veremos a seguir: os aspectos gerais das antigas e das novas religiões e em que não compartilham com nossa fé.

As Antigas Religiões

…. Hinduísmo

…. Budismo

…. Judaísmo

…. Cristianismo

…. Islamismo

Aspectos que o católico deve observar

Em que difere o cristianismo das religiões acima apresentadas

Ser Cristão

A Igreja de Jesus

SER CRISTÃOCarmelitas Mensageiras do Espírito Santo

Ser Cristão significa “revestir-se de Cristo”, conhecê-Lo através dos Evangelhos e relatos dos Apóstolos, imitar Sua conduta, seguir Seus exemplos, seguir Seus ensinamentos.

Ser Cristão é deixar de lado o “eu” . É anular-se deixando-se cativar por Seu amor. É experimentar Sua doçura, ouvir Sua voz, sentir Sua presença. Mas isso só é possível quando nos rendemos diante de nós mesmos, buscamos conhecê-Lo e  nos dedicamos à oração, que nada mais é do que falar com Deus.

A oração diária, a freqüência aos Sacramentos, a participação da Santa Missa nos levam ao encontro cada vez mais profundo com nosso Senhor.

A intimidade com nosso Senhor faz toda a diferença em nossa vida, sentimos a transformação a cada dia. Dessa maneira a história da Salvação do nosso futuro será marcada pelo cumprimento da missão à qual fomos chamados por Deus.

Jesus fez a vontade do Pai e a cumpriu até o fim. Pelo Pai, foi glorificado. Em Cristo Jesus também nós seremos glorificados pelo Pai, pois o Espírito Santo nos dará força, perseverança e acima de tudo muito amor ao nosso Deus e irmãos. Como diz o Profeta Isaías: “Caminharemos e não nos cansaremos, correremos e não nos fadigaremos”.

Ser cristão implica em fidelidade. Para ser fiel é preciso conhecer o Mestre através dos Evangelhos e buscar a fidelidade com Deus através da oração permanente.

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