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Posts Tagged ‘“Dia dos Professores” – 15 de Outubro” – Portal da Família’

Gostaria de fazer uma pequena observação a respeito da charge e do pequeno texto, extraído da web e publicado abaixo, repleto de sofisticada ironia. Foi por acaso que o encontrei na Web ao procurar uma imagem adequada à realidade vivida pela educação brasileira (e há décadas), e por consequência pelos professores, quase ao nível do absurdo. Assim, a escolha  se deu pela charge e sua vião crítica da realidade do ensino brasileiro. Mas, na verdade, não tenho qualquer simpatia por termos tais como “socializar conteúdos”, romper paradigmas”, “construção do conhecimento pelo próprio aluno”. Além disso, no núcleo das decisões dos agentes que “manipulam” com tais termos, tanto coordenações quanto proprietários de escolas e universidades particulares, é de nos deixar atônitos o uso do termo clássico do mundo negocial no mundo da Educação (com exceções, é claro):  “ações corporativas”, e mais amplamente, “ambiente corporativo”. Ou seja, os educandos, crianças e jovens são apenas uma peça neste jogo, que visa tão somente “resultados”, tanto em planilhas de acompanhamento  quanto em balancetes anuais. Precisamos pensar nisto com carinho…

Lembro isto para alertar para o fato de que pais e professores podem ser vítimas, que por sua vez,  vão produzir vítimas para um mercado de trabalho selvagem. Esta selvageria vai muito além da que vivemos em nossa juventude ao final dos anos 70. Nossos filhos, sobrinhos e amigos destes vão fazer parte de uma máquina que tritura mentes e corações…

Por esta razão, professores, professoras são mais que pessoas que são “mal pagos” ou “carecem de aperfeiçoamento”. São de fato, vampirizados por uma realidade nacional e mundial, que, em progressão geométrica, preparam outras prováveis  vítimas desta “vampirização global” (logicamente, enquanto se preparam para o mundo do trabalho, as que vencerem a barreira das drogas, do consumo pelo consumo, etc.).

Portanto, gostaria de frisar aqui que a maioria absoluta destes professores “toca o barco”, e faz o que pode para resgatar a humanidade, já recalcitrante das crianças e jovens sob sua responsabilidade. Mas, infelizmente, algumas ficarão pelo caminho, e outras vão fazer parte, querendo ou não, do elegante conceito de “ambiente corportativo”…

Para que tenhamos uma idéia mais exata do tipo de coisas que domina o mundo trabalho “corporativo” e já se alastra para outras áreas, há outro artigo no blog abaixo (da charge) que alerta profissionais, através de artigo irônico, para o “perigo” do mau-olhado, quebrante, olho-gordo… Acredito que seja real este temor porque as pessoas perderam seu centro devido a pressões absurdas por resultados. No entanto, isto não acontece à toa: elas deixaram de lado, e há muito tempo sua vida interior (é aquela estória que virou até uma “cultura”: fulano, fulana é “do bem”, ou seja, é tácito que não ultrapassaram certas fronteiras…). Pelo menos a intenção de buscar o que é melhor para si e para o  mundo ficou muito longe…. Restou tão somente a busca de resultados, a avidez por lucros nas corporações e outras instituições, ou seja, têm somente em vista o enriquecimento pessoal.

Lúcia Barden Nunes – Jornalista.

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Não esqueça que hoje é dia do professor

Fonte: Etiqueta Corporativa

Para quem está estudando, não se esqueça de cumprimentar seus professores.
Hoje é o dia deles.

Não vamos falar sobre a importância da profissão e outras coisitas mais. Só não se esqueça de dar os parabéns.
Além de super simpático, faz com que a pessoa lembre-se de você de uma forma agradável.

Caso você esteja com notas baixas isso não vai resolver mas, mesmo assim, é bom ser educado.

Este conteúdo foi publicado por Etiqueta Corporativa em Segunda, 15 de Outubro de 2007 às 08:46.

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DIA DOS PROFESSORES – 15 de Outubro

(Dia também consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila)

Por Lúcia Barden Nunes

Por amor às minhas professoras e professores do primeiro, segundo e terceiro graus, aglutinei este conteúdo como mostra de minha admiração e incentivo a cada um deles – jovem, maduro ou já aposentado, e da mesma maneira, homenageio os de hoje.. Àqueles que entregam o que há de mais “precioso” na atualidade: seu tempo. Um tempo que nenhum profissional liberal ou de outra área dedica (não do mesmo modo!). No caso destes, o nosso, vamos para casa e pronto! O patrão e as tarefas ficam para trás, quando batemos o ponto…

Não sou professora, mas acompanhei-as como jornalista, e conheço de perto a profissão no ensino médio e superior. Meu marido é professor universitário.

  1. O “tempo” dos professores é de “dedicação integral”. Uma parte dessa entrega extremada, ainda que, por vezes, sem que tenham noção se dá pela vocação, pela constituição do que é ser responsável pelo futuro de uma criança, de um jovem e até de gente madura na “selva” do mundo… Outro aspecto desta entrega total de seu “tempo” é que, por viverem em um país injusto – que vem abdicando, passo-a-passo de ser uma Nação, é que a injustiça, o desrespeito, a indiferença pelas suas pessoas, desde – alunos, pais, diretores, administradores e governantes – deste país é algo que vai além da lógica. Parece-me que este quadro de decadência (ou deterioração) é gerado propositalmente, o que seria perverso, mas não espantoso, já que vivemos uma época de lucro a qualquer custo… Ou seja, professores, professoras sobrecarregados e desvalorizados em seu poder aquisitivo leem menos (porque não podem adquirir livros com tranquilidade, e com isto, não conseguem elabora a cultura nacional, do passado e do presente. Isto, por sua vez, os levaria a interagir espontaneamente com o corpo discente. Por esta razão há o marasmo e até mesmo, desrespeito dos alunos pelos seus professores. Uma questão: que tipo de educação seus alunos recebem em casa? Assim, por enfrentarem diariamente este quadro lamentável, voltam para casa esgotados, mas, graças a Deus,  não desesperados, como seria de se esperar diante da atual realidade educacional brasileira… Pelo contrário, agem como se fossem de “ferro”, e é por por esta razão que os jornais falam do adoecimento dos professores. Não é para menos: todos temos limites… Preparam as aulas entre os turnos (dão aulas em duas escolas, em sua maioria), e enfrentam alunos em geral, inquietos, incapazes de concentração. Não têm qualquer deficiência, e sim, desinteresse por tudo que não se movimente em uma tela… Ao chegarem em suas famílias devem ser pais, mães, ou seja, educadores de seus filhos. Lembremos: estão esgotados… Acredito que uma força do Alto lhes sobrevém e tudo se dá a contento. É quase sobrehumano. Tenho uma cunhada professora. Eles a esgotam, e estão nas séries iniciais! Nada os detém… Meu Deus! Para mim, professores que amam o ensino e se preocupam com seus educandos têm uma bênção especial do Criador, que também é “Pai-Educador”… Sua tarefa, em qualquer nível, se são educadores de fato, é hercúlea…

  2. Precisamos refletir e, mais que isto, buscar meios que transformem a realidade destas pessoas maravilhosas (quando dedicadas – e a maioria o é). Por quê? Simplesmente porque elas “gestam” o futuro de nossos filhos, sobrinhos e netos… Mesmo com tanto sacrifício e pouquíssimo reconhecimento por sua magnânima função social pelos governantes e legisladores (e aqui também entram boa parte dos pais e dos próprios alunos), ainda assim, por preocupação levam para casa a problemática do aluno, da aluna, em geral, envolvidos direta ou indiretamente com drogas; alguns já à beira da prostituição, além do quadro de alcoolismo na família. Adoecem porque sabem que não podem dar conta de cada caso…

  3. Se estamos no fundo poço, apesar de toda alta tecnologia educacional, não podemos colocar sobre os ombros dos professores nossa irresponsabilidade ou indiferença.
  4. Parabéns queridos professores, queridas professoras do Brasil, quase mães, pais… Que as nossas orações por vocês, hoje e a cada dia, cheguem em “tempo real”, levadas pelos anjos ao conhecimento de Deus, que é Onisciente, Onipresente e Onipotente. Amém.

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Fonte: PORTAL DA FAMÍLIA (íntegra)

15 de Outubro – Dia dos Professores

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.

No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima – caso tivesse sido cumprida.

Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.

Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.

O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.

A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: “Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.

Fontes:
Site http://www.diadoprofessor.com.br
Site http://www.unigente.com

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Por uma renovação cultural

Eduardo Gama

É fato vivermos em uma época pobre culturalmente. Mesmo na canção popular, uma de nossas forças artísticas, pouco há de novo. Com isso quero dizer bons compositores, já que cantores e cantoras os há. Mas, só para citar um exemplo: a bossa nova foi renovada? Ou mesmo rejeitada em favor de um outro estilo? Quem é o herdeiro de Chico Buarque, que escreveu “meu maestro soberano foi Antônio Brasileiro”?, ou seja, Tom Jobim? Um novo Vinícius anda por aí? Não o vemos… Certo, pode-se levantar uma ou outra exceção. Mas basta para quem já teve tantos bons compositores?

Talvez não seja exagero afirmar: nosso momento cultural é muito pobre. Imaginemos que, na década de 1950, Guimarães Rosa, Carlos Drummond, Bandeira, Cecília Meireles, João Cabral, Jorge de Lima publicavam suas obras. Esse momento existiu! Há tempos Adélia Prado não publica um novo poema e, mesmo seus últimos livros denotavam um certo esgotamento; Bruno Tolentino faleceu perante um silêncio constrangedor. Note-se: todos esses escritores têm ou tinham mais de sessenta anos (sendo generoso). Qual novo autor pode sentir-se herdeiro sequer da geração maravilhosa citada da década de 1950?

Sabemos: desde a década de sessenta, as chamadas Humanidades foram tomadas pela política. Só a arte que fosse “contra a opressão” era admitida. Não valia a pena falar da vida, da morte, dos dramas humanos; aliás, o único drama era a opressão do poder. Não se pode nem dizer que o mundo virou de cabeça para baixo porque, na realidade, o que houve foi que, em nome de ser “contra a repressão”, os valores, o que faz com que uma pessoa atinja a perfeição para a qual foi criada, simplesmente foram chamados de “estratégia repressora”, “ultrapassado”, “careta”, etc. Toda autoridade deveria ser posta abaixo: “é proibido proibir” foi o famoso lema da juventude parisiense de 1968. Não se deve respeitar nem pais, nem professores e muito menos qualquer autoridade constituída. A isso, hoje, podemos chamar de “herança maldita”. Explico-me? Será que hoje não percebemos que a tal crise de autoridade gera jovens egoístas, destrutivos e … carentes de autoridade. Assim como a criança pequena que não recebe a devida atenção dos pais bate nos irmãos, na mãe, faz bagunça, tudo para chamar a atenção, assim jovens sem qualquer noção de autoridade espancam “coleguinhas”, queimam mendigos, batem em trabalhadoras porque pensavam ser prostitutas!, etc.,etc.

O que isso tem a ver com a cultura? Tudo. No momento em que não há valores, sequer a discutir, quando tudo se resume a “conscientizar” o jovem – ou seja, dizer a ele o que deve pensar, veja que autoritarismo! –, educa-se uma geração sem criatividade, sem capacidade de pensar por conta própria, sem saber o que fazer com a própria liberdade: queimo um índio ou acesso o youtube para ver a dança do quadrado? Nos melhores casos, formam-se jovens aptos a passar no vestibular. Cultura resume-se a ler os resumos dos livros obrigatórios da Fuvest?, a “ler é chato” (entre os jovens), a “não tenho tempo” (entre os adultos, que têm muito tempo para a TV)? Com isso, com essa base, não há cultura digna desse nome. Daí que não seja chocante que funk seja música, que as pessoas com acesso a livros, música, enfim, a uma educação de alto nível, escutem música sertaneja de péssima qualidade, música do Creu a todo volume no carro, conforme verifiquei em uma praia considerada para gente rica, a Riviera de São Lourenço.

Mas é nesses momentos que a cultura mostra a sua força: as pessoas notam que ela faz falta. Em primeiro lugar, sentem vergonha de sua falta de cultura: jamais encontrei alguém que me dissesse: “Não leio mesmo e que se dane! Nunca li nada e nem quero ler.” Isso porque a sentem que ela é importante. Por que então não a suprimem? Primeiro, porque, no caso da leitura, é um hábito, e, como tal, demanda um certo esforço. Segundo, porque não há muitas pessoas nas quais se espelhar. Ler O Código da Vinci ajudou alguém a ficar mais culto? Pelo contrário, emburreceu, dado as falsidades históricas ali contidas.

Pela importância que tem, começo a notar uma revalorização das artes hoje em dia. Temos poucas orquestras, mas a OSESP, por exemplo, sempre toca com lotação esgotada; cursos de filosofia começam a ser procurados, em regiões pobres, tanto da Venezuela (Projeto El Sistema), como em São Paulo, crianças e jovens aprendem a tocar fagote, oboé, violino, etc. E os resultados são ótimos: quem aprecia Mozart se humaniza. É pouco? Talvez seja muito, pois é o início de um longo trabalho, que precisa ser incessante, silencioso e encantador.

Eduardo Gama, professor de redação e literatura em Jundiaí e Campinas. Mestres em Literatura pela USP, tradutor, jornalista e publicitário.

O PROFESSOR SEMPRE ESTÁ ERRADO

Quando…
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um coitado.
Tem automóvel, chora de “barriga cheia”.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta às aulas, é um “Caxias”.
Precisa faltar, é “turista”
Conversa com outros professores, está “malhando” os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.

A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances dos alunos.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a “língua” do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, “deu mole”.

É, o professor está sempre errado mas,
se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

Fonte: Revista do professor de Matemática 36, 1988

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Oração do Professor (I)

Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar
e por fazer de mim um professor no mundo da educação.

Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons.

São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na graça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento.

Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também
o sofrimento que me fez crescer e evoluir.

Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.

Senhor!
Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador para melhor poder servir.

Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho .

Obrigado, meu Deus,
pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre.

Amém!

Autor: Antonio Pedro Schlindwein

Oração do Professor (II)

Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,
Dai-me esta graça que vem do amor.

Mas, antes do ensinar, Senhor,
Dai-me o dom de aprender.

Aprender a ensinar
Aprender o amor de ensinar.

Que o meu ensinar seja simples,
humano e alegre, como o amor.
De aprender sempre.

Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe
Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.

Que meus conhecimentos não produzam orgulho,
Mas cresçam e se abasteçam da humildade.

Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,
Mas animem as faces de quem procura a luz.

Que a minha voz nunca assuste,
Mas seja a pregação da esperança.

Que eu aprenda que quem não me entende
Precisa ainda mais de mim,
E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.

Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,
Para que eu possa trazer o novo, a esperança,
E não ser um perpetuador das desilusões.

Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.

Autor: Antonio Pedro Schlindwein

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